segunda-feira, 21 de abril de 2014
Tuítes do Papa (21 de Abril).
"Todo o encontro com Jesus nos enche de alegria, daquela alegria profunda que só Deus nos pode" dar." Papa Francisco
Principais atividades na semana da Canonização de João XXIII e João Paulo II.
Cidade do Vaticano (RV) - Roma receberá milhares de peregrinos para uma semana muito especial que vamos viver. Estão previstas várias atividades em preparação a Canonização dos dois beatos João XXIII e João Paulo II.
Dos dias 22 a 26, foram preparados "briefing" que terão como tema: a vida dos dois beatos, como por exemplo: Por que eles são santos?; a vida e o ministério petrino de João XXIII e João Paulo II; a intercessão dos dois Beatos e seus milagres; “dois Papas Santos por quem esteve perto deles”; “Os dois Papas e o Concílio Vaticano II”. Todos serão ministradas na sala de imprensa Vaticana e na sala Paulo VI.
Acontecerão também ao longo da semana, diversos encontros, celebrações, missas e vigílias. Entre elas uma missa dia 26 às 18h na Basílica São João de Latrão, onde João XXIII iniciou sua vida religiosa como seminarista do Pontifício Seminário Romano e onde depois foi sua catedral como Bispo de Roma.
E no mesmo dia a partir das 21h, acontecerá a Noite Branca de oração. As igrejas do centro de Roma estarão abertas onde será possível rezar e se confessar. É proposto um esquema, elaborado pelo Ofício Litúrgico do Vicariato de Roma, para a vigília com passagens bíblicas e textos extraídos das escrituras dos dois Papas que oferecem sugestões para as meditações e orações.
Dos dias 22 a 26, foram preparados "briefing" que terão como tema: a vida dos dois beatos, como por exemplo: Por que eles são santos?; a vida e o ministério petrino de João XXIII e João Paulo II; a intercessão dos dois Beatos e seus milagres; “dois Papas Santos por quem esteve perto deles”; “Os dois Papas e o Concílio Vaticano II”. Todos serão ministradas na sala de imprensa Vaticana e na sala Paulo VI.
Acontecerão também ao longo da semana, diversos encontros, celebrações, missas e vigílias. Entre elas uma missa dia 26 às 18h na Basílica São João de Latrão, onde João XXIII iniciou sua vida religiosa como seminarista do Pontifício Seminário Romano e onde depois foi sua catedral como Bispo de Roma.
E no mesmo dia a partir das 21h, acontecerá a Noite Branca de oração. As igrejas do centro de Roma estarão abertas onde será possível rezar e se confessar. É proposto um esquema, elaborado pelo Ofício Litúrgico do Vicariato de Roma, para a vigília com passagens bíblicas e textos extraídos das escrituras dos dois Papas que oferecem sugestões para as meditações e orações.
Reflexão para Segunda-Feira de Páscoa (Ouça).
Cidade do Vaticano (RV) - Nesta semana, chamada de Semana da Oitava Pascal, vivemos a Eucaristia como se celebrássemos o Domingo de Páscoa, tal é sua importância grandiosa. A Páscoa é a Festa das Festas, é a celebração máxima dos cristãos. Jesus Cristo, por sua morte e ressurreição nos deu a vida plena com o Pai, para toda a eternidade.
Somos levados, por causa de todo o simbolismo e por causa de nossa tendência a sermos solidários com quem padece, a vivenciarmos, com facilidade, os mistérios da Paixão do Senhor. Com certeza, mais uma vez, nossos templos estiveram lotados de pessoas para as celebrações de quinta e, mais ainda, para a de sexta-feira santa.
É a sensibilidade que nos provoca a consciência de que somos cristãos e de que é preciso parar e rever nossa caminhada.
Somos levados, por causa de todo o simbolismo e por causa de nossa tendência a sermos solidários com quem padece, a vivenciarmos, com facilidade, os mistérios da Paixão do Senhor. Com certeza, mais uma vez, nossos templos estiveram lotados de pessoas para as celebrações de quinta e, mais ainda, para a de sexta-feira santa.
É a sensibilidade que nos provoca a consciência de que somos cristãos e de que é preciso parar e rever nossa caminhada.
Regina Caeli: A alegria da Páscoa não é uma maquiagem, mas vem do coração (Ouça).
Cidade do Vaticano (RV) – Nesta Segunda-feira de Páscoa, o Papa Francisco rezou com os fiéis e peregrinos na Praça S. Pedro a oração do Regina Caeli, que neste tempo pascal substitui a oração do Angelus.
Nesta semana, disse o Papa, podemos continuar com as felicitações de Páscoa, como se fosse um único dia. “É o grande dia que o Senhor fez.”
O sentimento dominante que transparece dos relatos evangélicos da Ressurreição é a alegria repleta de estupor, e na Liturgia nós revivemos o estado de espírito dos discípulos pela notícia que as mulheres traziam: Jesus ressuscitou!
“Deixemos que esta experiência, impressa no Evangelho, se imprima também nos nossos corações e transpareça na nossa vida. Deixemos que o estupor jubiloso do Domingo de Páscoa se irradie nos pensamentos, nos olhares, nas atitudes, nos gestos e nas palavras... Mas isso não é uma maquiagem! Vem de dentro, de um coração imerso na fonte desta alegria, como o de Maria Madalena, que chorou pela perda do seu Senhor e não acreditava nos seus olhos vendo-o ressuscitado.”
Quem faz esta experiência, acrescentou o Pontífice, se torna testemunha da Ressurreição, porque num certo sentido ele mesmo ressuscita. Então é capaz de levar um “raio” da luz do Ressuscitado nas diversas situações humanas: naquelas felizes, tornando-as mais belas e preservando-as do egoísmo; e naquelas dolorosas, trazendo serenidade e esperança.
Nesta Semana, disse ainda o Papa, nos fará bem pensar na alegria de Maria, a Mãe de Jesus. Assim como a sua dor foi íntima, a ponto de traspassar a sua alma, do mesmo modo a sua alegria foi íntima e profunda, e desta os discípulos puderam compartilhar.
Nesta semana, disse o Papa, podemos continuar com as felicitações de Páscoa, como se fosse um único dia. “É o grande dia que o Senhor fez.”
O sentimento dominante que transparece dos relatos evangélicos da Ressurreição é a alegria repleta de estupor, e na Liturgia nós revivemos o estado de espírito dos discípulos pela notícia que as mulheres traziam: Jesus ressuscitou!
“Deixemos que esta experiência, impressa no Evangelho, se imprima também nos nossos corações e transpareça na nossa vida. Deixemos que o estupor jubiloso do Domingo de Páscoa se irradie nos pensamentos, nos olhares, nas atitudes, nos gestos e nas palavras... Mas isso não é uma maquiagem! Vem de dentro, de um coração imerso na fonte desta alegria, como o de Maria Madalena, que chorou pela perda do seu Senhor e não acreditava nos seus olhos vendo-o ressuscitado.”
Quem faz esta experiência, acrescentou o Pontífice, se torna testemunha da Ressurreição, porque num certo sentido ele mesmo ressuscita. Então é capaz de levar um “raio” da luz do Ressuscitado nas diversas situações humanas: naquelas felizes, tornando-as mais belas e preservando-as do egoísmo; e naquelas dolorosas, trazendo serenidade e esperança.
Nesta Semana, disse ainda o Papa, nos fará bem pensar na alegria de Maria, a Mãe de Jesus. Assim como a sua dor foi íntima, a ponto de traspassar a sua alma, do mesmo modo a sua alegria foi íntima e profunda, e desta os discípulos puderam compartilhar.
domingo, 20 de abril de 2014
Francisco na homilia de Sábado Santo: "Voltar à Galiléia!" (Ouça).
Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco presidiu, na noite deste sábado santo, na Basílica Vaticana, à solene Vigília pascal, que contou com a participação de numerosos fiéis, provenientes de diversas partes do mundo.
Após o rito preparatório, da bênção do fogo e do solene anúncio pascal, o Santo Padre fez sua homilia, partindo, precisamente, do Evangelho da ressurreição de Jesus, referindo-se, de modo particular, às mulheres que foram ao sepulcro, na manhã seguinte.
Elas queriam honrar o corpo do Senhor, mas encontram o túmulo aberto e vazio. Mas, um anjo do Senhor lhes disse: «Não tenham medo! Ele ressuscitou dos mortos». E ao saírem de lá, se encontraram com o próprio Jesus, que lhes disse: «Vão anunciar aos meus irmãos, que me verão na Galileia».
Depois da morte de Jesus, os discípulos se dispersaram; tudo parecia ter acabado; as certezas e as esperanças, enfraquecidas. Mas, o incrível anúncio das mulheres brotou como um raio de luz na escuridão. A notícia se espalhou: Jesus ressuscitou!
O Anjo do Senhor e o próprio Jesus pediram às mulheres para avisar aos discípulos para irem à Galileia. Por que a Galiléia? E o Papa explicou:
“A Galileia é o lugar da primeira chamada, onde tudo começou! Trata-se de voltar para lá, ao lugar da primeira chamada. Jesus havia passado pelas margens do lago, enquanto os pescadores consertavam as redes. Ele os chamou e, deixando tudo, o seguiram. Voltar à Galileia significa reler tudo, a partir da cruz e da vitória: a pregação, os milagres, a nova comunidade, o entusiasmo e até a traição, a partir do supremo ato de amor”.
Cada um de nós também tem uma Galileia, o lugar da redescoberta do nosso Batismo, a fonte viva, de onde encontramos a energia e a da raiz da nossa fé e da nossa experiência cristã. Galileia significa retorno à Graça de Deus, que nos toca no início do caminho da nossa vida cristã: a experiência do encontro pessoal com Jesus, que nos chama a segui-lo e a participar da sua missão.
Por fim, o Bispo de Roma convidou os fiéis presentes a se perguntarem: qual é a nossa Galileia, onde reencontrar nosso Senhor e deixar-se abraçar pela sua misericórdia?
O Evangelho da Páscoa é claro: é preciso voltar à Galileia para nos encontrarmos com Jesus ressuscitado e nos tornarmos suas testemunhas. A Galileia dos gentios é o horizonte do Ressuscitado, o horizonte da Igreja, o intenso desejo de encontrar o Senhor! (MT)
Após o rito preparatório, da bênção do fogo e do solene anúncio pascal, o Santo Padre fez sua homilia, partindo, precisamente, do Evangelho da ressurreição de Jesus, referindo-se, de modo particular, às mulheres que foram ao sepulcro, na manhã seguinte.
Elas queriam honrar o corpo do Senhor, mas encontram o túmulo aberto e vazio. Mas, um anjo do Senhor lhes disse: «Não tenham medo! Ele ressuscitou dos mortos». E ao saírem de lá, se encontraram com o próprio Jesus, que lhes disse: «Vão anunciar aos meus irmãos, que me verão na Galileia».
Depois da morte de Jesus, os discípulos se dispersaram; tudo parecia ter acabado; as certezas e as esperanças, enfraquecidas. Mas, o incrível anúncio das mulheres brotou como um raio de luz na escuridão. A notícia se espalhou: Jesus ressuscitou!
O Anjo do Senhor e o próprio Jesus pediram às mulheres para avisar aos discípulos para irem à Galileia. Por que a Galiléia? E o Papa explicou:
“A Galileia é o lugar da primeira chamada, onde tudo começou! Trata-se de voltar para lá, ao lugar da primeira chamada. Jesus havia passado pelas margens do lago, enquanto os pescadores consertavam as redes. Ele os chamou e, deixando tudo, o seguiram. Voltar à Galileia significa reler tudo, a partir da cruz e da vitória: a pregação, os milagres, a nova comunidade, o entusiasmo e até a traição, a partir do supremo ato de amor”.
Cada um de nós também tem uma Galileia, o lugar da redescoberta do nosso Batismo, a fonte viva, de onde encontramos a energia e a da raiz da nossa fé e da nossa experiência cristã. Galileia significa retorno à Graça de Deus, que nos toca no início do caminho da nossa vida cristã: a experiência do encontro pessoal com Jesus, que nos chama a segui-lo e a participar da sua missão.
Por fim, o Bispo de Roma convidou os fiéis presentes a se perguntarem: qual é a nossa Galileia, onde reencontrar nosso Senhor e deixar-se abraçar pela sua misericórdia?
O Evangelho da Páscoa é claro: é preciso voltar à Galileia para nos encontrarmos com Jesus ressuscitado e nos tornarmos suas testemunhas. A Galileia dos gentios é o horizonte do Ressuscitado, o horizonte da Igreja, o intenso desejo de encontrar o Senhor! (MT)
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