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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

A Batalha de Lepanto

Artigo sobre uma das maiores batalhas navais da história, a batalha de Lepanto, onde os católicos com a ajuda de Nossa Senhora venceram os turcos que estavam invadindo a Europa.
São Pio V
Quando, no ano da Redenção de 1566, o Cardeal Ghislieri foi elevado ao trono pontifício com o nome de Pio V, a situação da Cristandade era angustiante. Com efeito, fazia aproximadamente um século que os turcos avançavam sobre a Europa, por mar e através dos Bálcãs, no intuito insolente de sujeitar à lei de Mafoma as nações católicas, e sobretudo de chegar até Roma, onde um de seus sultões queria entrar a cavalo na Basílica de São Pedro.

Mas o pior dos males não vinha de fora. O flagelo do protestantismo fizera apostatar a Inglaterra (subjugando a Irlanda e ameaçando a Escócia), continuava a alastrar-se pela Alemanha e convulsionava a França. A esse quadro de desgraças somava-se a cobiça dos reis e príncipes católicos, que já não eram movidos por aquele zelo da Fé e adesão à Igreja, que levara seus antepassados a atender à convocação da cruzada aos brados de “Deus o quer!”. Alguns não hesitavam ante vergonhosas e espúrias alianças com os próprios turcos, para investir contra outras nações católicas, visando conquistas territoriais, glória mundana e poder.

O poderio otomano atinge seu ápice

Em 1457 caíra Constantinopla. Transposto o Bósforo, os infiéis avançaram sobre as regiões balcânicas, subjugando a Albânia, a Macedônia, a Bósnia. Ao mesmo tempo iam tomando uma a uma as ilhas do arquipélago grego. Nos primeiros anos do século XVI, o sultão Selim I aumentou seu poderio conquistando a Pérsia e o Egito. O ano de 1522 viu cair a fortaleza de Rhodes, defendida heroicamente pelos monges cavaleiros da Ordem de S. João de Jerusalém, como o bastião avançado da Cristandade, para onde se haviam retirado após a perda de seu último reduto na Palestina, o forte de São João d’Acre. Em 1524 o novo sultão Solimão II, chamado o magnífico, ocupava e tratava duramente Belgrado. Seis anos mais tarde, 300.000 otomanos chegaram às portas de Viena. Não conseguindo tomar a cidade depois de quinze violentos assaltos, retiraram-se, levando cativos 3.000 cristãos.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Livros sobre a História da Igreja

A Igreja, que é "a coluna e sustentáculo da verdade"
(1Tm 3,15), guarda fielmente a fé uma vez por todas
confiada aos santos (Cf. Jd 1,3). É ela que conserva a
memória das Palavras de Cristo, é ela que transmite
de geração em geração a confissão de fé dos
apóstolos. Como uma mãe que ensina seus filhos a
falar e, com isso, a compreender e a comunicar, a
Igreja, nossa Mãe, nos ensina a linguagem da fé para
introduzir-nos na compreensão e na vida da fé.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Os Papas - De São Pedro a Bento XVI.

1º. - São Pedro - Mártir -(Simão, filho de Jonas); Galiléia;

Eleito por Jesus na terceira década do calendário cristão, permaneceu cerca de 37 anos no pontificado (o mais longo da história). Morreu no ano de 67. Muitos historiadores firmam seu pontificado de 42 a 67, mas na realidade este período retrata apenas o tempo em que permaneceu estabelecido em Roma.
2º. - São Lino - Mártir - Itália; 67 - c.79.
3º. - Santo Anacleto (São Cleto) - Mártir - Itália; c.79 - c.92.
4º. - São Clemente I - Mártir -(Clemente de Roma); c.92 - c.101.
5º. - Santo Evaristo - Mártir - Grécia; c.101 - c.107.
6º. - Santo Alexandre - Mártir - Itália; c.107 - c.116
7º. - São Xisto I - Provavelmente Mártir - Itália; c.116 - c.125.
8º. - São Telésforo - Mártir - Grécia; c.125 - c.138.
9º. - Santo Higino - Mártir - Grécia; c.138 - c.142.
10º. - São Pio I - Mártir - Itália; 142 - 155.

terça-feira, 19 de maio de 2009

História do concílio de Trento.


Martinho Lutero publicara, em 31 de outubro de 1517, 95 teses sobre a indulgência. Em 15 de junho de 1520, assinou o papa Leão X a bula de ameaça de excomunhão contra Lutero. A excomunhão foi efetivada em 3 de janeiro de 1521. Com isto ficava selada a divisão religiosa (e política) da Alemanha.