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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Mosteiro da Ressurreição - Nos remiu

Canto Gregoriano dos Monges do Mosteiro da Ressurreição com cantos de Quaresma e Semana Santa.

Cantos:

(0:00)  01 – Abertura (Instrumental)
(0:56)  02 - Invitatório (Salmo 94)
(07:50) 03 - Hino para semana santa
(11:47) 04 - Ofertório do domingo de ramos (participação ir. Kelly Patrícia)
(11:25) 05 - Deus santo (Triságion)
(18:51) 06 - Christus
(23:41) 07 - Entre o pórtico e o altar (Grupo Harmony)
(25:31) 08 - Sentadas junto ao sepulcro
(27:38) 09 - Adoração da Santa Cruz
(29:08) 10 - Hino de Jonas
(33:05) 11 - Hino para celebração na sexta-feira santa
(37:09) 12 - Lamentações
(38:59) 13 - Perdoarás (participação Ariane Ramalho)
(42:13) 14 - Mulher, ninguém te condenou? (Participação Suely Façanha)
(43:42) 15 - Comunhão (Quinta-feira Santa)
(48:53) 16 - Pai Nosso
(50:52) 17 - Entardecer (Instrumental) (composição e execução da cítara: Ir. Plácida Ramos, OSB)

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Francisco: a oração é uma luta com Deus, que transforma o nosso coração.

Cidade do Vaticano (RV) – A oração é uma luta com Deus e deve ser feita com liberdade e insistência, como um diálogo sincero entre amigos: palavras de Francisco na missa presidida esta manhã na Casa Santa Marta.

O diálogo de Moisés com Deus no Monte Sinai esteve no centro da homilia do Papa. Deus quer punir seu povo porque fizeram um ídolo, o bezerro de ouro. Moisés suplica ao Senhor para que reveja sua punição. “Esta oração – explicou Francisco - é uma verdadeira luta com Deus para salvar o seu povo.” Para o Pontífice, a oração deve ser também “uma negociação com Deus”, com “argumentações”. No final, Moisés convence o Senhor, que desiste do castigo com o qual havia ameaçado o povo. O Papa então se questiona: quem mudou de opinião? “Não creio que seja o Senhor”:

sexta-feira, 14 de março de 2014

Primeira pregação quaresmal de Frei Cantalamessa: precisamos de um retorno à interioridade.

Cidade do Vaticano (RV) - Encontrar tempos para o silêncio, praticar o jejum não somente do alimento, mas também dos excessos do bem-estar, vencer aquilo que desvia da vontade de Deus. A Quaresma do cristão deve ser feita disso, disse o frade capuchinho, Pe. Raniero Cantalamessa, na primeira das meditações propostas à Cúria Romana.

O pregador da Casa Pontifícia ofereceu na manhã desta sexta-feira, na Capela Redemptoris Mater do Palácio Apostólico, uma reflexão sobre o sentido dos quarenta dias que precedem a Páscoa. Nas próximas sextas-feiras, na presença do Papa, desenvolverá as grandes verdades da fé recorrendo aos ensinamentos dos Padres da Igreja Latina.

Do Evangelho à vida de cada um de nós: se Jesus apartou-se no deserto durante 40 dias, jejuou e ali foi também tentado, o que cabe a nós fazer para imitá-lo? O religioso franciscano fez a transposição dos gestos de Cristo para o nosso hoje; assim, para nós, ir para o deserto é escolher tempos de silêncio, encontrar espaços para nós mesmos, reencontrar a parte mais verdadeira de si colocando-se diante de Deus. Em suma, é o apelo do retorno ao coração, lançado por Santo Agostinho:

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Na Quaresma, o convite do Papa a doar-se, e não somente a doar (Ouça!).

Cidade do Vaticano (RV) - Ricos porque pobres: em síntese, esta é a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma deste ano. No texto, o Pontífice pede que os cristãos curem com a caridade as mazelas provocadas não somente pela pobreza material, mas também moral e espiritual.

Esta caridade, todavia, vai muito além do simples dar ou doar. O que Francisco nos pede é dar-se e o doar-se, ou seja, uma dimensão humana muito mais profunda, que transforma o nosso ser e agir.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

A Quaresma de São Miguel Arcanjo (Terço dos Anjos – Coroa Angélica de São Pio).

Histórico


A quaresma de São Miguel começou com São Francisco que era devoto do Arcanjo, São Francisco sentia o desejo de experimentar no corpo e na alma a Paixão de Cristo sua dor e também o imenso amor por se entregar ao imenso sofrimento por nós.

No ano de 1224, realizou a primeira quaresma de jejum e oração no Monte Alverne, local deserto, distante, próprio para oração. São Francisco disse: “Para honra de Deus, da bem-aventurada Virgem Maria e de São Miguel, príncipe dos anjos e das almas, quero fazer aqui uma quaresma”.

No dia 17 de setembro, durante a quaresma, enquanto estava em oração, teve a visão de um serafim, o qual logo se aproximou, este tinha seis asas de fogo, e também estava crucificado, mãos e pés estendidos e amarrados numa cruz. Duas asas elevavam-se por cima de sua cabeça, duas outras estavam abertas para o vôo, as dua últimas cobriam-lhe o corpo. E através desta visão Francisco pode compreender melhor o verdadeiro sentido da Paixão.

A Quaresma de São Miguel Arcanjo.

Quem é como Deus?
O próprio nome de São Miguel é uma demonstração de fidelidade e de humildade.

A partir de amanhã (15 de agosto), dia da Assunção de Nossa Senhora (que no Brasil é celebrada no Domingo seguinte quando o dia 15 não cair em um Domingo), começamos a rezar a Quaresma de São Miguel Arcanjo. As devoções devem nos ajudar a viver melhor a nossa fé e o nosso relacionamento com Deus. Esse é o primeiro motivo pelo qual devo ter que rezar as santas devoções e também para interceder pelas minhas causas e pelas causas de meus irmãos. Uma devoção sadia nunca ocupa o lugar das praticas essenciais de nossa fé, como participar da Eucaristia Dominical, dos Santos Sacramentos, da leitura da Palavra de Deus e a pratica da Caridade. O maior fruto das nossas devoções é ter um coração cada vez mais aberto para Deus e para os irmãos.

São Miguel Arcanjo.



São Miguel Arcanjo
Arcanjo Miguel (por Guido Reni).
Arcanjo e "Príncipe da Milícia Celeste"
Morte  em Pádua, Itália
Veneração por Cristandade, Judaísmo, Islamismo
Festa litúrgica 29 de setembro
Atribuições Escudo ("Quit ut Deus"), Lutando contra o Dragão
Padroeiro dos fuzileiros navais, marinheiros, motoristas de ambulância, paramédicos, paraquedistas, radiologistas, radioterapeutas e da Santa Igreja Católica Apostólica Romana
Portal dos Santos
Miguel (em hebraico: מִיכָאֵל (Micha'el ou Mîkhā'ēl; em grego: Μιχαήλ, Mikhaḗl; em latim: Michael ou Míchaël; em árabe: ميخائيل, Mīkhā'īl) é um arcanjo nas doutrinas religiosas judaicas, cristãs e islâmicas. Os católicos, anglicanos e luteranos se referem a ele como São Miguel Arcanjo ou simplesmente como São Miguel. Os ortodoxos se referem a ele como Texiarca Arcanjo Miguel ou simplesmente como Arcanjo Miguel.

Em hebraico, Miguel significa "aquele que é similar a Deus" (mi-"quem", ke-"como", El-"deus"), o que é tradicionalmente interpretado como uma pergunta retórica: "Quem é como Deus?" (em latim: Quis ut Deus?), para a qual se espera uma resposta negativa, e que implica que "ninguém" é como Deus. Assim, Miguel é reinterpretado como um símbolo de humildade perante Deus.
Na Bíblia Hebraica, Miguel é mencionado três vezes no Livro de Daniel, uma como um "grande príncipe que defende as crianças do seu povo". A ideia de Miguel como um advogado de defesa dos judeus se tornou tão prevalente que, a despeito da proibição rabínica contra se apelar aos anjos como intermediários entre Deus e seu povo, Miguel acabou tomando um lugar importante na liturgia judaica.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Angelus do Papa Bento XVI (26/02/2012).



Angelus
Praça de São Pedro - Vaticano
Domingo, 26 de fevereiro de 2012
Queridos irmãos e irmãs!

Neste primeiro domingo de Quaresma, encontramos Jesus que, depois de ter recebido o batismo no Rio Jordão, por meio de João Batista (cfr Mc 1,9), é tentado no deserto (cfr Mc 1,12-13). 

A narração de São Marcos é concisa, priva dos detalhes que lemos nos outros dois Evangelhos de Mateus e de Lucas. O deserto do qual fala há diversos significados, pode indicar o estado de abandono e de solidão, o “lugar” da fraqueza do homem onde não há apoios e seguranças, onde a tentação se faz mais forte. Mas isso pode indicar também um lugar de refugio e abrigo, como foi para o povo de Israel escapar da escravidão egípcia, onde se pode experimentar, de modo particular, a presença de Deus. Jesus, no deserto, “esteve quarenta dias, tentado pelo demônio” (Mc 1,13). 

Papa explica como vencer tentações e se aproximar de Deus.

“O tempo da Quaresma é um momento propício para renovar e melhorar o equilíbrio do nosso relacionamento com Deus, por meio da oração cotidiana, os gestos de penitência e as obras de caridade fraterna”, salientou o Papa Bento VXI na oração do Angelus deste domingo, 26.


Da janela de seu escritório, o Pontífice ressaltou aos fiéis reunidos na Praça São Pedro que, em toda a história da humanidade, sempre houve a tentação de remover  Deus, conduzindo as coisas contando apenas com as habilidades humanas.  De fato, o homem nunca é totalmente livre da tentação, até o fim da vida, mas com paciência e verdadeira humildade, se tornará mais forte do que qualquer inimigo.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Santo Afonso Maria de Ligório: Preparação para a Morte.

Aquele que não perder de vista as verdades eternas, a morte, o juízo, a eternidade, não cairá no pecado. Deus ilumina-nos na meditação (Sl 53,6) e nos fala interiormente, ensinando-nos o que devemos praticar e o que temos a evitar. “Levá-lo-ei ao deserto e lhe falarei ao coração” (Os 2,14) »
(Santo Afonso Maria de Ligório - Preparação para a Morte).

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Bento XVI: "A cinza é um daqueles sinais materiais que levam o cosmo para dentro da Liturgia".

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa presidiu, ontem, Quarta-feira de Cinzas, a celebração da Santa Missa, na Basílica de Santa Sabina, em Roma. A Quarta-feira de Cinzas marca o início do período de 40 dias da Quaresma.

Na sua homilia o Papa recordou que a cinza é um daqueles sinais materiais que levam o cosmo para dentro da Liturgia. Os sinais materiais principais são, evidentemente, os dos Sacramentos: a água, o óleo, o pão e o vinho, que se tornam verdadeira matéria sacramental, instrumento mediante o qual se comunica a graça de Cristo que nos alcança. 

Quaresma, preparação para a Festa da Páscoa.

Os três domingos  consecutivos da  septuagésima, sexagésima e  quinquagésima (70, 60 e 50 dias  antes da Páscoa), tem por fim encaminhar  os  fiéis à preparação próxima da festa pascal. 
Chama-se  Quaresma os 40 dias  de jejum e penitência que precedem à festa da Páscoa.  Essa preparação existe  desde o tempo dos Apóstolos, que limitaram sua duração a 40 dias , em memória do jejum de Jesus  Cristo no deserto. Durante esse tempo a  Igreja  veste seus  ministros com paramentos de cor roxa e suprime os cânticos de alegria: O "Glória",  o "Aleluia" e o "Te Deum". 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Na audiência geral da quarta-feira de Cinzas, catequese do Papa sobre o sentido da Quaresma.

(22/02/12)Bento XVI assinalou hoje o início da Quaresma na Igreja Católica, alertando para as consequências do “secularismo” e da “cultura materialista” que impedem na sociedade contemporâneo “qualquer referência ao transcendente”.
O Papa falava na audiência geral desta semana, diante de milhares de pessoas reunidas no Vaticano, aludindo a um “céu escuro, coberto pelas nuvens do egoísmo, da incompreensão e do engano”.
“Apesar disso, também para a Igreja o tempo do deserto pode transformar-se em tempo de graça, porque temos a certeza de que também da rocha dura Deus faz brotar a água viva”, referiu.
Em português, Bento XVI convidou os fiéis a empreenderem “um caminho de conversão e renovação espiritual”.

Bento XVI celebrou o início da Quaresma presidindo à missa e à imposição das cinzas, na Basílica de Santa Sabina, em Roma.

(22/2/2012) Na homilia, Bento XVI refletiu sobre “o sinal litúrgico das cinzas”, observando que se trata de “um daqueles sinais materiais que transportam o cosmos para o interior da Liturgia”, a começar pelos sinais dos Sacramentos: a água, o óleo, o pão e o vinho, que se tornam verdadeira e própria matéria sacramental, instrumento através do qual se comunica a graça de Deus que chega até nós”. Embora não sejam um sinal sacramental, as cinzas encontram-se ainda assim ligadas à oração e à santificação do Povo cristão, com uma bênção apropriada e a imposição (das cinzas) sobre a cabeça de cada um.
Comentando a expressão do capítulo terceiro do Livro do Génesis – “Lembra-te que és pó e ao pó tornarás”, palavras que concluem o juízo pronunciado por Deus depois do pecado original, observou o Papa:

“o sinal da cinza conduz-nos ao grande fresco da criação, onde se diz que o ser humano é uma singular unidade de matéria e de sopro divino, através da imagem do pó da terra plasmado por Deus e animado pelo seu respiro insuflado nas narinas da nova criatura”.

Capela Musical Pontifícia "Sistina": Hinos para as Celebrações do Ano Litúrgico (Mp3).

O Tempo da Quaresma é um tempo forte de conversão e penitência, jejum, esmola e oração. É um tempo de preparação para a Páscoa do Senhor, e dura quarenta dias. Neste período não se diz o Aleluia, nem se colocam flores na Igreja, não devem ser usados muitos instrumentos e não se canta o Glória a Deus nas alturas, para que as manifestações de alegria sejam expressadas de forma mais intensa no tempo que se segue, a Páscoa. A Quaresma inicia-se na Quarta-feira de Cinzas, e termina no Domingo de Ramos.


Músicas Sacras:

Quaresma 2012: Pontifício Instituto de Música Sacra (Mp3).



O Pontifício Instituto de Música Sacra (em latim Pontifício Institutum Musicae Sacrae ) é um órgão da Cúria Romana, e instituição acadêmica e científica localizada em Roma, e ligado à Santa Sé.
Ela lida com o ensino das disciplinas da música litúrgica (do ponto de vista prático, teórico e historiador) e promove e divulga o conhecimento tradicional e o patrimônio da música sacra.

Papa Bento XVI: Audiência Geral.


PAPA BENTO XVIAUDIÊNCIA GERAL
Sala Paulo VIQuarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012

Quarta-feira de Cinzas


Queridos irmãos e irmãs,


Nos próximos quarenta dias, que nos levarão até ao Tríduo Pascal – celebração da paixão, morte e ressurreição de Cristo –, somos convidados a viver um caminho de conversão e renovação espiritual, que nos faça sair de nós mesmos para ir ao encontro do Senhor. Este período será um tempo propício para uma experiência mais profunda de Deus, que torne forte o espírito, confirme a fé, alimente a esperança e anime a caridade. Poderemos assim ver e recordar tudo aquilo que Ele fez por nós. Daí concluiremos que só o Senhor nos merece; e, sem mais adiamentos nem hesitações, entregar-nos-emos nas suas mãos.

"Quaresma é um tempo de decisões maduras", disse o Papa.

Mirticeli Medeiros
Da Redação

Reuters
Bento XVI reforçou para que os fiéis se empenhem para sair de si mesmos para ir ao encontro do Senhor nesta Quaresma.
O Papa Bento XVI interrompeu hoje o ciclo de catequeses sobre a oração, no qual ele iniciou uma série de discursos sobre a vida de oração de Jesus, para dedicar-se ao tema da Quaresma, tempo liturgíco que inicia-se hoje, 22, com celebração da Quarta-feira de Cinzas.
O Santo Padre fez uma reflexão sobre os quarenta dias propostos pela Igreja para que cada cristão mortifique o corpo e santifique o coração. O Papa também trouxe uma visão mais abrangente deste tempo que prepara os fiéis para a Páscoa.

"(...) um período suficiente para ver as obras de Deus, um tempo no qual é necessário decidir-se e a assumir as próprias responsabilidades. É um tempo de decisões maduras", enfatizou.

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Catequese de Bento XVI - 22/02/2012


O Pontífice fez um itinerário explicativo fazendo uso de alguns trechos da Escritura para explicar o significado do número quarenta na história de salvação do povo de Israel.

Catequese do Papa Bento XVI (22/02/2012).

Boletim de Sala de Imprensa da Santa Sé
(Tradução de Mirticeli Medeiros - equipe CN Notícias)




CATEQUESE
Sala Paulo VI
Quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Queridos irmãos e irmãs,

Nesta catequese gostaria de deter-me brevemente sobre o tempo da Quaresma, que inicia-se hoje com a liturgia da quarta-feira de cinzas. Se trata de um itinerário de quarenta dias que nos conduzirá ao Tríduo Pascal, memória da paixão, morte e ressurreição do Senhor, o coração do mistério da nossa salvação. Nos primeiros séculos de vida da Igreja, este era o tempo no qual aqueles que tinha escutado e acolhido o anúncio de Cristo, iniciavam passo a passo, o caminho de fé e de conversão para chegar ao Sacramento do Batismo. Se tratava de uma aproximação ao Deus vivo e de uma iniciação à fé que deveria cumprir-se gradualmente, mediante uma mudança interior por parte dos catecúmenos, isto é, daqueles que desejavam tornarem-se cristãos e serem incorporados ao Cristo e à Igreja.