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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Loteria de Natal do Papa ajudará vítimas do terremoto (Áudio)

Amatrice devastada pelo terremoto de agosto
Cidade do Vaticano (RV) – Novamente este ano, o Vaticano propõe uma iniciativa popular de solidariedade no Natal: pela quarta vez, foi apresentada a loteria de beneficência para obras de caridade do Santo Padre. A arrecadação será destinada à população do centro da Itália atingida pelo terremoto de 24 de agosto e aos sem-casa. O Papa colocou pessoalmente alguns prêmios à disposição. Os bilhetes serão vendidos a partir das próximas semanas, até o dia 2 de fevereiro, quando haverá a extração, diante de uma Comissão de controle.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Pregação do Advento: O espírito fonte de esperança (Ouça)

Frei Raniero Cantalamessa
Cidade do Vaticano (RV) - “Bebamos, sóbrios, a embriaguez do Espírito”. É o tema das quatro meditações que o pregador da Casa Pontifícia, o capuchinho Frei Raniero Cantalamessa, irá realizar - na presença do Papa Francisco – na sexta-feira da primeira semana de Advento, 2 de dezembro, na segunda, 9 de dezembro, na terceira, 16 de dezembro, e na quarta, 23 de dezembro, na capela Redemptoris Mater do Palácio Apostólico.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Vangelis - Canto Gregoriano

Vangelis (nome artístico de Evángelos Odysséas Papathanassíu, em em grego: Ευάγγελος Οδυσσέας Παπαθανασίου; Vólos, 29 de março de 1943) é um músico grego dos estilos neoclássico, progressivo, música eletrônica e ambiente. Suas composições mais conhecidas são o tema vencedor do Oscar de 1981, com o filme Chariots of Fire (br: Carruagens de Fogo), a trilha sonora do clássico Blade Runner, e mais recentemente, do filme biográfico de Cristóvão Colombo, 1492: Conquest of Paradise (br: 1492 - A Conquista do Paraíso / pt: 1492 - Cristóvão Colombo), com a música instrumental "Conquest of Paradise". É conhecido também pelo uso de sua música na série da PBS, Cosmos de Carl Sagan. Entre suas composições, há o tema da Copa do Mundo de 2002. Fonte.

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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Ouça as Profecias de Nossa Senhora de Fátima


Terceiro Segredo de Fátima

O designado Terceiro Segredo de Fátima é a terceira parte do segredo alegadamente revelado pela Virgem Maria a três crianças portuguesas: Lúcia dos Santos (10 anos), Francisco Marto (9 anos) e Jacinta Marto (7 anos) - Os Três Pastorinhos, no dia 13 de Julho de 1917 na Cova da Iria. De Maio a Outubro de 1917, as três crianças afirmaram ter testemunhado a aparição de «uma Senhora mais brilhante do que o Sol», hoje popularmente conhecida como Nossa Senhora de Fátima.

História

Segundo a Irmã Lúcia, em 13 de Julho de 1917 Nossa Senhora teria revelado um segredo constituído por três partes, de carácter profético. As duas primeiras foram reveladas em 1941, num documento manuscrito por Lúcia. A terceira parte foi escrita por Lúcia em 3 de Janeiro de 1944, por ordem do bispo de Leiria, José Alves Correia da Silva, que o guardou, em envelope selado, no seu arquivo. Em 4 de Abril de 1957, o envelope foi entregue ao Arquivo Secreto do Santo Ofício, onde ficou guardado.

A Irmã Lúcia, antes de entregar ao Bispo de Leiria-Fátima o envelope selado com a terceira parte do Segredo, tinha escrito no envelope exterior que podia ser aberto somente depois de 1960 pelo Patriarca de Lisboa ou pelo Bispo de Leiria. Interrogada sobre o motivo por que o fizera e se fora Nossa Senhora que indicara aquela data, a Irmã Lúcia respondeu que "Não foi Nossa Senhora; fui eu que meti a data de 1960 porque, segundo intuição minha, antes de 1960 não se perceberia, compreender-se-ia somente depois. Agora pode-se compreender melhor. Eu escrevi o que vi; não compete a mim a interpretação, mas ao Papa". O texto foi lido pelos Papas João XXIII e Paulo VI, que porém decidiram não o publicar.

João Paulo II, por sua vez, pediu o envelope com a terceira parte do segredo após o atentado de 13 de Maio de 1981.

Finalmente, a 13 de Maio de 2000, durante a sua visita a Portugal, o Papa João Paulo II, por meio de seu Secretário de Estado, Cardeal Angelo Sodano, divulgou no Santuário de Fátima parte do conteúdo da terceira parte do Segredo.

Texto

Manteve-se a ortografia original do documento.

« J.M.J.
A terceira parte do segredo revelado a 13 de Julho de 1917 na Cova da Iria-Fátima.
Escrevo em acto de obediência a Vós Deus meu, que mo mandais por meio de sua Ex.cia Rev.ma o Senhor Bispo de Leiria e da Vossa e minha Santíssima Mãe.
Depois das duas partes que já expus, vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora um pouco mais alto um Anjo com uma espada de fogo em a mão esquerda; ao cintilar, despedia chamas que parecia iam incendiar o mundo; mas apagavam-se com o contacto do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro: O Anjo apontando com a mão direita para a terra, com voz forte disse: Penitência, Penitência, Penitência! E vimos n'uma luz imensa que é Deus: “algo semelhante a como se vêem as pessoas n'um espelho quando lhe passam por diante” um Bispo vestido de Branco “tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre”. Vários outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande Cruz de troncos toscos como se fora de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia em ruínas, e meio trémulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho; chegado ao cimo do monte, prostrado de joelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás outros os Bispos Sacerdotes, religiosos e religiosas e varias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de varias classes e posições. Sob os dois braços da Cruz estavam dois Anjos cada um com um regador de cristal em a mão, neles recolhiam o sangue dos Mártires e com ele regavam as almas que se aproximavam de Deus.
Tuy -3-1- 1944 ».

Interpretação

O texto foi objecto dum comentário teológico da autoria do então Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, publicado, juntamente com o texto integral do segredo, em 26 de Junho de 2000. Este comentário começa por estabelecer o lugar teológico das revelações privadas, seguindo com a estrutura antropológica das mesmas. Faz então uma tentativa de interpretação do Segredo de Fátima, na sua globalidade.

Segundo essa interpretação da Santa Sé, "o segredo consiste numa visão profética, comparável às da Sagrada Escritura, que não descrevem de forma fotográfica os detalhes dos acontecimentos futuros, mas sintetizam e condensam sobre a mesma linha de fundo factos que se prolongam no tempo numa sucessão e duração não especificadas. Em consequência, a chave de leitura do texto só pode ser de carácter simbólico." A Irmã Lúcia, no seu encontro com o enviado do Papa, Card. Tarcisio Bertone, antes da divulgação do segredo, reafirma a sua convicção de que a visão de Fátima se refere sobretudo à luta do comunismo ateu contra a Igreja e os cristãos, e descreve o imane sofrimento das vítimas da fé no século XX.


Também segundo a Irmã Lúcia, o "bispo vestido de branco" é o Papa, ainda que a visão não pareça referir-se a um Papa específico.

Polêmicas

Devido à demora da publicação do Terceiro Segredo, várias especulações surgiram na Igreja e fora dela. Algumas falavam de uma guerra nuclear, do assassinato de um Papa, ou da substituição do Papa por um impostor.


Alguns sectores contestam a autenticidade da terceira parte do segredo, ou então alegam que haveria uma outra parte não revelada. Tais alegações são no entanto recusadas por parte da Santa Sé. Em maio de 2016, o Papa emérito Bento XVI classificou como "puras invenções" os rumores que indicam que a profecia do terceiro segredo de Fátima não foi publicada na íntegra em 2000.

Exame do manuscrito

Em setembro de 2013, Maria José Azevedo Santos, uma investigadora portuguesa da Universidade de Coimbra, realizou nos arquivos da Congregação para a Doutrina da Fé o exame completo do manuscrito. O convite partiu da Santa Sé, através do Santuário de Fátima e com autorização prévia do Papa Francisco, para ser feito um exame completo e um estudo diplomático e paleográfico do documento.

A investigadora e catedrática da Faculdade de Letras assegura que "a terceira parte do manuscrito do segredo de Fátima é realmente um documento autêntico". A especialista, que foi a primeira mulher leiga a ter acesso ao documento, analisou o conteúdo, as formas usadas, a datação, elementos relacionados com termos de posse e outras marcas do registo.

O estudo, sem caráter teológico, foi publicado em 2014 e incidiu, entre outros aspetos, na morfologia da escrita e a disposição do texto.


O manuscrito da terceira parte do «Segredo de Fátima» foi mostrado pela primeira vez ao público e esteve patente entre 30 de novembro de 2013 e 31 de outubro de 2014, no Santuário de Fátima, no âmbito da exposição "Segredo e revelação", que destacou as três partes do chamado Segredo de Fátima. O manuscrito foi depois devolvido ao Arquivo da Congregação para a Doutrina da Fé, entidade à qual pertence. 

Fonte

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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Papa Francisco: ataques e perseguição, o preço do testemunho cristão

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco começou a semana celebrando a Missa na capela de sua residência, a Casa Santa Marta. Próximos da celebração de Pentecostes, as leituras falam sempre mais do Espírito Santo. De fato, os Atos dos Apóstolos referem que o Senhor abriu o coração de uma mulher de nome Lídia, uma comerciante de púrpura que na cidade de Tiatira ouvia as palavras de Paulo.


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“Esta mulher sentiu algo dentro de si, que a levou a dizer: ‘Isso é verdade! Eu estou de acordo com aquilo que este homem diz, este homem que testemunha Jesus Cristo. O que ele diz é verdade!’. Mas quem tocou o coração desta mulher? Quem lhe disse: ‘Ouça, porque é verdade’? Foi precisamente o Espírito Santo que fez com que esta mulher sentisse que Jesus era o Senhor; fez com que sentisse que a salvação estava nas palavras de Paulo; fez com que esta mulher ouvisse um testemunho. O Espírito dá testemunho de Jesus. E todas as vezes que nós sentimos no coração algo que nos aproxima de Jesus, é o Espírito que trabalha dentro de nós”, refletiu Francisco.

Perseguição

O Evangelho fala de um testemunho duplo: o Espírito que testemunha Jesus e o nosso testemunho. Nós somos testemunhas do Senhor com a força do Espírito. Jesus convida os discípulos a não se escandalizarem, porque o testemunho carrega consigo as perseguições. Das “pequenas perseguições das fofocas”, das críticas, àquelas grandes perseguições, de que “a história da Igreja está repleta, que leva os cristãos à prisão e os leva até mesmo a dar a vida”:

“É o preço do testemunho cristão, disse Jesus. ‘Expulsarão vocês das sinagogas e chegará a hora em que alguém, ao matar vocês, pensará que está oferecendo um sacrifício a Deus’. O cristão, com a força do Espírito, testemunha que o Senhor vive, que o Senhor ressuscitou, que o Senhor está entre nós, que o Senhor celebra conosco sua morte e ressurreição, toda vez que nos dirigimos ao altar. O cristão dá também testemunho, ajudado pelo Espírito, em sua vida cotidiana, com o seu modo de agir, mas muitas vezes este testemunho provoca ataques, provoca perseguições.”


“O Espírito Santo que nos fez conhecer Jesus”, concluiu o Papa, “é o mesmo que nos impele a torná-lo conhecido, não tanto com palavras, mas com o testemunho de vida”:
“É bom pedir ao Espírito Santo que venha ao nosso coração para dar testemunho de Jesus; dizer-lhe: Senhor, que eu não me distancie de Jesus. Ensina-me o que Jesus ensinou. Faz-me lembrar o que Jesus disse e fez, e ajuda-me a testemunhar estas coisas. Que a mundanidade, as coisas fáceis, as coisas que vem do pai da mentira, do príncipe deste mundo, o pecado, não me distanciem do testemunho”.

(BF/MJ)

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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Vida Reluz - Restaurado pra Adorar

O álbum traz 10 faixas inéditas e duas regravações com nova roupagem que contagiam e resgatam a essência da banda Vida Reluz. As canções convidam a refletir, a louvar e adorar a Deus, e emocionam tanto pelo carisma das letras como pelas melodias e arranjos envolventes que são características da Vida Reluz. A produção musical e artística foi de Walmir Alencar. Músicas disponibilizadas pelas Paulinas.

Hildegard von Bingen - Voice of the Living Light

Santa Hildegarda de Bingen, em alemão Hildegard von Bingen (Bermersheim vor der Höhe, verão de 1098 — Mosteiro de Rupertsberg, 17 de setembro de 1179), foi uma monja beneditina, mística, teóloga, compositora, pregadora, naturalista, médica informal, poetisa, dramaturga e escritora alemã, e mestra do Mosteiro de Rupertsberg em Bingen am Rhein, na Alemanha. Foi proclamada pelo Papa Bento XVI, em carta apostólica de 7 de outubro de 2012, Doutora da Igreja Universal.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Padre Paulo Ricardo cantando Regina Coeli (Ouça).

O Regina Coeli ou Regina Caeli é a oração feita pelos católicos às 06h00, 12h00 e às 18h00, durante o Tempo Pascal. Ela substitui a oração do Angelus, feita nos outros dias.

Oração:

V.: Rainha do céu, alegrai-vos! Aleluia!
R.: Porque quem merecestes trazer em vosso seio. Aleluia!
V.:Ressuscitou como disse! Aleluia!
R.: Rogai a Deus por nós! Aleluia!
V.: Exultai e alegrai-Vos, ó Virgem Maria! Aleluia!
R.: Porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente! Aleluia.

Conclui-se com a seguinte oração:

V.: Oremos:
Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso, concedei-nos, Vos suplicamos, que por sua Mãe, a Virgem Maria, alcancemos as alegrias da vida eterna. Por Cristo, Senhor Nosso.
R.: Amém!
V.: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R.: Como era no princípio, agora e sempre, Amém. (três vezes)

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Illumination - Peaceful Gregorian Chants - Dan Gibson's Solitude.

Canções:

01 - Introit - 00:00:00 - 00:06:27
02 - Kyrie Eleison - 00:06:28 - 00:12:59
03 - Asperges me, Domine - 00:13:00 - 00:19:40
04 - Credo IV - 00:19:41 - 00:27:26
05 - Pange lingua gloriosi - 00:27:27 - 00:33:57
06 - Gradual and Alleluia - 00:33:58 - 00:40:38
07 - Credo III - 00:40:39 - 00:47:21
08 - Jesu dulcis memoria - 00:47:22 - 00:54:23
09 - Adoro te devote - 00:54:34 - 01:01:01

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Francisco em La Paz: “Devemos construir pontes, em vez de erguer muros" (Ouça).

La Paz (RV) – O Papa discursou à sociedade civil boliviana na Catedral de La Paz no início da noite desta quarta-feira (08/07). Retomando diversos pontos da sua recente encíclica, Francisco convidou os presentes a refletirem sobre uma ecologia integral que considere o homem e a natureza numa relação plena e recíproca. Sobre a questão de uma saída para o mar para o território boliviano, o Papa pediu diálogo: “Devemos construir pontes, em vez de erguer muros”, defendeu o Pontífice.

sábado, 4 de julho de 2015

Em primeiro discurso como Papa emérito, Bento XVI fala da música (Ouça).

Cidade do Vaticano (RV) – Pela primeira vez desde que se tornou Papa emérito, em 28 de fevereiro de 2013, a voz de Bento XVI voltou a ser registrada oficialmente pela Rádio Vaticano, neste sábado (04/7).

Bento XVI agradeceu, na Residência Pontifícia de Castel Gandolfo, ao Cardeal-arcebispo de Cracóvia, Dom Stanisław Dziwisz, que lhe conferiu dois títulos de Doutorado “honoris Causa” em nome dos reitores da Academia Musical de Cracóvia e da Pontifícia Universidade João Paulo II, instituída por Bento XVI em 19 de junho de 2009.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Padre Zezinho (Coletânea).

José Fernandes de Oliveira, SCJ, conhecido como Padre Zezinho (Machado, 8 de junho de 1941) é um padre católico brasileiro da Congregação dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus.

Padre Zezinho é conhecido por suas habilidades como escritor e músico. Seu pai era violeiro e foi dele que herdou o amor pela música. Quando criança, José Fernandes passou a conviver com os padres, que davam assistência à sua família. Zezinho é o mais jovem de seis irmãos. Quando Zezinho tinha dois anos de idade, sua família mudou-se de Machado para Taubaté, depois de seu pai ter sofrido um acidente e ficar paralítico. Aos onze anos, ingressou no seminário dos padres dehonianos.

Ordenado padre aos 25 anos de idade em 1966 nos Estados Unidos, logo assumiu como meios de evangelização o teatro e a música, em 1967, e os meios de comunicação, em 1969. Em 2014, completou cinquenta anos de evangelização.

Pe. Zezinho é um dos maiores fenômenos da música cristã no mundo, sempre lotando suas apresentações. O grande pioneiro da música católica popular é considerado o maior cantor e compositor da música católica brasileira de todos os tempos com renome internacional. É admirado e respeitado até pelos protestantes. Suas canções atravessaram gerações. Começou a compor em 1964 e iniciou sua carreira de cantor em 1967. Em 1969, gravou Shalom, seu primeiro compacto, pela Paulinas COMEP. O sucesso das canções de Zezinho foi imediato entre os fiéis católicos, sendo reconhecido por eles como um profeta de várias gerações. Foi ainda pioneiro no uso de instrumentos modernos como a guitarra elétrica e a bateria na música religiosa.

domingo, 5 de abril de 2015

terça-feira, 31 de março de 2015

Músicas do Hinário Litúrgico (Ouça).


01 - A morte já não mata mais.
02 - Amém, aleluia! Vi cantar no Céu.
03 - Jesus é O Rei.
04 - Santo.
05 - Aclamação ao Evangelho - É preciso vigiar.
06 - Bendito seja Deus Pai.
07 - Eu não sou digno.
08 - Quem nos separará.
09 - Na Mesa da Eucaristia.
10 - Cante ao Senhor.
11 - À Mãe do Redentor.
12 - Ladainha de todos os Santos.
13 - Hino de Louvor e Glória.





sexta-feira, 20 de março de 2015

Liturgia XIII - Quaresma - Cantos do Hinário Litúrgico (Ano A).


São 19 cantos que contemplam desde a Quarta-Feira de Cinzas até o Domingo de Ramos para serem utilizados nas celebrações eucarísticas. A interpretação é do grupo de solistas da Paulus. A orquestração é do maestro Carlos Slivskin.

Músicas:

01 - Senhor, eis aqui o teu povo.
02 - Piedade, ó Senhor.
03 - Louvor e glória a ti, Senhor.
04 - Pecador, agora é tempo.
05 - O vosso coração de pedra.
06 - Reconciliai-vos com Deus.
07 - Quando invocar, eu atenderei.
08 - Então, da nuvem luminosa.
09 - Se conhecesses o dom de Deus.
10 - Alegres vamos à casa do Pai.
11 - Dizer aos cativos do Pai.
12 - No Senhor é que se encontra o perdão.
13 - Eu vim para que todos tenham vida.
14 - Hosana ao Filho de Davi.
15 - Hosana, hosana e viva!.
16 - Os filhos dos hebreus.
17 - Salve, ó Cristo obediente.
18 - Ó morte, estás vencida.
19 - Pai, se este cálice.



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sexta-feira, 13 de março de 2015

Francisco relembra o conclave: "Foi uma surpresa para mim" (Áudio).


Cidade do Vaticano (RV) - Migrações e tráfico de drogas, reforma da Cúria e desafios do Sínodo sobre a Família foram os tópicos da entrevista concedida por Francisco à Televisão mexicana Televisa, publicada nesta sexta-feira, 13, segundo aniversário de Pontificado do Papa argentino. Mas o Papa também relembrou os momentos do conclave que o elegeu e sua amizade com o Cardeal Cláudio Hummes.

Ouça o áudio
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Guadalupe e a visita ao México

A jornalista Valentina Alazraki foi recebida na sala da Casa Santa Marta dominada pela imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, de quem todo o continente latino-americano é devoto. “A Virgem é fonte de unidade cultural que conduz à santidade em meio a tanto pecado, tanta injustiça, tanta exploração e tanta morte”, disse o Papa, explicando a escolha deste local. A entrevista começou com a pergunta: “Por que não foi programada uma etapa no México quando fará a viagem, em setembro, aos EUA, para o Dia Mundial das Famílias?”.

sábado, 6 de dezembro de 2014

2º Domingo do Advento - A virtude da humildade.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo Marcos
(Mc 1, 1-8)
O Evangelho deste Domingo apresenta a figura de São João Batista, que foi o precursor (πρόδρομος) de Nosso Senhor. Como disse o próprio Zacarias: "Serás profeta do Altíssimo, ó menino, pois irás andando à frente do Senhor para aplainar e preparar os seus caminhos, anunciando ao seu povo a salvação, que está na remissão de seus pecados" [1].
É com uma citação do profeta Isaías que São Marcos introduz o seu Evangelho. O "Livro da Consolação" – a segunda parte do livro de Isaías – foi escrito à época do exílio do povo de Israel na Babilônia. Depois de muito advertir e ameaçar os israelitas, Deus começa a consolar o seu povo, agora em cativeiro. Assim começa o capítulo 40: "Consolai o meu povo, consolai-o! – diz o vosso Deus". É deste contexto que vem a frase usada pelo Evangelista: "Esta é a voz daquele que grita no deserto: 'Preparai o caminho do Senhor, endireitai suas estradas!'"
Quem examina, porém, a frase de Marcos e a de Isaías, percebe que há uma diferença no modo como estão construídas. O profeta diz que uma voz grita para que se prepare, no deserto, o caminho do Senhor; no Evangelho, ao contrário, é a voz que clama no deserto. Por que essa mudança de pontuação? Porque São Marcos – assim como sempre fizeram os cristãos – lê o Antigo Testamento à luz do Novo. O sentido literal da passagem de Isaías existe e é importante, mas é preciso entendê-la também e principalmente a partir de Cristo. Assim, preparar "o caminho do Senhor" nada mais é que preparar o caminho de Jesus.
Mas, como fazer isso? O exemplo de São João Batista ilustra bem o que Isaías quer dizer com os verbos aplainar, nivelar e rebaixar, usados na Primeira Leitura [2]. Ele diz: "Depois de mim virá alguém mais forte do que eu. Eu nem sou digno de me abaixar para desamarrar suas sandálias". Para preparar "o caminho do Senhor", é necessária a virtude da humildade. Ao pregar ao povo um batismo de conversão e o arrependimento dos pecados, São João quer que os homens reconheçam a sua miséria, desfaçam-se de seu orgulho e de sua soberba, sejam humildes.
Para entender em que consiste essa virtude, é preciso entender que, no homem, existem apetites naturais, que se encontram desordenados por conta do pecado original. O desejo de comer, por exemplo, pode degenerar em gula; o desejo sexual, em luxúria; e, do mesmo modo, o desejo de glória – porque o ser humano foi feito para a glória do Céu – pode transformar-se no vício da soberba, que é justamente um apetite desordenado da própria excelência. A humildade consiste, pois, em refrear esse apetite e imitar Nosso Senhor que, "existindo em forma divina, não se apegou ao ser igual a Deus, mas despojou-se, assumindo a forma de escravo e tornando-se semelhante ao ser humano" [3]. Não é justamente este o mistério que se celebra no Natal – a saber, o do Verbo que se fez carne, do Deus que se rebaixa, se humilha, para salvar a humanidade? Não foi também este o fato que Simeão considerou "causa de queda" e "sinal de contradição" [4] em Israel?
Para sondar a natureza da humildade, é importante recorrer à definição de Santa Teresa de Ávila, em suas Moradas:
"Certa vez, pensando eu por que Nosso Senhor aprecia tanto a virtude da humildade, deparei logo (a meu ver, sem que eu o considerasse, de modo repentino) com o seguinte: sendo Deus a suma Verdade, e a humildade, andar na verdade, eis a razão da sua importância. E é grandíssima verdade o fato de nada de bom proceder de nós; só o fazem a miséria e a insignificância. E quem não entende isso anda na mentira. Quem mais o compreender mais agradará à suma Verdade, porque anda nela. Praza a Deus, irmãs, dar-nos a graça de nunca abandonar esse conhecimento próprio. Amém." [5]
"Andar na verdade", eis o que é a humildade. Não se trata de inventar algo a respeito de si mesmo, vivendo uma espécie de teatro, mas de reconhecer uma "grandíssima verdade": que nada de bom procede de nós, senão "a miséria e a insignificância".
Santo Tomás de Aquino, ao responder se o homem deve, por humildade, sujeitar-se a todos, ensina coisa semelhante:
"Duas coisas podem ser consideradas no homem: o que é de Deus e o que é do homem. É do homem, certamente, tudo o que é falho e é de Deus tudo o que é de salvação e perfeição, conforme está escrito: 'Tua perdição é obra tua, Israel; tua força é somente minha' (Os 13, 9). Ora, a humildade, como se viu, visa, propriamente, à reverência com que o homem se submete a Deus. E, por isso, todo homem, por aquilo que é seu, deve sujeitar-se ao próximo, quem quer que seja, por causa daquilo que é de Deus nessa pessoa."

(...)

"Se preferimos o que há de divino no próximo ao que há de humano em nós mesmos, não podemos incorrer em falsidades. Por isso, comentando o que diz o Apóstolo: 'Considerai os outros superiores a vós' (Fl 2, 3), diz a Glosa: 'Não devemos entender essas palavras, fingidamente; pelo contrário, pensemos que pode haver no outro um bem oculto que o faz superior a nós, mesmo que o nosso bem, pelo qual nos achamos superiores a ele, não esteja oculto'." [6]
Neste tempo do Advento, sigamos o exemplo de São João Batista e coloquemos em prática a virtude da humildade, consciente de que "Deus resiste aos soberbos, mas concede a graça aos humildes" [7].

Referências

  1. Lc 1, 76-77
  2. Cf. Is 40, 3-4
  3. Fl 2, 6-7
  4. Lc 2, 34
  5. Castelo Interior, Sextas Moradas, X, 7
  6. Suma Teológica, II-II, q. 161, a. 3
  7. Tg 4, 6; cf. Pr 3, 34




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domingo, 30 de novembro de 2014

1º Domingo do Advento - Convertei-nos, para que sejamos salvos!

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo
Marcos (Mc 13, 33-37)

Diante das infidelidades do povo de Israel, o pedido do profeta Isaías para que Deus "volte atrás" mostra a consciência de que, sem a Sua graça, nada podemos. "Deus é fiel", e é Ele mesmo quem vai garantir, com a Sua graça, que alcancemos a santidade. Para tanto, resta-nos clamar, com o salmista: "Convertei-nos, Senhor, para que sejamos salvos!"


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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Papa: "O Evangelho é novidade. Não temer as mudanças na Igreja" (Ouça).


Cidade do Vaticano (RV) – Na missa desta manhã na Casa Santa Marta, o Papa destacou que o cristão não deve ser escravo de “tantas pequenas leis”, mas abrir o coração ao mandamento novo do amor.

Comentando o Evangelho do dia, Francisco recordou que os escribas querem colocar Jesus em dificuldade, perguntando a ele porque seus discípulos não jejuam. O Senhor não cede e responde falando de festa e novidade:

A vinhos novos, odres novos. A novidade do Evangelho. O que ele nos traz? Alegria e novidade. Esses doutores da lei estavam fechados em seus mandamentos, em suas prescrições. São Paulo, falando deles, nos diz que antes da fé – ou seja, de Jesus – todos nós estávamos protegidos como prisioneiros sob a lei. A lei dessas pessoas não era má: protegidos, mas prisioneiros, à espera que chegasse a fé. Aquela fé que teria sido revelada, no próprio Jesus.
O povo, observou o Papa, “tinha a lei dada por Moisés” e também muitos destes “hábitos e pequenas leis” que os doutores tinham codificado. “A lei – comentou o Papa – os protegia, mas como prisioneiros! E eles estavam à espera da liberdade, da definitiva liberdade que Deus teria dado a seu povo com seu Filho”. A novidade do Evangelho, portanto, é esta: “resgatar da lei”:

“Alguém de vocês pode me perguntar: ‘Os cristãos não têm lei?’ Sim! Jesus disse: “Eu não venho mudar a lei, mas levá-la à sua plenitude”. A plenitude da lei são, por exemplo, as Bem-aventuranças, a lei do amor, do amor total como o que Ele, Jesus, nos amou. Quando Jesus repreende os doutores da lei, o faz porque não protegeram o povo com a lei, mas o escravizaram com tantas leis pequenas, pequenas coisas”.

“Coisas que tinham que fazer – acrescentou – sem a liberdade trazida por Ele com a nova lei, a lei que Ele estabeleceu com o seu sangue”. “Esta é a novidade do Evangelho, que é festa, é alegria, é liberdade”, disse. ”Isto, destacou, é o que Jesus quer nos dizer: ‘Sim às novidades, aos vinhos novos, aos odres novos. Não tenham medo de mudar as coisas segundo a lei do Evangelho’”: 

“Paulo distingue bem: filhos da lei e filhos da fé. A vinhos novos, novos odres; e por isso, a Igreja nos pede, a todos nós, algumas mudanças. Pede-nos que deixemos de lado as estruturas decrépitas: são inúteis! E usemos os odres novos, os do Evangelho. Não se pode entender a mentalidade destes doutores da lei, destes teólogos fariseus: não se pode entender a sua mentalidade com o espírito do Evangelho, são coisas diferentes. O estilo do Evangelho leva à plenitude da lei, sim, mas de um modo novo: é o vinho novo em odres novos”. 

“O Evangelho – disse ainda Francisco – é novidade! O Evangelho é festa, e só se pode vivê-lo plenamente em um coração alegre e renovado! Que o Senhor nos dê a graça de observar esta lei, disse o Papa, no mandamento do amor, nos mandamentos que provêm das Bem-aventuranças”. “Que o Senhor nos dê a graça de ‘não permanecermos prisioneiros’, mas também a graça ‘da alegria e da liberdade que nos traz a novidade do Evangelho’”.
(BF/CM)



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Famílias imigrantes, dificuldades dobradas (Ouça).


Cidade do Vaticano (RV) - A Capelania Brasileira Nossa Senhora Aparecida é a grande família dos imigrantes católicos brasileiros em Londres. Desde 1995, ali são celebradas missas em português e ministrados os Sacramentos. É, portanto, ali, longe da pátria natal, que nossos compatriotas se casam, se confessam, batizam os filhos e procuram conforto espiritual e ajuda de todo tipo

Na iminência do Sínodo dos Bispos sobre a Família, que o Vaticano hospeda em outubro próximo, nós conversamos com o Padre Túlio Wavginiak, responsável pela Capelania e próximo das famílias brasileiras em Londres. Inicialmente, ele nos fala das dificuldades das pessoas que vivem em situação irregular.

Padre Túlio destaca a carência de agentes pastorais que falem português, o que dificulta a assistência às famílias que pedem ajuda. Enfim, ele nos revela que tipo de reação as famílias de imigrantes têm, diante de tantos obstáculos. Ouça a entrevista, clicando acima.

(CM)