
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Divisão protestante.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Michael Jackson Céu, inferno ou purgatório?

Olá irmãos e irmãs, gostaria de saber a opinião de vocês a respeito dos Novíssimos, em especial da morte do Michael Jackson. Será que ele está no céu como dizem?... Será que ele era batizado, tinha os Sacramentos na vida dele?... Deixo uma letra (traduzida) de uma de suas músicas para você pensar melhor. Estou no aguardo, que Deus abençoe a todos!
E algo malígno está te espreitando no escuro
Sob a luz da lua
Você tem uma visão que quase pára o seu coração
Você tenta gritar
Mas o terror toma o som antes de você fazê-lo
Você começa a congelar
Enquanto o horror te olha bem nos seus olhos
Você está paralizado!
E ninguém vai te salvar
Da besta pronta para atacar
Você sabe que é terror, noite de terror
Você está lutando por sua vida
Numa noite assassina de terror
E percebe que não há para onde correr
Você sente uma mão fria
E pensa se ainda vai ver o sol
Você fecha os olhos
E espera que seja tudo imaginação, garota
Mas enquanto tudo isso
Você escuta a criatura rastejando
Sua hora chegou!
Não há segunda chance
Contra essa coisa de quarenta olhos
Você sabe que é terror, noite de terror
Você está lutando por sua vida
Numa noite assassina de terror
E os mortos começam a andar
Em seus disfarçes
Não há escape
Das presas desse alien dessa vez
(Eles estão abertos)
Esse é o final da sua vida!
Há demônios chegando por todo lado
Eles vão te possuir
A menos que você troque o seu número
Essa é a hora
Para nós ficarmos juntos abraçados
Por toda a noite
Eu vou te salvar do terror na tela
Vou fazer você ver
Eu posso te assustar mais
Do que um fantasma ousaria tentar
Garota, isso é terror, noite de terror
Então deixe eu te abraçar forte
E dividir uma noite de Terror
Assassina, arrepiante, assustadora...
Padre Fábio de Melo péssimo e lastimável exemplo para o Ano Sacerdotal

Introdução
Afirma Santo Tomás de Aquino que: “Pertence, com efeito, ao que aceita um dos termos contrários refutar o outro, como, por exemplo, acontece na medicina: esta trata da saúde e afasta a doença.”.[1] Exatamente por isso nós que louvamos e veneramos os bons sacerdotes queremos censurar os maus. Ademais, estamos no Ano Sacerdotal, e queremos, enquanto Sua Santidade o Papa Bento XVI louva o Santo Cura d´Ars como modelo de sacerdote, combater aqueles que desonram o sacerdócio e são a vergonha da Igreja de Cristo.[2] Por que: “Diz S. João Crisóstomo que nunca Deus é tão ofendido como quando os que o ultrajam estão revestidos da dignidade sacerdotal.”.[3]
O dever do sacerdote
Assim nos ensina Santo Afonso de Ligório e a Santa Tradição Católica e Apostólica:
“O próprio Jesus Cristo diz que viera ao mundo para acender o fogo do amor divino. Eis a que o padre deve consagrar toda a sua vida e todas as suas forças. Não tem que trabalhar em adquirir tesouros, honras e bens terrenos, mas unicamente em ver a Deus amado de todos os homens.”.[4]
Ora, “pode-se, por acaso, amar o que não se conhece? Pode-se amar ardentemente o que só se conhece imperfeitamente? Por que é tão pouco amada a Sabedoria eterna e encarnada, o adorável Jesus? Porque o conhecem pouco ou não conhecem!”.[5] Portanto, é preciso ensinar: “Ide, pois, ensinai todas as gentes, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinado-as a observar todas as coisas que vos mandei.” (Mt XXVIII, 19-20).
Quando pensamos nesse mandamento de Cristo e olhamos para muitos bispos e padres de hoje, ficamos desolados. Quantos sacerdotes ao invés de ensinar a verdade disseminam o erro. Ao invés de conduzirem à Vida desviam para a morte. De modo que os escolhidos para tornar Nosso Senhor conhecido e amado escondem, com suas loucuras, a Face do Altíssimo e trabalham para que Ele seja menos amado pelos homens.
Um desses infelizes sacerdotes é o Pe. Fábio de Melo, que tem escandalizado a muitos, ensinando publica e abertamente pestilentas heresias.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Nova Ordem Global: Conheça o RIC, sua nova carteira de identidade
Chegou a nova ordem global no Brasil irmãos, vejam!
Até 2017 o Governo Federal espera que 150 milhões de pessoas tenham sido recadastrados no RIC, projeto que contempla ainda um documento único e com chip para todos os brasileiros.
O uso de chips para identificação já é bastante comum em cartões de bancos, pois além da praticidade eles também conferem mais segurança às transações bancárias. Essa realidade dos chips parece finalmente ter chegado à identificação civil.
O Governo Federal coloca em prática neste ano de 2009 o RIC – Registro Único de Identificação Civil, um projeto que prestará um registro único para todos os cidadãos brasileiros. Este número ficará registrado em uma central de informações, e será utilizado sempre que for necessário criar um novo documento.
Além disso, o projeto contempla ainda um documento único, a “nova carteira de identidade”, no qual estarão presentes o número do seu RIC, bem como de todos seus outros documentos. O documento será semelhante a um cartão de crédito, contando ainda com um chip com diversas informações a seu respeito, como altura, impressões digitais, etc.
O sistema RIC
Este novo documento, instituído pela Lei 9.454 de 7 de abril de 1997, foi criado para facilitar a vida do cidadão brasileiro. Com ele você será cadastrado em uma central nacional de informações, com todas as suas informações datiloscópicas, fotografia 3x4, números de documentos (RG, CPF, título de eleitor, PIS/PASEP, carteira de trabalho e carteira nacional de habilitação) e também dados como altura e cor dos olhos.
O RIC só foi viabilizado através de um investimento de 35 milhões de dólares feito pelo Governo Federal em 2004, na aquisição do Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais (o AFIS, do inglês Automated Fingerprint Identification System). Este sistema foi repassado ao Ministério da Justiça, que é o responsável pela identificação dos cidadãos. Este Ministério planeja que até 2017, 150 milhões de brasileiros façam parte do RIC.
O que muda?
Um registro único confere mais praticidade na confecção de novos documentos e na identificação dos cidadãos. Com ele, você poderá retirar uma nova via de qualquer documento em qualquer estado da Federação, com a garantia de manter os mesmos dados e também o mesmo número de documento.
Através do número do seu Registro de Identificação Civil, dados e informações referentes a todos os seus documentos podem ser acessados rapidamente, o que também deve agilizar o processo de disponibilização de novos documentos. Ou seja, ao invés de ter que informar seu número de CPF, RG, título de eleitor e tantos outros documentos que existem, apenas uma única sequência numérica dará conta de tudo que é preciso saber acerca de sua identidade civil.
Um novo documento?
Também faz parte do projeto RIC a implantação de um documento único (e não somente um registro único). Isso significa que não será mais preciso carregar uma série de documentos para cima e para baixo, mas sim apenas um deles: o RIC, um cartão de policarbonato de alta resistência, semelhante aos de bancos, com um chip contendo informações civis (número de documentos) e de seu biótipo (cor de olhos, altura, impressões digitais, etc.).
| Fotos: Divulgação/Polícia Federal |
Para retirar o seu RIC serão coletadas suas impressões digitais através de um escâner (não será mais preciso sujar os dedos!), fotografia, assinatura, além dos dados do biótipo citados acima. No cadastro constarão os números de todos os documentos que você possui e todas estas informações estarão dentro do chip presente no novo documento.
Seus antigos documentos de papel ou plástico ainda continuarão a valer normalmente, mesmo após a retirada do Registro Único de Identificação Civil, até porque a retirada do novo documento é facultativa, segundo a Polícia Federal. Ou seja, o novo cadastramento será realizado com todos os brasileiros, mas o novo documento só terão aqueles que desejarem.
Mais segurança contra falsificações
Quando se fala em aparatos tecnológicos a serviço da cidadania, principalmente quando se trata de identificação, talvez a primeira coisa que venha na cabeça de muito seja a segurança. Durante a leitura deste texto você deve ter se perguntado: “mas se tudo ficará guardado em um chip, e se ele for violado, falsificado, copiado?”. Pois segundo o Ministério da Justiça, o chip vem para justamente evitar as fraudes.
Além da segurança presente neste dispositivo, o documento único será confeccionado sob medidas de segurança avançadas, em um documento de seis camadas, com impressão com tintas especiais sobre fundos complexos, além de o cartão contar com marcas d’água, o que tornaria a falsificação algo extremamente difícil, praticamente impossível.
E o que eu ganho com tudo isso?
Vamos pontuar alguns pontos positivos desta nova carteira de identidade. Talvez a primeira e principal delas seja a praticidade conferida por um registro único, que nos livrará de ter que informar várias sequências de números toda vez em que um cadastro for realizado, ou então tirar várias cópias de vários documentos diferentes para motivo semelhante. Depois do RIC, apenas um documento, uma sequência numérica será o suficiente.
Outro ponto interessante é a praticidade para retirar novas vias de documentos. Se você mora fora de seu estado de origem e já precisou retirar novas vias de seus documentos, já sentiu na pele esta burocracia para conseguir documentos como RG e título de eleitor. Com o novo documento, por meio do número RIC, será possível fazer isso em qualquer estado brasileiro sem maiores dificuldades.
A segurança também é ponto chave deste novo projeto. Com este novo documento único ficará ainda mais difícil falsificar documentos, pois um chip presente no cartão garantirá a autenticidade das informações ali prestadas. Além disso, no verso do cartão estarão presentes uma série de códigos e também uma pequena reprodução da foto do cidadão, mais dois obstáculos contra falsificadores.
Por fim, a impressão a laser em um cartão de policarbonato preparado especialmente para isso evitará que o cartão se desgaste ou se quebre com facilidade. Este tipo de impressão não é removido com produtos químicos, e além de ajudar a proteger contra fraudes, garante ainda a durabilidade e a legibilidade do documento. É o Brasil um passo adiante de outras nações quando o assunto é identificação civil.
“Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é número de um homem, e o número é seiscentos e sessenta e seis.” [Apocalipse 13:18].
Já está chegando a marca da besta!
Vejamos a profecia bíblica: