segunda-feira, 31 de março de 2014

Comemorando a aprovação do Marco “Civil”, petistas do MAV confessam que é censura (Vídeo).

Os militantes do MAV-PT deixaram que suas comemorações quanto ao Marco Governamental formalizassem em público que o projeto implementa a censura na rede.

Há dois momentos especiais onde os esquerdistas se revelam: enquanto estão frustrados (por alguma derrota) e enquanto estão comemorando uma de suas vitórias, como é o caso da aprovação do Marco Governamental da Internet.

Antes da votação, os petistas ainda tentavam disfarçar dizendo que “não é censura, mas liberdade”, mas qualquer um que tenha ao menos dois neurônios funcionando já notava que o projeto sempre foi desde o princípio uma iniciativa do governo na direção de controlar a Internet. Tudo sempre funcionou com o uso dos movimentos sociais a partir de órgãos aparelhados pelo PT. Como de costume, tudo operando exatamente da mesma maneira como Stalin fazia com os sovietes.

O projeto foi marotamente chamado de Marco Civil da Internet (ao invés de Marco Governamental da Internet, nome que traduz a realidade da proposta), por ter sido criado por sovietes. Ou seja, criado pelo governo através de militantes financiados por ele.

Paulo Eduardo Martins foi sucinto e mais uma vez acertou, tratando de um tema lamentavelmente pouco disputado pela direita:  

(N.do.E: Assine a petição pelo retorno dos comentaristas Paulo Eduardo Martins e Ogier Buchi ao Jornal da Massa.)

Aquele que não tiver o menor traço de vergonha na cara e for cínico o suficiente para tentar esconder a sanha censória petista ainda poderia tentar algumas rotinas, mas nenhuma delas capaz de livrá-los da culpa por terem implementado uma forma de censura na Internet.

sexta-feira, 28 de março de 2014

“Humanização de Deus, divinização do Homem”.

   A Encarnação do Verbo eterno de Deus no Homem Jesus Cristo é o mistério central da nossa fé, e situa, em termos únicos e definitivos, a religião, concebida como relação dos homens com Deus. A Encarnação é uma manifestação tão ousada e inaudita da relação de Deus com o homem, que só Deus, no Seu insondável desígnio, a podia imaginar e realizar. A fé de Israel estava centrada na Aliança entre Deus e o Seu Povo, proposta de intimidade e fidelidade mútua entre os homens e Deus. A Aliança apresentava um Deus próximo, bom e misericordioso, solícito com os homens, presente e comprometido com a sua história. Pela Sua Palavra, revela-Se e desvela o Seu desígnio; pelo Seu poder conduz a história; pela Sua misericórdia está sempre disposto a perdoar e a transformar as infidelidades em momentos de redenção e de aprofundamento da Aliança. Mas, como diz São João, “a Deus ninguém jamais O viu”. Fala através dos Profetas, conduz o Povo através de Juízes e de Reis que Ele deseja sejam “pastores de Israel”, e promete um tempo novo de consolidação definitiva da Aliança, em que enviará um “Rei Justo”, o Seu ungido, que conduzirá o Povo à plenitude da Aliança. Na fé de Israel, a densidade da Aliança concentra-se na esperança messiânica.

   Mas em nenhum momento do Antigo Testamento, por mais profunda que seja a expectativa messiânica, se ousa afirmar a divindade do Messias esperado. Ele é um príncipe da linhagem de David, realizará acções que só Deus pode realizar, como salvar o Povo dos seus pecados; Ele realizará a obra de Deus, será o Seu “Servo” por excelência. É certo que, em perspectiva escatológica, chega a ser imaginado como uma figura celeste, um “Filho do Homem”, que aparece sobre as nuvens do Céu. Mas que o Messias seja a Encarnação do próprio Deus, é a surpresa reservada por Deus para os que acreditarem na ressurreição de Jesus Cristo. A divindade de Cristo continua a ser a surpresa inaudita da fé cristã, afirmação da humanização de Deus e da divinização do homem, novo capítulo da “nova e definitiva Aliança”. Em relação ao homem, Deus afirma-se mais pela proximidade do que pela distância; diz-nos que, vencido o pecado, há na profundidade do homem a capacidade de ser semelhante a Deus. Afinal Deus e o homem são da mesma família, o que já estava sugerido na narração da criação, quando se diz que Deus criou o homem à Sua imagem e semelhança.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Legião de Maria reconhecida pela Santa Sé como 'associação internacional de fiéis'.

Cidade do Vaticano (RV) – O Secretário do Pontifício Conselho para os Leigos, Dom Josef Clemens, entregou na manhã desta quinta-feira, 27 de março, na sede do Dicastério vaticano, o decreto no qual a Legião de Maria é reconhecida como ‘associação internacional de fiéis’ e por meio do qual são aprovados os estatudos desta realidade eclesial.

Nascida em 1921 em Dublin, na Irlanda, por iniciativa de um grupo de poucas pessoas guiadas por Frank Duff, funcionário do Ministério das Finanças e após Secretário particular do Ministério da Defesa irlandês, esta histórica associação viu, nos seus 93 anos de história, uma capilar difusão no mundo.

Através da formação de milhares de grupos em todos os continentes, difundiu-se a identidade própria da Legio Mariae, fortemente radicada na espiritualidade mariana e na entrega ao Espírito Santo. O movimento propõe aos próprios membros como objetivos prioritários, a própria santificação e a participação na missão evangelizadora da Igreja por meio de empenho em tantos apostolados a serviço dos pobres e dos sofredores e daqueles que estão afastados da fé.

Ouça: O melhor de Wolfgang Amadeus Mozart (1:56:01).

Wolfgang Amadeus Mozart, batizado Joannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart;1 Salzburgo, 27 de janeiro de 1756 – Viena, 5 de dezembro de 1791) foi um prolífico e influente compositor austríaco do período clássico.

Mozart mostrou uma habilidade musical prodigiosa desde sua infância. Já competente nos instrumentos de teclado e no violino, começou a compor aos cinco anos de idade, e passou a se apresentar para a realeza europeia, maravilhando a todos com seu talento precoce. Chegando à adolescência, foi contratado como músico da corte em Salzburgo, porém as limitações da vida musical na cidade o impeliram a buscar um novo cargo em outras cortes, mas sem sucesso. Ao visitar Viena em 1781 com seu patrão, desentendeu-se com ele e solicitou demissão, optando por ficar na capital, onde, ao longo do resto de sua vida, conquistou fama, porém pouca estabilidade financeira. Seus últimos anos viram surgir algumas de suas sinfonias, concertos e óperas mais conhecidos, além de seu Requiem. As circunstâncias de sua morte prematura deram origem a diversas lendas. Deixou uma esposa, Constanze, e dois filhos.

Foi autor de mais de seiscentas obras, muitas delas referenciais na música sinfônica, concertante, operística, coral, pianística e camerística. Sua produção foi louvada por todos os críticos de sua época, embora muitos a considerassem excessivamente complexa e difícil, e estendeu sua influência sobre vários outros compositores ao longo de todo o século XIX e início do século XX. Hoje Mozart é visto pela crítica especializada como um dos maiores compositores do ocidente, conseguiu conquistar grande prestígio mesmo entre os leigos, e sua imagem se tornou um ícone popular. Continue lendo...

Descontração marca encontro entre o Papa e Obama.

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco recebeu em audiência esta manhã, no Vaticano, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Tratou-se do primeiro encontro entre os dois. Em julho de 2009, Obama foi recebido no Vaticano por Bento XVI.
Um forte esquema de segurança marcou a visita do Presidente dos Estados Unidos. Barack Obama chegou escoltado por um cortejo de mais de 50 carros, com a bordo dezenas de agentes das forças especiais. No pátio de S. Damaso, ele foi acolhido pelo Prefeito da Casa Pontifícia, Dom Georg Ganswein, com um piquete da Guarda Suíça.
O Papa acolheu seu hóspede com um “welcome” (bem-vindo), ao qual Obama respondeu que é uma grande honra encontra-lo, já que é um grande admirador de Francisco, agradecendo a audiência. A seguir, foi a vez do colóquio privado a portas fechadas, com dois intérpretes.
No encontro que durou 50 minutos – informa uma nota da Sala de Imprensa da Santa Sé – houve “uma troca de pontos de vista sobre alguns temas pertinentes à atualidade internacional, desejando-se para as áreas de conflito o respeito pelo direito humanitário e pelo direito internacional e uma solução negociável entre as partes envolvidas”.