quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Ano Novo



Católico, assim é a tua vida: "O tempo vem correndo e correndo vai-se embora. Numa das mãos traz os paninhos do teu berço e na outra a mortalha para o teu caixão. Homem orgulhoso, de que te ufanas?" (Petöfi).




Católico, mais UM ANO se PASSOU! O que você FEZ DELE? O que você FEZ do ANO de 2009? O que você fez de cada SEGUNDO, MINUTO, HORA, DIA, SEMANA e MÊS do ANO de 2009?
Católico, mais UM ANO se PASSOU! O que você FEZ DELE? O APROVEITOU para ENTESOURAR TESOUROS no CÉU FAZENDO o BEM, ou JOGOU 365 DIAS FORA? No dia do JUÍZO, que poderá ser HOJE, Deus pedirá conta de CADA GRAÇA JOGADA FORA: “Àquele a quem muito se deu, muito será pedido, e a quem muito se houver confiado, mais será reclamado” (Lc 12, 48).
Católico, mais UM ANO se PASSOU! Você se preocupou somente em ENGORDAR a SUA CONTA BANCÁRIA e AMPLIAR o seu COMÉRCIO. Quanta loucura! E a sua ALMA; você fez algo por ela ou a mesma anda RAQUÍTICA nas GARRAS de SATANÁS? “De fato, que aproveita ao homem se ganhar o mundo inteiro, mas arruinar a sua vida?” (Mt 16, 26).
Católico, mais UM ANO se PASSOU! Ele NÃO VOLTARÁ NUNCA MAIS, adeus 2009! Durante esse ano que passou, você foi um PORTADOR de DEUS ou PORTADOR do DEMÔNIO?
Católico, mais UM ANO se PASSOU! Você está tranqüilo para comparecer diante de Deus e prestar conta do ANO de 2009?
Católico, mais UM ANO se PASSOU! Quantas vezes você se aproximou da confissão nesse ano? Quantos terços você rezou? De quantas Missas você participou? Quantos jejuns você fez? Quantas boas obras você praticou? Quantas vezes leu a Bíblia e a vida dos santos?
Católico, mais UM ANO se PASSOU! Com CERTEZA a SUA VIDA ESTÁ MAIS CURTA e a MORTE MAIS PRÓXIMA: “A morte corre velocíssima sobre nós, e nós, a cada instante, corremos para ela” (Jó 9, 25).

FELIZ ANO NOVO!

Eis a SAUDAÇÃO VAZIA que sai da BOCA de todos: pobres e ricos, cultos e ignorantes, pretos e brancos, etc. Só de OUVI-LA causa REPUGNÂNCIA.
FELIZ ANO NOVO! Terá um FELIZ ANO NOVO, aquele católico que não se preocupou em deixar os vícios junto com o ano velho?
FELIZ ANO NOVO! Terá um FELIZ ANO NOVO, aquele que continua a CARREGAR SATANÁS em sua alma imortal?
FELIZ ANO NOVO! Terá um FELIZ ANO NOVO, o católico que permanece em PECADO MORTAL, isto é, mergulhado nas trevas?
FELIZ ANO NOVO! Terá um FELIZ ANO NOVO, aquele que vive a correr desesperadamente atrás dos bens materiais e com as costas voltadas para Deus?

Católico, para você ter um FELIZ ANO NOVO é preciso:
1. Expulsar o PECADO MORTAL de sua alma através de uma confissão auricular bem feita, e viver na GRAÇA SANTIFICANTE.
2. Fazer todo o BEM que estiver ao seu alcance.
3. Entrar no Ano Novo com fé firme em Cristo Jesus.
4. Entrar no Ano Novo com forte confiança em Jesus Cristo.
5. Entrar no Ano Novo com sérios esforços para alcançar as virtudes.
6. Entrar no Ano Novo com santo amor ao sacrifício.

Católico, seja sábio! Aproveite o Ano de 2010 para crescer na santidade. Cuidado! Não o jogue fora; quem sabe esse será o seu último ano de vida!


quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

MP3: Eliana Ribeiro - Barco a vela (Ao vivo).

MP3: Banda Canal da Graça - Obrigado, Senhor!

Dom Alberto recebe nomeação para ser Acerbispo de Belém-Pa.

Dom Alberto Taveira Corrêa nomeado novo Arcebispo de Belém (PA).



Dom Alberto recebe nomeação com docilidade e obediência




"Recebi a notícia numa atitude de docilidade e obediência a Igreja”. Assim Dom Alberto Taveira Corrêa descreve como soube de sua nomeação para a arquidiocese de Belém no Pará. "Eu tenho sempre esse princípio dentro do coração, de que a minha liberdade está na obediência".

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Christopher Ferrara - A ocultação do Terceiro Segredo: Últimos acontecimentos.


Presidente da Associação dos Advogados Católicos Americanos. Autor popular da coluna semanal Perspectivas de Fátima. Autor de inúmeros artigos a do livro “EWTN: A Network Gone Wrong”. Co-autor do “Fatima Priest”.


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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Advento 2009.

Entre






Primeiras vésperas do I Domingo de Advento (28 de novembro de 2009)
Homilia do Papa Bento XVI
 Português
Galeria fotográfica
Solenidade da Imaculada Conceição de Bem-Aventurada Virgem Maria (8 de dezembro de 2009)

Masterplan (O plano para destruir a Igreja Católica Apostólica Romana).


Masterplan:


Alguém esqueceu no meu consultório médico um grande envelope fechado. Dois meses depois, como ninguém o reclamou, abri-o para averiguar a identidade do seu proprietário. O que encontrei, foi uma grande surpresa.


terça-feira, 22 de dezembro de 2009

"cristoteca" e o "rock católico".




Pergunta


Nome: anderson luis dos reis



Comentários: querido pe divino lopes,lendo os seus textos minha alma glorificou o senhor de alegria em saber que ainda tem sacerdotes que nao se dobraram diante de ball e nem profanaram o seu altar,e sabendo do seu ministério profético venho pedir por caridade que poste um texto falando sobre a praga diabólica crescente das cristotecas e rock católico que tem degolados os nossos jovens e preparando-os para o inferno,isto é inadimisivel,gostaria de saber se o santo padre sabe dessas coisas?e o que poderemos fazer em relação a isto pois é estarrecedor a proliferação destas atividades sendo que não é a adoração,o rosario a leitura biblica.Sei que é atarefado mas por caridade a nós jovens escreva um artigo profético sobre isto para que possamos berrar contra a iniquidade na santa igreja abraço fraterno e sua benção pax.

Resposta

Ao senhor Anderson Luis dos Reis
São Paulo – Capital


Prezado senhor, despreze o mundo e viva unido a Cristo Senhor: “Uma alma unida a Jesus é um sorriso vivo que o reflete e expande” (Bem-aventurada Elisabete da Trindade).


Obrigado pelo e-mail.
Reze pelos jovens. MILHÕES deles estão a serviço de Satanás e do mundo.
Esses jovens possuem FORÇA, ÂNIMO e CORAGEM para PERDER TEMPO, DESTRUIR a SAÚDE, GASTAR os BENS com coisas que os levarão ao inferno eterno; mas quando se trata de trabalhar ou se consagrar ao Deus que os criou, os mesmos ficam CORADOS de VERGONHA, dizendo que não nasceram para isto. Como são cegos e podres!

Os jovens precisam saber que vida aqui na terra só existe uma, perdida essa, tudo está perdido, é impossível recuperá-la. É preciso acordá-los enquanto é tempo.
A situação da juventude está tão crítica, que quando se fala em jovens, logo se pensa em DROGAS, BEBEDEIRAS, PROSTITUIÇÃO, BAILES, ROUPAS IMORAIS, etc. É preciso dizer aos jovens, que os mesmos foram criados para a SANTIDADE, para serem SAL da terra e LUZ do mundo, para viverem a PUREZA e praticarem o BEM: “Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, porque a Palavra de Deus permanece em vós, e porque vencestes o Maligno” (1 Jo 2, 14).

Com dor no coração tenho que dizer que a maioria dos jovens de hoje, vivem como baratas nas fossas e ratos nos esgotos.

Caríssimo senhor Anderson, Cristo Jesus disse: “Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho que conduz à Vida” (Mt 7, 14), e: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Mt 16, 24).

Está claro que para ENTRAR no CÉU é preciso entrar pela porta estreita, isto é, viver a renúncia e mortificação. Está claro também, que para SEGUIR a Cristo Jesus é preciso CARREGAR a CRUZ todos os dias.

A “CRISTOTECA” e o “ROCK CATÓLICO”, são os DOIS CHIFRES de Satanás, o Príncipe das trevas, que ESPETAM as almas imortais de milhares de jovens, deixando-as ESFARRAPADAS.

Olhe para a vida de Jesus Cristo e para a Doutrina da Santa Igreja Católica Apostólica Romana, e verá que a “Cristoteca” e o “Rock católico” é algo realmente DIABÓLICO, e o pior de tudo, é que existem padres e bispos por detrás desta desgraça.

Se os padres e bispos pensam em conquistar os jovens para Deus através dessa BABILÔNIA, estão perdendo tempo e colocando os jovens nas mãos de Satanás.

Prezado senhor, possuímos uma alma imortal; está claro que o BARULHO jamais a saciará.
Quanto ao Santo Padre, penso que ele sabe dessas coisas, mais a única coisa que pode fazer é rezar pela conversão dos padres e bispos que permitem tais ABERRAÇÕES.

O senhor pergunta sobre o que se fazer diante de tão grande ADULTÉRIO “ESPIRITUAL”.

Escreva à Nunciatura Apostólica, aos Bispos e também ao Vaticano. Faça o seu dever para não pecar por OMISSÃO. Com certeza, o senhor não conseguirá resolver tudo, mas, ao menos, colocará uma gota d’água.

Leia (abaixo) e veja o quanto SATANÁS é ESPERTO e ENGANADOR.
A diferença, é que os MUNDANOS PECAM ABERTAMENTE
e os jovens “CATÓLICOS”CAMUFLADAMENTE. Ambos percorrem o mesmo caminho: o do pecam INFERNO.


Se pular, gritar e dançar formasse santos, todos os bailarinos seriam canonizáveis.
Eu te abençôo e te guardo no Sagrado Coração de Jesus.

Atenciosamente,
Pe. Divino Antônio Lopes FP


Download Católico

Fora da Igreja não há salvação.


Mas pelo menos, dirão, não se pode a Igreja livrar da nota de intolerante e de cruel, em ela declarar que fora da Igreja não há salvação. Que de homens, pois, destinados à condenação eterna, só por não pertencerem à Igreja romana!

Já nós, ainda que de passagem, respondemos a esta acusação. Bom será, porém, dar-lhe mais algum desenvolvimento; e assim se verá, como aquele velho de que fala Rousseau, de nenhum modo é digno de piedade.

Se, com efeito, a verdadeira religião, a religião de Jesus Cristo é obrigatória para todos os homens, e, se esta religião, a única, é professada e ensinada só pela Igreja católica, apostólica, romana, força é reconhecer que fora desta Igreja não há salvação, e que ninguém pode alcançar o céu sem a ela de algum modo pertencer. Não é, portanto, a Igreja que há de ser acusada por falar assim; se algum fosse digno de censura, seria o seu divino Fundador, que tornou a sua religião indispensável para todos.

O que, pois, sobremaneira importa é precisar bem o sentido desta máxima. “Há, observa o cardeal Deschamps, nestas palavras, assim como em todas as de uma lei penal, uma palavra, que sempre se há de subentender, e é a palavra voluntariamente; porque sempre a lei penal supõe culpabilidade; e a culpabilidade supõe sempre duas condições: o fato e a intenção. E, por isso, a pergunta: ‘crê a Igreja na condenação dos que, sendo nascidos e educados lá onde a não puderam conhecer, se acham em ignorância invencível a respeito da lei de Jesus Cristo, mas praticaram fielmente tudo o que eles viram ser bom’, é necessário responder: ‘Não crê’”.

“Pode-se, pois, pertencer à alma, ainda que se não pertença ao corpo da Igreja, diz o mesmo cardeal. Não é evidente que pertence à alma da Igreja um homem que está de boa fé e que entraria nela se a conhecesse? Não estão realmente nesta disposição todos os que têm um desejo sincero e geral de aderirem à verdade e de fazerem a vontade de Deus? É esta uma questão semelhante a do batismo de desejo, do qual, como diz São Tomás de Aquino, se acha implícita e suficientemente contido na vontade geral de empregar todos os meios de salvação concedidos aos homens pela Providência divina. Os que, por conseguinte, estão pela sua parte dispostos a, conhecendo a Igreja, fazerem parte dela, já por isso mesmo são aos olhos de Deus considerados como filhos dela, e certamente receberão dele as luzes necessárias à sua salvação”.

“Morreu Jesus Cristo por todos os homens; e as graças liberalizadas em atenção a esta vítima, que a justiça eterna previu desde o princípio haver de ser imolada no correr dos tempos, occisus ab origine mundi, redundaram em benefício de todos, sem exceção alguma. Nenhum homem, portanto, ficou excluído dos benefícios da redenção, a não ser por culpa sua e pela sua resistência à graça; e cada um será julgado segundo a que houver recebido. Haverá porventura doutrina mais terna e juntamente mais terrível; mais terna para com os pobres ignorantes, que não têm culpa, na sua ignorância, e mais terrível para com os ingratos, que, para se esquivarem à luz, que os inunda, vão buscar as trevas de sofismas contra a justiça de Deus?”

Este é também o sentir unânime da Tradição, que ensina como coisa certa, dar Deus a todos os homens as graças suficientes para se salvarem, e que ninguém se condena a não ser por um ato livre da alma que, ingrata, recusa os dons divinos. “Deus não recusa a sua graça a quem da sua parte faz tudo o que de si depende”, diz um muito conhecido axioma teológico, a que já nos referimos.
[2]

Para que melhor se compreenda o sentido desta máxima, distingamos, como fazem os teólogos, o corpo e a alma na Igreja. O corpo ou parte visível da Igreja é o conjunto dos membros, unidos entre si pelo assentimento às mesmas verdades, pela participação dos mesmos sacramentos, e pela obediência aos mesmos pastores, daqueles que pelo batismo se inscreveram oficialmente entre os seus súditos. A alma ou a parte invisível é a graça santificante, princípio da vida sobrenatural, que torna o homem agradável aos olhos de Deus.

Para de todo se pertencer, tanto de direito como de fato, ao corpo da Igreja, é primeiramente preciso entrar nela pelo batismo; e mais, é necessário, depois do uso da razão, prestar o seu assentimento, voluntário e feito com conhecimento de causa, por meio de um ato de fé católica; nem, enfim, deve fazer-se expulsar dela pela excomunhão, nem sair-se dela, abraçando algum erro.

Para se pertencer à alma da Igreja ou para se salvar, basta estar em estado de graça, quer se faça, ou não, parte do corpo da Igreja; ou, por outra, podem, segundo a doutrina católica, os hereges, os cismáticos e até os gentios possuir a graça santificante e merecer o céu. Mas, está claro, se alguém conhecesse a necessidade de fazer parte da Igreja, era impossível pertencer à alma da Igreja, e conservar a graça santificante, sem também pertencer ao corpo dela, pois faltaria voluntariamente a uma obrigação, que ele reconhece como grave.
[3]

Ninguém, pois, se perde senão por culpa sua, menosprezando a lei, a qual, porém, não obriga senão depois de conhecida ou promulgada, pois não obriga em consciência a quem a desconhece. E, por isso é que o Senhor só depois de haver dito aos apóstolos: “Ide por toda a terra e ensinai o Evangelho a toda a gente”, é que acrescentou: “Quem não crer será condenado”. Supõe, pois, conhecer-se a verdade, quando se incorre em condenação por causa da incredulidade.


Desçamos, porém, para maior clareza desta matéria, a alguns casos particulares.

1. Quanto ás crianças, nascidas de pais cismáticos, hereges ou infiéis, se elas receberam o batismo, recebem também com ele a graça santificante, que subsiste enquanto não caírem em falta grave. Pertencem estas à alma da Igreja, e certamente se salvam se morrerem neste estado. Supõe este caso que a criança, chegada ao uso da razão, persiste numa ignorância invencível acerca da verdadeira religião, ou por se achar na impossibilidade de se informar dela, ou por lhe não prestar atenção, visto não ter dúvida sobre a verdade da que professa.

Suponhamos agora que esta criança, depois homem, veio por mal seu a perder a graça santificante, caindo em pecado grave; poder-se-á ainda reconciliar com Deus. E, para este fim, se a seita a que pertencer guardar o sacramento da penitência, tem a obrigação de confessar-se, isto é, de empregar o meio por ele reconhecido como necessário; mais, para alcançar o perdão deste pecado precisa ter uma contrição perfeita. A razão é clara; pois que por uma parte este homem iria contra a sua consciência, se não acudisse a este meio, e por outra a contrição perfeita é absolutamente necessária, pois esta confissão é por si mesma ineficaz.

2. Quanto às crianças, que morrem sem terem recebido o batismo (e o mesmo se diga dos adultos que nunca tiveram o uso da razão), já acima dissemos, o que acerca da sua sorte se há de pensar: gozarão uma felicidade natural, cuja fruição seria a reservada a todos nós, se não tivéssemos sido elevados à ordem sobrenatural; e ficarão unicamente privadas do grau de felicidade correspondente à visão beatífica de Deus, visões indébitas a qualquer pura criatura.
[4]

3. Vejamos agora o que se há de pensar acerca dos adultos não batizados ou infiéis, que fizeram uso da razão, como são os judeus, os maometanos e os pagãos. Eis, em resumo, qual é sobre este ponto a doutrina da Igreja: não ficam excluídos, por causa da sua infidelidade, senão quando ela é voluntária; e quando àqueles, cuja infidelidade provém de uma ignorância invencível, se eles se vierem a perder, não será por terem ignorado o que lhes era impossível conhecer, mas por faltas graves por eles próprios cometidas.

Se se governarem pela lei natural em seus corações gravada, se aceitarem as tradições primitivas, posto que muitas vezes deturpadas, acerca de Deus e da sua providência, da promessa de um Redentor, assim como das recompensas e castigos reservados aos homens numa outra vida, pertencem à alma da Igreja e podem salvar-se.

Para eles o batismo pela água, que é necessário a todos os que conhecem a necessidade dele, e estão em condições de o receberem, fica sendo substituído pelo batismo de sangue ou pelo de desejo. Este batismo de desejo supre também o batismo da água para os que, conhecendo a necessidade deste e não podendo, por qualquer causa recebê-lo, têm um desejo explícito dele, acompanhado da contrição perfeita dos pecados graves atuais. Quanto ao desejo implícito do batismo ou ato perfeito de amor a Deus, é certo ter ele bastado nos primeiros tempos da Igreja para os pagãos, que ainda não tinham ouvido a pregação do Evangelho. Não considera a Igreja, de fato, como necessário à salvação, o batismo da água senão depois do Evangelho ter sido promulgado, segundo expressamente declara o Concílio de Trento. Ora, esta pregação do Evangelho só se fez e não podia fazer-se senão progressivamente. Se, pois, existiam meios de salvação distintos do batismo, para os infiéis daqueles tempos, pois que ainda o Evangelho lhes não tinha sido pregado, também hão de existir para os infiéis dos séculos seguintes, que, sem culpa sua, se achavam em circunstâncias iguais.
[5]

Não ficam, portanto, segundo a doutrina da Igreja, excluídos da salvação os gentios, os hereges e os cismáticos, que não abraçaram a verdadeira fé, a não ser os que não conheceram a verdade revelada porque não a quiseram conhecer, ou os que, tendo-a bastantemente conhecido, se recusaram a abraça-la. Só, de fato, estão obrigados a entrar na Igreja Católica os que a reconhecem como o único meio necessário para alcançarem a sua salvação. É, portanto, sob todos os respeitos muito racional e lógica a fórmula: “Fora da Igreja não há salvação”: e, se a acusam por este lado, é porque ou estão de má fé ou estão iludidos; iludidos, por lhe não conhecerem o sentido adequado e preciso; de má fé, por se recusarem a reconhecê-lo.

É verdade, observemos ainda, que, se a salvação é possível fora do corpo da Igreja, não deixa, no entanto, de ser mais difícil. A inteligência não possui, neste caso, a verdade íntegra nem o magistério infalível; e a vontade carece também de um grande número de auxílios, como são, os sacramentos, o culto externo, etc. Têm, pois, muitíssima razão os ministros do Evangelho, que, possuídos de um zelo ardente e de um amor generoso para com seus próximos, se não poupam a trabalhos e nem mesmo aos perigos da vida para a toda a parte levarem o conhecimento de Jesus Cristo e para dilatarem as fronteiras da Igreja por Ele fundada. Além de que, se a sorte dos que morrem só com a culpa original não é para causar dó, é, contudo, mil vezes mais invejável a sorte e felicidade dos escolhidos para o céu, a qual consiste na visão e fruição de Deus por todo sempre.

(Pe. W. Devivier, S.J., Curso de Apologética Cristã. Editora Melhoramentos, São Paulo, 3a. edição, 1925)



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Notas:

[1] Entre os que atacam a Igreja a propósito deste dito levam a dianteira os protestantes. Ora, este princípio, de que eles se servem para acusar a Igreja, não é senão uma conseqüência lógica e necessária da doutrina dos seus principais mestres; pelo que estão em contradição consigo mesmo. Com que direito nos podem eles argüir com o que eles próprios devem admitir e o que explicitamente professam os formulários de fé dos primeiros tempos do protestantismo? Eis o que, por exemplo, lemos na confissão helvética: “Não há salvação fora da Igreja, assim como a não houve fora da arca; quem quiser ter a vida, é preciso não se separar da verdadeira Igreja de Jesus Cristo”. Não são menos explícitas as confissões da Saxônia, da Bélgica e da Escócia. Fora da Igreja, diz também o catecismo calvinista do século XVII, não há senão condenação; e todos os que se separarem da comunhão dos fiéis para formarem uma seita à parte, não podem esperar salvar-se enquanto assim estiverem separados”. E é o que afirma o próprio Calvino nas suas Instituições, dizendo: Fora do seio da Igreja não se pode esperar a remissão dos pecados nem a salvação”.

[2] É coisa certíssima que “O Senhor não quer que alguém se perca, mas sim que todos recorram à penitência” (II Ped. III-9). “Quer o nosso Deus e Salvador que todos os homens se salvem e que alcancem o conhecimento da verdade (I Tim. II-4). Não há senão um Deus e um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, que se entregou pela redenção de todos” (I Tim. 5, 6). “Jesus Cristo deu a vida por todos” (II Cor. V-15). “Jesus Cristo é a vítima propiciatória por nossos pecados, e também pelos de todo o mundo”. (I Jo. II-2). “Deus não faz acepção de pessoas. Quem, pois, pecou sem a lei, perecerá sem a lei”. (II Ped. II-12). “Onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rom. V-20).

[3] Costumam os teólogos dividir a infidelidade em negativa e positiva. A infidelidade negativa não é um pecado; encontra-se na gente, que não crê na Revelação, porque a ignoram, sem que tenham culpa nesta ignorância. A infidelidade positiva é um pecado, porque há, nos que a têm, um suficiente conhecimento da Revelação, que eles abandonam. Condenam-se estes por se recusarem a obedecer a uma ordem expressa e formal de Deus.
O homem, que nasce e se educou na infidelidade ou no cisma, está obrigado a esclarecer-se e a procurar a verdadeira religião, no caso de ter dúvida séria acerca da religião, que professa; e, se o não fizer, deixa de estar na boa fé e ofende a Deus gravemente.
Não há dúvida que entre os cristãos, separados da Igreja, há um grande número, que estão de boa fé, e nem sequer tem consciência do cisma ou da heresia, de que são vítimas. Newman, apesar do seu talento e da integridade da sua vida, afirma ter vivido muitos anos no anglicanismo sem lhe ocorrer dúvida alguma sobre a sua religião; e com muitos outros passará a mesma coisa.

[4] Uma boa parte dos teólogos, e, certamente a mais numerosa, para não dizer a mais autorizada, aponta como punição resultante do pecado original a privação somente da felicidade sobrenatural (a vista de Deus), felicidade a que a natureza humana, como tal, não tem direito. São Tomás afirma que as crianças que morrem sem batismo, não só não sofrem as penas dos sentidos, mas nem sequer a tristeza pela pena do dano, isto é, pela perda da visão beatífica... É, pois, de crer que estas crianças gozem uma felicidade natural mais ou menos perfeita.

[5] Vem aqui a propósito as judiciosas palavras do abade A. Pirenne, na sua obra Etudes philosophiques, etc. Suponhamos que o pagão (e o mesmo se diga dos hereges e dos cismáticos) morre, amando a Deus em si mesmo e sobre todas as coisas; está com isso salvo, porque com a caridade (sobrenatural) tem tudo; a caridade por si justifica. E, note-se, um grau ínfimo de caridade é quanto basta, porque a essência duma virtude não consiste na sua intensidade: uma gota de água é água, como é um oceano; nem a quantidade de uma coisa influi na sua natureza. E assim a caridade subsiste, não obstante o apego ao pecado venial, e subsiste sem haver devoção alguma sensível. Estais, pois, salvo, contanto que, ao deixar esta vida ameis a Deus por si mesmo e sobre todas as coisas, que possam levar ao pecado mortal; estais salvo, sejam quais forem as circunstâncias em que vos possais encontrar. Ou sejais pagão ou herege ou pecador, se, no momento supremo, receberdes de Deus o dom da caridade, por menor que seja e compatível até com o pecado venial, tereis feito o bastante para vos salvardes; porque a caridade torna a contrição perfeita; e a caridade e a contrição perfeita encerram, ao menos implicitamente o desejo do batismo e da confissão.

“Se se quiser saber o modo como a caridade se comunica aos infiéis, explica-o Leibnitz, que o tomou dos católicos, Deus dará o necessário a todos os que fazem o que humanamente depende deles, ainda quando fosse necessário fazer um milagre”. “Se houvesse de perecer uma alma inocente, diz São Tomás, proveria Deus, mandando até um anjo para lhe revelar as verdades divinas”.
Pe. W. Devivier, S.J.

Santa Francisca Xavéria Cabrini - 22 de Dezembro

Em Santo Ângelo, lodigiano pequena cidade lombarda, nascia a 15 de Julho de 1850, a penúltima dos onze filhos e um casal, em que se personalizava toda uma tradição secular de religiosidade e virtudes cristãs: Agostinho Cabrini e Stela Oldini. Batizada no mesmo dia, foi dado à criança o nome Maria Francisca, nome ao qual ela mesma mais tarde, por devoção ao grande apóstolo das índias acrescentou o de Xavéria, Na casa paterna madrugava essa alma privilegiada para a vida espiritual e santa. Tinha diante de si dois livros, inspiradores de santidade: o livro da vida dos Santos e o livro do exemplo vivo de uma família lidimamente cristã, sobretudo a piedade insinuante de sua irmã Rosa, que muito influiu na sua formação e na sua vocação religiosa.
Com 6 anos de idade fez sua primeira confissão, e grande já era seu anelo ao Santíssimo Sacramento e à santa comunhão. Este desejo teve sua satisfação dois anos depois, quando no mesmo dia, 1.° de Agosto de 1858 recebeu dois sacramentos: o da Santíssima Eucaristia e o da Confirmação. Desde então aparece quase visível e palpitante a ação do Espírito Santo na alma infantil, preparando-a gradativamente para a elevada missão, que lhe estava reservada nos desígnios da Divina Providência.
Não deve ficar sem menção a providencial assistência e direção espiritual, que durante todo o tempo de sua juventude experimentou de excelentes sacerdotes.
Menina ainda de 11 anos, tendo para isto a aprovação do confessor, fez o voto da virgindade, que, com maior madureza e reflexão, os dezoito anos vieram confirmar.
O seu espírito de fé, sem vacilação ou incertezas, era capaz de transportar montanhas. A sua esperança em Deus era tão perfeita e tão grande, que não conhecia desfalecimentos. Por lema tomou as palavras de São Paulo, e sem presunção nem orgulho, mas com uma esplêndida confiança no futuro, vaticinava: Com Deus farei coisas grandiosas.
Ao esplendor destas virtudes juntou as demais, que vieram a constituir o seu patrimônio especial, virtudes estas que o mundo desaparecia, mas que as criaturas espirituais julgam indispensáveis e as inscrevem no programa da sua vida e de sua ação: a obediência, a mortificação, a renuncia, o sacrifício.
Deus mesmo se incumbiu de prepará-lo para a grande Missão que havia de executar para sua maior glória e a salvação de tantas alma. Quis Ele que fossem rompendo um por um os laços que a prendiam aos afetos puros da família, vendo arrebatados pela morte quase todos os seus caros, sobretudo no trágico ano de 1870, em que no espaço de 11 meses o desaparecimento de pai e mãe a veio ferir em cheio nos seus sentimentos filiais. E ei-la de corpo e alma entregue à tarefa, e no encalço do seu ideal.
Aluna que foi das Religiosas Filhas do Sagrado Coração de Jesus, no colégio das mesmas tirou a patente de professora. Matéria de sua predileção era a geografia. Assim a sua fantasia muitas e muitas vezes se pôs em contato com os países da longínqua Ásia mergulhados nas trevas do paganismo. O instinto missionário, bem pronunciado em sua alma, fortalecido ainda pela leitura das interessantes brochuras dos Anais da Propaganda da Fé, fez na sua alma surgir a idéia e o desejo de entrar para uma comunidade religiosa missionária.
Só seis anos depois pôde executar este propósito, devido este retardamento às insistências do pároco, que não achava quem a pudesse substituir no ensino escolar e nas obras de caridade na paróquia.
Quando, passado este período, como humilde e esperançosa postulante foi bater nas portas de dois conventos, pedindo admissão, teve a decepção, de não ser aceita. O seu exterior frágil, a sua natureza pouco resistente aos rigores de uma vida austera vívida em comum, a ordem dos seus diretores de consciência, que pretendiam reter entre eles um elemento tão precioso e um auxiliar inestimável para o ministério, criaram barreiras intransponíveis à realização de desejos tão santos e de vocação tão decidida.
Assim a Bem-aventurada chegara a 30 anos de idade e já era tempo de começar a sua tarefa de apostolado. De apóstola e enviada de Deus ela teve todos os predicados: Primeiro a missão. O que ela ia fazer, não era uma fantasia nem uma aventura. Duas grandes vozes se fizeram ouvir no limiar de sua nova vida: uma definindo o sentido de sua vocação; outra delimitando o campo de sua atividade: Monsenhor Gelmini, Bispo de Lodi e Leão XIII e grande Papa.
Da autoridade diocesana, já capacitada do seu valor, recebeu em forma de conselho, a quase ordem: “Filha, tu queres ser missionária: não há ainda um Instituto desse gênero; funda um”.
Quanto ao Papa Leão, ele a esclarece sobre o roteiro que ela passa a seguir sem hesitação, consubstanciados nestas palavras: “Não o Oriente, mas o Ocidente.
Diante do imperativo peremptório do Pai Supremo da cristandade, que lhe aponta uma outra terra, virgem e opulenta, onde a pátria italiana se prolonga, através do mar nessas levas ininterruptas da corrente emigratória, necessitadas de solidariedade, de conforto e de assistência espiritual, se esvaem como fumo ao vento os projetos de catequese extenuante e quiçá de horroroso martírio na China.
Cinqüenta anos já havia, que milhares de italianos, em correntes contínuas, deixaram sua pátria em demanda de terras novas, nas plagas da América do Norte.
Lastimáveis criaturas, que eram, desembarcando no Cães, de Nova York e outras grandes cidades, para recomeçar a vida, ignorando o idioma, alheios aos costumes, incertos do dia de amanhã, privados do conforto religioso de suas cidades e de suas aldeias!
Foi esse o espetáculo impressionante que tanto comoveu a grande figura do Episcopado italiano, Monsenhor Scalabrini, que em boa hora lançou mão de alguns sacerdotes de zelo reunidos em congregação, que seriam os sacerdotes dos emigrantes, obra que Leão XIII tanto amou e abençoou.
Que seria, porém, de instituição tão grandiosa, se ao seu lado não colaborasse a mulher, vinculada pelos votos da Religião e engrandecida pela vida de dedicação e de sacrifício?
Pois foi essa América, que viu dentro em breve a presença em seu território da Bem-aventurada Madre Cabrini com suas filhas.
Madre Cabrini, sem perder o cunho próprio de sua personalidade latina e religiosa, admiravelmente se aclimou à civilização americana, estabelecendo assim as condições indispensáveis para um apostolado missionário, que de fato, em grande ambiente exercitou entre os emigrantes seus patrícios.
Os dois “Columbus — Hospital” em Chicago e Nova York são as suas primeiras criações em terras yankees. Frutos da sua atividade incansável são as fundações em São Francisco, Los Angeles, Nova Orleans e em outras cidades da América do Norte.
O seu apostolado não se restringiu às famílias dos emigrantes italianos. De corpo e alma a missionária se fez educadora, dedicando-se com todo fervor à formação cristã da mocidade americana.
Depois, continuando sua peregrinação, passou para a América Central, ali deixando a próspera fundação em Nicarágua. Atravessou o istmo do Panamá: costeou o Pacífico, visitando suas repúblicas; passou por Chile; em Buenos Aires fundou o Colégio Santa Rosa.
Em 1908 chegou ao Rio de Janeiro, onde, de sua permanência ficou uma lembrança duradoura no educandário modelo, que é até hoje o Colégio “Regina Coeli”.
É este, em poucos traços o percurso da vida da Santa Francisca Xaveria Cabrini, da grande missionária que Deus deu aos nossos tempos.
Já em 1881 as Constituições do Instituto por ela fundado, recebeu a aprovação diocesana, e já antes da aprovação pela Igreja, em 1907, a Fundação já se irradiava.
O total das casas fundadas pela Madre Cabrini perfazia o número 67: três na Itália, outras na França e nas três Américas.
Cerca de trinta vezes atravessou o Oceano, com o único interesse de descobrir e ganhar almas para Deus. “Senhor, fazei o meu coração grande como o mundo”, era a sua súplica.
Virtudes, trabalhos, escritos encheram toda uma vida que durou 67 anos e que se extinguiu, como o lume de uma lâmpada a 22 de Dezembro de 1917 na cidade de Chicago.
A cidade toda tomou parte no luto; mas era a voz geral, que dizia: “Morreu uma Santa”. Seus restos mortais mais tarde foram transladados para Nova York. Em 1931 começou em Roma o processo de beatificação. Esta teve lugar em 13 de Novembro de 1938. 8 anos depois, em 7 de Julho, o Papa Pio XII fez inserir o nome Francisca Xavéria Cabrini no catálogo dos Santos da Igreja.





segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Clip músical: Saudação à Santa Mãe de Deus - Mosteiro da Ressurreição


A Pietà (em português Piedade) de Michelangelo é talvez a Pietá mais conhecida e uma das mais famosas esculturas feitas pelo artista. Representa Jesus morto nos braços da Virgem Maria. A fita que atravessa o peito da Virgem Maria traz a assinatura do autor, única que se conhece: MICHAEL ANGELUS. BONAROTUS. FLORENT. FACIEBA(T), ou seja, «Miguel Angelo Buonarotus de Florença fez.»

Fica na basílica de São Pedro, na primeira capela da alameda do lado direito. Desde que a estátua foi atacada em 1972, está protegida por um vidro a prova de bala. Tem 174 centímetros por 195 centímetros e é feita em mármore.











História







Em 21 de setembro de 1498 o cardeal francês Jean Bilhères de Lagraulas encomendou a Miguel Ângelo uma imagem da Virgem para a Capela dos Reis de França, para a antiga basílica de São Pedro.

Juntando capacidades criadoras geniais a uma técnica perfeita, o artista toscano criou então a sua mais acabada e famosa escultura: a Pietá. O tema vem da Europa do Norte, a dor de Maria sobre o corpo morto do filho, mas Michelangelo abandonou o realismo cruel típico do gênero em favor de uma visão idealizada.

Iniciara-se como artista ainda durante o Quatrocento, em Florença, onde trabalhou para os Médicis, mas a Pietá foi a sua primeira grande obra escultórica. Trata-se de um trabalho de admirável perfeição, organizado segundo um esquema em forma de pirâmide, um formato muito utilizado pelos pintores e escultores renascentistas.

Nesta obra delicada o artista encontrou a solução ideal para um problema que preocupara os escultores do Primeiro Renascimento: a colocação do Corpo de Jesus Cristo morto no regaço de Maria. Para isso alterou deliberadamente as proporções: o Cristo é menor que a Virgem, que é para dar a impressão de não esmagar a Mãe e mostrar que é seu Filho, para não sair do esquema triangular. A Virgem Maria foi representada muito jovem e com uma nobre resignação: a expressão dolorosa do rosto é idealizada, contrastando com a angústia que tradicionalmente os artistas lhe imprimiam. Torna-se assim evidente a influência do pathos dos clássicos gregos. E o autor imaginou a juventude de Maria, objeções que erguem contra ele seus críticos, como sua expressão de sua pureza incorruptível.

O requinte e esmero da modelação e o tratamento da superfície do mármore, polido como um marfim, deram-lhe a reputação de uma das mais belas esculturas de todos os tempos. Importante como o autor conseguiu harmonizar a figura horizontal do Cristo, estendido sobre os joelhos da mãe, como que inserido entre suas amplas vestes, com a figura « vertical» de Maria.

Michelangelo tinha 23 anos. Em função da pouca idade, muitos não acreditaram que fosse o autor. Assim, por isso teria inscrito o nome na faixa que atravessa o peito de Maria.








Mosteiro da Ressurreição:









A vida monástica nunca nasce por geração espontânea como, aliás, qualquer gênero de vida. Para haver vida, é preciso haver geração por parte de outros, que por sua vez também foram gerados.

O Mosteiro da Ressurreição - herdeiro e protagonista de uma Tradição viva, - foi fundado em 26 de junho de 1981 por alguns monges provenientes do Mosteiro de São Bento de São Paulo.

A fundação deveria ser no sul do país, onde a vida monástica era quase desconhecida. O mosteiro, que seria dedicado à Ressurreição do Senhor, teve início no santuário mariano da Vila Velha, ao lado do conhecido ponto turístico e em terreno pertencente ao Estado do Paraná, cedido em comodato à Cúria diocesana.

Assim, a Mãe de Deus, ali invocada com o título de 'Mãe da Divina Graça', acolheu e abençoou a fundação desde o seu primeiro dia. Como sinal de agradecimento, a futura igreja do mosteiro será a Ela dedicada.

Entre junho de 1981 e agosto de 1985 a comunidade viveu no santuário da Vila Velha, a trinta quilômetros da cidade, em situação precária.

Em 1984, iniciou-se a construção do mosteiro no terreno atual, para onde a comunidade se transladou no ano seguinte.
O mosteiro da Ressurreição foi erigido Abadia em agosto de 1997, tendo como seu primeiro e atual Abade: D. André Martins.


quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Miseráveis protestantes!!!


Cartaz com José e a Virgem na cama gera protestos na Nova Zelândia



Um outdoor colocado do lado de fora de uma igreja anglicana da Nova Zelândia, mostrando a imagem da Virgem Maria na cama com José, está provocando protestos de cristãos no país.

O outdoor traz a legenda Poor Joseph. God was a hard act to follow ("Pobre José. Foi difícil vir depois de Deus", em tradução livre), sugerindo que a cena ocorreu após a Concepção do Menino Jesus.

Segundo o vigário da igreja St. Matthew-in-the-City, Glynn Cardy, a ideia do cartaz era questionar estereótipos e promover o debate entre os fieis sobre o nascimento de Jesus Cristo.

Mas a Igreja Católica condenou o outdoor, chamando-o de "inapropriado" e "desrespeitoso".

Apenas horas depois de ser exibido em público, o cartaz foi vandalizado com tinta marrom.

Sátira

O vigário Glynn Cardy disse que o objetivo do cartaz era satirizar a interpretação literal da concepção de Cristo.

"Estamos tentando fazer com que as pessoas pensem mais sobre o sentido do Natal", disse ele à agência de notícias New Zealand Press Association (NZPA).

Cartaz vandalizado

Horas depois de ser colocado, cartaz foi vandalizado

(O Natal) tem a ver com um Deus espiritual masculino enviando seu sêmen para que uma criança nasça ou com o poder do amor em nosso meio?", questionou.

Cardy disse à NZPA que a igreja recebeu e-mails e telefonemas sobre o polêmico outdoor.

"Cerca de 50% disseram ter adorado, e cerca de 50% disseram que era terrivelmente ofensivo", disse ele, "mas foram cerca de 20 comentários sobre o cartaz. Isso é a Nova Zelândia."

‘Ofensivo’

A porta-voz da Diocese Católica de Auckland, Lyndsay Freer, disse que o poster era ofensivo para os cristãos.

"Nossa tradição cristã de 2 mil anos diz que Maria permanece virgem e Jesus é filho de Deus, não de José", disse ela ao jornal New Zealand Herald. "Um cartaz como esse é inapropriado e desrespeitoso."

O grupo de defesa dos valores familiares Family First disse que qualquer debate sobre o nascimento de Jesus de uma Virgem deve ser realizado dentro da igreja.

"Confrontar crianças e famílias com o conceito, com um outdoor na rua, é completamente irresponsável e desnecessário", disse o diretor do grupo Bob McCroskrie ao site de notícias stuff.co.nz.


Fonte: BBC Brasil

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

CD Padre Marcelo Rossi - Canciones para Alabar Al Señor.


Músicas:

01 Alzar Las Manos
02 Angeles De Dios
03 Basta Querer
04 Quero Mergulhar Nas Profundezas
05 Como A Corca
06 Espirito
07 Senhor Poe Teus Anjos Aqui
08 Anjos De Deus
09 Quem E Esta Que Avanca Como Aurora
10 Palmas Para Jesus
11 Erguei As Maos


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CD - Cristóbal Fones - En Él sólo la Esperanza


Este es uno de los clásicos álbunes de la música católica chilena, donde el juesuita Cristóbal Fones vierte su talento al servicio de la evangelización. Posee temas ya conocidos por todos como "Camino de la Cruz" o el eterno "Canción al Corazón de Jesús". Musicalmente es muy sencillo, pero no por eso menos bello. Mención aparte merece la portada del disco, donde se revela todo el compromiso social del cantante. Para que lo disfruten, un clásico.


Tradução através do Google Tradutor:


Esta é uma TFK álbuns clássicos da música católica chilena, onde Cristobal Fones juesuita derrama seu talento a serviço da evangelização. Tem temas já conhecidos por todos como "Caminho da Cruz" ou a "Canção eterna ao Coração de Jesus". Musicalmente ele é muito simples, mas não menos bela. Menção especial deve ser a capa do álbum, que revela todo o compromisso social do artista. Para apreciá-lo, um clássico.



01 .- Canción al corazón de Jesús
02 .- Hoy Señor vengo ante ti
03 .- La promesa
04 .- Camino de la luz
05 .- Te alabo en verdad
06 .- Buen Pastor
07 .- Oh, sagrado corazón
08 .- Madre del amor
09 .- Padre amado
10 .- Un salto a la luz
11 .- Amarte a ti señor
12 .- Consagrados a ti



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CD - Cristóbal Fones - Padre, Te Canto




1. Padre, vuelvo a casa
2. Resucitó el Señor
3. Padre amado
4. Jesús
5. Canción al Corazón de Jesús
6. Señor, a quién iremos
7. Te alabo en verdad
8. En ti vivimos
9. La gloria de Dios


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CD - Cristóbal Fones - Tejido a Tierra

Reseña tomada de OCP: "Ideal para la acompañar la oración personal y en comunidad, las 13 canciones abordan diversos aspectos de la vida cristiana, los sacramentos y el sufrimiento de la conversión y la oración. El estilo folklórico, de guitarra acústica y los textos inspirados en la Escritura nos recuerdan a otro artista chileno religioso: la Hermana Glenda. Los seguidores de su música quedarán encantados con esta nueva colección".


Review retirado OCP: "Ideal para acompanhar a oração pessoal e comunitária, as 13 canções abordando vários aspectos da vida cristã, os sacramentos eo sofrimento de conversão e oração. O estilo folk, guitarra acústica e textos Escritura inspirada nos lembrar de outro artista chileno religiosas: Irmã Glenda. Os seguidores da sua música vai adorar esta nova coleção. "


Músicas:


1. AQUÍ ESTOY SEÑOR
02. CANCION DE SAN FRANCISCO JAVIER
03. EL MISMO SOL
04. EL SERMON DEL MONTE
05. EL VERBO SE HIZO CARNE
06. ETERNO SEÑOR
07. FROM DEATH INTO LIFE
08. FUEGO
09. HAGAN ESTO EN MEMORIA MIA
10. MI CUERPO ES COMIDA
11. ÑUTUNGE ÑIDOL
12. ORACION A CRISTO DEL CALVARIO
13. PAZ ARMADA



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CD - Varios Intérpretes - Lenguas de Fuego

Este fue un pedido que hace algún tiempo me hicieron y corresponde a una grabación en vivo realizada en el año 1997 con motivo de ser ese año el del Espíritu Santo. Participan cantantes de México, Perú, Argentina, Brasil y Chile y está toda la musica inspirada en la Tercera Persona de la Trinidad. Una grabación de lujo, que aunque ya tiene sus años, sigue siendo conmovedora.
Reseña de de Juan Rueda (EE.UU.): "Este disco fue en encargo de la conferencia episcopal a Martin Valverde para el año del Espiritu Santo 1997. El resultado no pudo haber sido mejor, grabado en Guadalajara, Jalisco Mexico en un estudio sencillo, es un disco lleno del Espiritu Santo. Este fue uno delos primeros discos de musica catolica contemporanea que adquirí y hasta la fecha es de mis favoritos. Eugenio Jorge con Ven Espiritu Santo, la ultima Secuencia con todos, Ascoy con Susurro de Dios y la llamada a reflexionar de Daniel Poli y Ascoy en Renueva la faz de la tierra son excelsas. Sandra Salas esta presente con Dulce Brisa y su gran voz resalta en gran forma, bellisima interpretacion. Escuchenlo y me daran la razon".


Este foi um pedido que eu fiz há algum tempo e é uma gravação ao vivo feita no ano de 1997 para esse ano, se o Espírito Santo. Cantores participantes do México, Peru, Argentina, Brasil e Chile e toda a música é inspirada na Terceira Pessoa da Santíssima Trindade. Uma gravação de luxo, embora tenha o seu ano, ainda está em movimento.
Review of John Rueda (E.U.A.): "Este disco esteve a cargo da Conferência Episcopal, com Martin Valverde para o exercício do Espírito Santo 1997. O resultado não poderia ter sido melhor, gravado em Guadalajara, Jalisco México, em um estudo simples, é um álbum cheio do Espírito Santo. Este foi um dos primeiro disco de música católica contemporânea que eu comprei e até agora é a minha favorita. Eugenio George com Vinde, Espírito Santo, a última seqüência com todos os Ascoy com Whisper Deus
a chamada para pensar de Daniel Poli e Ascoy renova na face da terra são sublimes. Sandra Salas está presente com uma brisa suave e grande voz, destaca-se em grande forma, interpretación bellisima. escuchenlo e justificar-me. "



1. Sigue aquí (Luis Enrique Ascoy)
2. Nascer de novo (Eugenio Jorge)
3. Espíritu Santo, ven a mí (Daniel Poli)
4. Suave brisa (Sandra Salas)
5. Fogo suave (Eugenio Jorge)
6. Ven Espíritu Santo (Martín Valverde)
7. Dulce huésped (Sandra Salas)
8. Renueva la faz de la tierra (Daniel Poli y Luis Enrique Ascoy)
9. Profecías (Martín Valverde)
10. Yo creo en las promesas (Daniel Poli)
11. Susurro de Dios (Luis Enrique Ascoy)
12. Secuencia (todos)



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