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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

O Grande Milagre (Legendado).


A animação El gran milagro (O grande milagre) é uma proposta interessante porque elucida parte a parte a Santa Missa, numa proposta envolvente que poderia atrair toda a família: desde a criança de cinco anos (afinal, é uma animação) aos mais velhos.

Todo o filme é baseado e feito a partir do Testemunho da Missionária Leiga do Coração Misericordioso de Jesus, Catalina Rivas, transcrito no livro "A Santa Missa", que tem o "Imprima-se!" do Bispo Ordinário:

Imprimatur de Mons. José Oscar Barahona C., Bispo de San Vicente (El Salvador)
"Li atentamente o impresso A Santa Missa, Testemunho de Catalina, Missionária leiga do Coração Misericordioso de Jesus, e não encontro nele nada contrário à Sagrada Escritura nem à doutrina da Igreja; pelo contrário, creio sinceramente que é um testemunho de sublime ensinamento sobre o mistério da Santa Missa. Recomendo vivamente sua leitura e meditação a sacerdotes e leigos para uma melhor compreensão e vivência do Santo Sacrifício do Altar."
San Vicente, 2 de março de 2004
Antes de falarmos do filme, é interessante termos em conta o posicionamento da Igreja quanto às "Aparições e Revelações Particulares", contido no documento homônimo, quando se refere aos critérios de discernimento das mesmas:
"O conteúdo da aparição não pode contradizer nem à razão humana, por falso, maldoso ou imoral, nem à Revelação divina, aos dogmas e a doutrina magisterial da Igreja." (Nº 2, b)

Analogamente, em 1996, o Serviço de Animação Mariana, de Anápolis-GO, lançou o livro do Padre Francisco Rudroff  "Santa missa Mistério da nossa fé - Meditações em Palavras e Imagem", buscando aproximar-nos de tão grande Mistério, pelo que não se vê, com as belíssimas gravuras, uma forma atual de adentrar no conhecimento da "Beleza tão antiga e tão nova", como dizia Santo Agostinho.

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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Porque a Igreja condenou o estilo de música

PERGUNTA

Nome: Luiz
Enviada em: 28/04/2002
Local: São José dos Campos - SP ,
Religião: Católica
Idade: 16 anos
Escolaridade: 2.o grau em andamento
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Salve Maria!

Porque a Igreja condenou o estilo de música "valsa"?

Parabenizo o site de vocês, além de agradecer a paciência que vocês têm em responder tantos e-mails com dúvidas (este, por exemplo, é o quarto e-mail que envio a vocês).

Gostaria de fazer ainda um pedido: seria interessante e até mesmo necessário que vcs escrevessem dois cadernos a respeito das Cruzadas e da Santa Inquisição. É grande o número de asneiras que escrevem por aí (meus livros de escola estão recheados deles, e ai de mim se escrever outra coisa nas provas!) é enorme e as poucas informações corretas que podemos encontrar são muito pingadas. Estes cadernos poderiam refutar essas baboseiras que andam soltas por aí.

Orem por mim, para que nunca siga nada contrário à fé católica.

Obrigado,
Luiz Fernando
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terça-feira, 23 de junho de 2015

O rock pode ser usado para a evangelização?



 O rock pode ser usado para a evangelização?
PERGUNTA
Nome:Phillipe Nogueira Tolentino
Enviada em:25/10/2010
Local:Diamantina - MG, Brasil
Religião:Católica
Escolaridade:Superior em andamento
Profissão:Estudante

Aos admirados irmãos do Montfort Paz e Bem!

Por acaso estava lendo alguns artigos e cartas no site até que me deparei com cartas cujo assunto abordado é o rock.


Foi difícil tomar coragem para escrever já que o nível intelectual dos participantes é alto.
Bom, sou fã de vários (não todos) estilos de músicas, por exemplo o rock que conhecia apenas aqueles cujas letras são deploráveis. Como suas letras não me agradavam (já que a letra é um dos critérios que faço para a seleção de músicas), então deixei de lado por um bom tempo sem deixar de gostar do estilo.


Até que certo dia (e isso faz pouco tempo) conheço a banda Rosa de Saron e mais tarde um seminarista me passa músicas das bandas Ceremonya, The Flanders e Eterna. Nelas pude encontrar letras musicas que um bom cristão pode escutar e que se encaixa com o rock.

Quero chegar na seguinte situação:


creio que Deus criou tudo e tudo foi bom, como nos diz as Escrituras. Os sons também se incluem nessa classificação.


Infelizmente alguns usam coisas da criação para o mal, mas tudo o que Ele criou é bom.
O som do rock também foi criado indiretamente por Deus, mas escolheram, primeiramente, como símbolo do satanismo mesmo que ele não seja, em essência, como tal.


Um exemplo parecido é o dia do Natal que primeiramente era usado pelos pagãos como o dia para honrar seu deus, o deus Sol. Mas que a Igreja usou-a para celebrar o dia do nascimento de Jesus, o nosso Sol, a nossa Luz, o nosso Tudo. Assim também com o mês de maio que a Igreja coloca como mês mariano que antes disso era usado pelos pagãos para exaltar a sua deusa, a deusa Flora (se essa informação não estiver errada). E assim vai com o violão e com muitos outros exemplos.


Por isso, concluo o meu pensamento dizendo que nesta colocação que fizeram quanto ao rock não fui inicialmente favorável, que acredito que o rock pode sim ser usado na evangelização, mesmo que, por muitos, ele seja usado por uma causa totalmente contrária.


Gostaria que me ajudassem nessa reflexão e que me dessem suas opiniões.

Obrigado! Que Deus abençoe a todos do Montfort pela intercessão da Virgem Maria.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Por que retornar à Missa de São Pio V?

APRESENTAMOS A SEGUNDA CARTA

Do Rev. Padre Louis Demornex a seus paroquianos em CASERTA, ITÁLIA.


Reflexões e comparações entre as duas Missas.


1- A Missa Católica (do Catecismo de São Pio X).

A santa Missa é o sacrifício do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo que, sob as espécies do pão e do vinho, se oferece por mãos do sacerdote a Deus sobre o altar, memória e renovação do sacrifício da Cruz.

Se trata de um verdadeiro sacrifício ou imolação do Corpo e do Sangue do Senhor Jesus.

- O sacerdote é o sacrificador da vítima oferecida pelos pecados do mundo. É Cristo que na pessoa do sacerdote, se oferece a Deus Pai para expiar pelos nossos pecados e livrar-nos do mal.

- A presença do Senhor é real, substancial e física sob as espécies eucarísticas, prescindindo da presença do povo.


Praticamente:


- Afirmação da presença do Corpo, Sangue, Alma e Divindade de nosso Senhor Jesus Cristo sob as aparências do pão e do vinho, isto é, a substância do pão e do vinho é transformada na substância do Corpo e Sangue do Senhor.

- Afirmação do sacerdócio ministerial, isto é, o sacerdote é consagrado com um caráter indelével para ser em eterno um outro Cristo, para permitir que Cristo na sua pessoa e através da sua pessoa, abençoe, perdoe os pecados e consagre o pão e o vinho.

- A Missa é válida e justificada ainda que esteja presente apenas o sacerdote, porque Cristo no sacerdote consagra a Si mesmo nas espécies eucarísticas e se oferece ao Pai como vítima pelos nossos pecados renovando o sacrifício do Calvário, onde sozinho e abandonado se imolava por todos nós.



2- Na nova Missa - (Instituição Geral do Missal Romano, nE° 7)

A ceia do Senhor, ou Missa, é a santa assembléia ou reunião do povo de Deus que se reúne sob a presidência do sacerdote para celebrar o memorial do Senhor. Portanto, no que diz respeito à reunião local da santa Igreja, vale de modo eminente a promessa de Cristo: "Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estou no meio deles" (Mt., 18, 20).

Se trata de uma reunião do povo.

O sacerdote é o presidente de uma assembléia para dirigir o encontro. Ele é em tudo igual aos fiéis ( ato penitencial inicial e rito de comunhão comum ao sacerdote e aos fiéis).

A presença do Senhor é puramente espiritual, e se faz possível através da reunião do povo, portanto inexistente sem o povo.


Praticamente:


- Negação implícita da presença real do Senhor nas espécies eucarísticas. Afirmação de uma mera presença espiritual no povo.

- Negação do sacerdócio ministerial, relegando-o a uma função de presidência para dirigir uma assembléia ( na nova linguagem o sacerdote preside a Missa, não mais celebra a Missa).

- Não tem sentido uma Missa sem a presença do povo, o qual é necessário para garantir a presença espiritual do Senhor.

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Se as palavras possuem algum sentido, é impossível não constatar à primeira vista essas diferenças.

Se por outro lado não era intenção do Redator dar esse significado às suas palavras, ou seja, modificar totalmente a doutrina católica sobre a santa Missa, então que ele volte à escola primária para aprender a se expressar.

Mas como o redator era inteligente, é claro que ele quis exprimir o seu pensamento e a sua fé em termos inequívocos.

Depois, foi redigida uma outra definição da Missa, menos herética, mas isso não mudou a realidade do novo rito.

É como se um arquiteto desenhasse a planta de uma casa e depois da sua construção ele percebesse que a casa não se sustenta de pé, aí então ele se contentasse em mudar a planta sem no entanto modificar a casa.

Ouçamos a voz dos protestantes, neste caso, bem mais iluminados do que os Católicos:

Lutero, a respeito do rito católico:
"Eu declaro que todos os bordéis, os homicídios, os furtos, os assassinatos e os adultérios não são nada em comparação com aquela abominação que é a missa papista.".

Os protestantes de hoje a propósito do novo rito:

Max Thurian (da Comunidade de taizé, um dos seis pastores que participaram na redação do novo rito - La Croix, 30.5.1969): "Um dos frutos do Novus Ordo será que talvez as comunidades não Católicas poderão celebrar a santa ceia com as mesmas orações da Igreja Católica. Teologicamente é possível."

Siegevalt (professor na Faculdade protestante de Strasburgo - Le Monde, 22.11.1969): " Agora, na missa renovada, não há nada que possa perturbar o cristão evangélico"

S. A. Teinone (teólogo luterano - La Croix, 5.5.1972): " A maior parte das reformas desejadas por Lutero existem de agora em diante no próprio interior da Igreja Católica...então por que não reunirmo-nos?"

- A este ponto quem não quer ver e compreender é no mínimo desonesto.

- Não interessa o que agrada e o que não agrada, o importante é a Verdade, isto é, a comunhão com Deus.

- Criar um rito que agrada, mas que é falso e herético é o mesmo que dar murros ao vento com a ilusão de amassar o pão.

- Além do mais é uma injúria contra Deus e uma traição aos fiéis católicos.

Fala-se de obediência.

Mas se alguém me apresentar uma pedra e me disser que por obediência devo acreditar que é um pão, posso até crer por ignorância, por medo, por comodismo, mas nada disso diminui o fato de que uma pedra é uma pedra.

A obediência na Igreja é uma arma mortífera se mal interpretada, porque toda a vida da Igreja está baseada na obediência, sendo a Igreja uma sociedade monolítica construída sobre Pedro.

Portanto o primeiro obediente deve ser o Papa, que não pode afastar-se da verdade:

" O Espírito Santo não foi prometido aos sucessores de Pedro, para que por sua revelação, ensinassem uma nova doutrina, mas para que por sua assistência, guardassem santamente e expusessem fielmente a revelação transmitida pelos Apóstolos, ou seja, o depósito da Fé." (Concilio Vaticano I).

Se por hipótese o Papa se afastasse da verdade, dada a mentalidade Católica, ele arrastaria com muita facilidade toda a Igreja para fora da verdade.

Ora, através das duas diferentes definições de Missa e do comentário dos protestantes, torna-se claro que o novo rito se afastou da doutrina católica a respeito da Missa.

Não se julga as intenções, olha-se para os fatos e contra fatos os argumentos e as intenções nada valem. Não interessa as justificativas dos inovadores sobre uma presunta "maior riqueza contida nos novos livros litúrgicos".

Por obediência, se passou de uma realidade da Missa, católica, dogmática, canonizadapara uma realidade protestante.

Será que eu posso chamar uma pedra de pão só por obediência?

Posso por acaso seguir um rito reformado só porque assim me ordenou a Autoridade? Muito cômodo! Peçamos então aos protestantes que se tornem novamente Católicos em nome da obediência!

Posso por acaso chamar a Missa Católica, "nova missa", tão longínqua das definições do Concílio dogmático de Trento e tão aplaudida pelos protestantes, usando o pretexto de que esta foi imposta do "Alto"?

A primeira regra da obediência é a vontade divinaassim diz São Tomás de Aquinoe a segunda regra é a vontade dos superiores na medida em que esses aderem a Cristo. Pelo qual é um dever repreender os superiores caso esteja em jogo um perigo para a fé. Neste caso os superiores deveriam ser repreendidos pelos seus inferiores e até mesmo publicamente. Esse foi o modo como agiu São Paulo em relação a São Pedro (Summa Theologiae, II-II, q. 33, a. 4, ad 2m).

Dizem que basta rezar com devoção.

Mas muitos protestantes, muçulmanos ou budistas rezam com sincera devoção, e nem por isso podemos dizer que seus cultos são verdadeiros.

"Os deuses dos pagãos são demônios" (Salmo 95).

Dizem que todos agem assim.

Por ter afirmado a verdade, Jesus ficou só diante de Pilatos e isso não diminui o fato de que apenas Ele tinha razão.

Em suma, quando se diz que o novo rito da Missa representa, seja no seu todo como nos seus detalhes, um impressionante afastamento da teologia Católica da Santa Missa, tal qual essa foi formulada na sessão XXII do Concílio Tridentino, de forma alguma se trata de opinião pessoal de qualquer cardeal tradicionalista retrógrado, mas sim da fé de toda a Igreja expressa naquele Concílio Dogmático. Se depois de tudo isso alguém quisesse se afastar, teria toda a liberdade, mas que não continuasse usando o nome de Católico para não confundir os filhos da Igreja.

Não interessa quem escreveu aquela definição, interessa a verdade sobre a Missa.


Há alguns que alegam que os dois ritos são equivalentes.

É como se me dissessem que o violino e a guitarra são iguais. Por que não experimentam pedir ao grande Paganini para tocar o IV concerto brandeburguês com o arco sobre as cordas de uma guitarra? Depois me dêem notícias dessa obra prima!

Peçam a um sacerdote sério pra celebrar o sacrifício do Calvário com este instrumento protestante que é o novo rito (anglicano-calvinista), forjado para recordar unicamente a ceia do Senhor, e provavelmente vocês terão uma Missa, mas verdadeiramente deturpada.

Por outro lado, se fossem equivalentes (e o nega seja a teologia católica, seja a protestante), por que motivo inventar um rito todo novo quando já temos um belíssimo, feito e aprovado por toda a história e teologia da Igreja?

Seguindo a nova definição da Missa - e até mesmo os teólogos protestantes confirmam que o conteúdo corresponde à definição - não se faz mais aquilo que antes fazia a Igreja Católica. Será então que deveríamos concluir que o sacrifício perpétuo foi abolido?

Em suma:

- se para a validade da Missa é necessário fazer aquilo que faz a Igreja;

- e se a Igreja de hoje não faz mais o que fazia a Igreja de ontem e de sempre;

Seria necessário concluir que a Missa de hoje não tem validade?

A validade da Missa depende então da fé pessoal do "presidente", e muitos "presidentes", por causa dos defeitos já elencados, demonstram uma clara diminuição de sua fé e alguns nem mesmo crêem mais (40% na França), sobretudo os jovens educados dentro dessa nova mentalidade.

Que há uma diminuição da fé, esse é um fato evidente:

- o Santíssimo Sacramento, no tabernáculo, ficava no centro de nossas igrejas, entronizado sobre o altar principal, objeto de imediata adoração para quem ali entrava. Hoje na maioria das igrejas foi removido e muitas vezes nem mesmo se sabe onde o colocaram. Isso quando não é arrumado de modo verdadeiramente indecoroso! (eu mesmo tive oportunidade de vê-lo em meio a trastes velhos, numa caixa de papelão dentro de um depósito). O lugar central agora é reservado à mesa;

- A tal mesa não é mais um altar onde antes se guardava as relíquias dos mártires, mas simplesmente uma mesa;

Se reza a Missa voltado para o povo, à moda dos calvinistas e anglicanos e não mais voltados para o oriente ( na direção de onde surge o sol, símbolo do Cristo ressuscitado) ou o tabernáculo;

Incensa-se o Santíssimo da mesma forma que se incensa as estátuas ou o povo: 3X2 ao invés de 3X3 como se fazia antes;

- Durante a Consagração não mais se incensa enquanto se incensa a mesa, as estátuas e o povo (quando se usa o incenso!);

- Não se faz mais a genuflexão depois das palavras da Consagração, antes da elevação. Será que há dúvidas de que essas palavras ditas pelo sacerdote são realmente eficazes? Apresenta-se a hóstia ao povo e o povo consagra junto com o sacerdote (sacerdócio comum do "presidente" e dos batizados?);

Existe ainda a tendência de se querer diminuir o número das missas durante a semana, substituindo-as talvez pela leitura da Bíblia, enquanto antes a Missa era obrigatória todos os dias, em todas as paróquias;

- A comunhão é dada na mão dos comungantes, ao passo que até 1989 era considerado um sacrilégio tocar o Santíssimo;

- A comunhão é recebida em pé ou sentadoenquanto antes se recebia de joelhos com uma geneflexão antes e depois ao se levantar;

- Todos os homens e mulheres, podem tocar o Santíssimo e até mesmo distribuí-Lo,enquanto antes era um privilégio único dos sacerdotes ou diáconos;

- Não se usa mais a pátena, por isso os Fragmentos caem pelo chão e são pisados (Lúcifer deve invejar este pecado que ele jamais conseguiu cometer);

- Se joga fora a água das abluções logo depois da comunhão (isso quando fazem abluções!), enquanto antes o sacerdote, depois de ter lavado os dedos com o vinho e com a água, bebia tudo;

- Supressão geral da bênção eucarística.

Sobre esses pontos, os sacerdotes mais devotos se encontram num conflito constante e devem lutar continuamente contra as perversões advindas desta novidade, ou então devem se adequar mesmo violando suas consciências.


Outros fenômenos concomitantes:


- Nos anos 70, cerca de cem mil sacerdotes abandonaram o sacerdócio, e não por motivos fúteis ou vulgares, mas devido à crise religiosa e de identidade. Desculpem-me, mas se uma doutrina (sobre o sacerdócio e a Missa) que lhe foi ensinada como verdadeira, num golpe só, lhe é declarada como equivocada, é natural que você resolva mandar tudo pelos ares;

Existe uma proibição insidiosa contra o verdadeiro rito católico, como se fosse um terror sacro, uma antipatia visceral inexplicável, um ódio sobrenatural só de pensá-lo (Lutero não está muito longe!);

Pela primeira vez na história, as reformas das ordens religiosas não provocaram um retorno ao rigor dos fundadores, mas uma adaptação e uma abertura maior à mentalidade do mundo, da qual os religiosos antes eram desapegados e afastados. E tudo isso estranhamente organizado pelos próprios Superiores Maiores, enquanto semeia-se a suspeita, o desprezo e a marginalização por aqueles religiosos que quiseram manter sua fidelidade ao hábito, aos votos e às suas regras religiosas;

- Os sacerdotes e muitos religiosos se secularizaram (hábito e estilo de vida);

- Os leigos passaram a fazer parte do clero, com a introdução do diaconato permanente para homens casados;

Os seminários e conventos de fecham ou se adaptam à mentalidade do mundo;

- Cada vez mais os "católicos" se "consagram" às chamadas "comunidades eclesiais", fundadas por mestres dúbios, espécie de gurus, formando assim espécies de guetos separados, superiores à comunidade dos fiéis, com seus ritos floridos e multicoloridos e sua própria hierarquia;

- Variações infinitas no que diz respeito ao dogma, à moral, à Sagrada escritura, à liturgia;

- Entre os fiéis, cada vez mais, ganha terreno a idéia de que todas as religiões são boas, desde que o homem seja bom.

As chagas são incontáveis, a confusão é total, a Igreja tornou-se uma Babel.

E então se faz necessário retornar à alma da Igrejaa santa Missa autêntica, não reformada, na espera de tempos melhores.

E uma vez que, como diz o provérbio latino: "Lex orandi, lex credenti" (a lei da oração estabelece a lei da Fé), ou seja, assim como se reza, assim se crê, da verdadeira Missa Católica desabrocha a fé católica necessária para a salvação.

A Santa Missa não é uma invenção do Papa São Pio V, mas a compilação da Missa romana antiga da qual foram tirados alguns acréscimos introduzidos no decorrer dos séculos: em suma, esse é o rito romano antigo retornado à sua simplicidade primitiva e tornado obrigatório depois de apenas seis meses de trabalho em todo o orbe católico e até o fim do mundo, com ameaças para quem ousasse retocá-lo.

Não é como a nova Missa, que depois de trinta anos ainda está em fase de pesquisa e de modificações, sujeita ao capricho desse ou daquele "presidente" ou de qualquer liturgista de plantão, os quais não sabem o que querem e nem pra onde vão, todavia se acham infalíveis e investidos de poderes absolutos, de autoridade drástica. Cheios de ciência, competência, eles sabem de tudo!

"Orgulho é sem dúvida aquela confiança em si mesmo pelo qual se erguem como regra universal. Orgulho é aquela vanglória que ali se apresenta fazendo os dizer, altivos e inchados: nós não somos como o resto da humanidade! E que para não os fazerem entrar em confronto com os demais, lhes empurra para as mais absurdas novidades." (São Pio X).

"Virá um tempo em que não suportarão mais a sã doutrina e levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si, afastarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas" (2 Tim., 4, 3-4).

"Se o sal perder o sabor, não serve senão para ser jogado fora e pisoteado pelo povo" (Mt, 5, 13).

“Resisti-lhe fortes na fé.” (I Ped 5, 9.)


Padre Louis Demornex.


quarta-feira, 6 de maio de 2015

Função e simbolismos da música.

Os pensadores medievais insistiam em que há dois modos de degustar a música.

Uma é a forma vulgar que fica no sensível, no prazer imediato da orelha afagada pelos sons doces.

A outra forma é intelectual: ela eleva a beleza sonora até o mundo das proporções inteligíveis, até o próprio Deus.

Na primeira forma os compositores se comprazem na simples audição e compõem segundo seu capricho.

Na segunda forma, compõem segundo as regras.

Os primeiros são como bêbados que voltam para casa sem conhecer o caminho.

Os outros são sábios que sabem o que fazem e como o fazem.

Para os sábios, a música é uma atividade intelectual e contemplativa. Ouvindo-a com inteligência penetra-se no mundo dos mistérios sublimes, das regras da harmonia, dos números eternos.

Assim faziam os Antigos, ensina Casiodoro, mas os cristãos sobem mais alto e chegam até a unidade, i. é, até a fonte de todas as harmonias, o Criador de todas as belezas, a Felicidade absoluta.

Então, a música se dilata num êxtase místico.

A catedral de pedra é símbolo do mundo invisível, ela lembra a sociedade perfeita do Céu. Assim também é a música.

A cítara nos lembra a Sagrada Escritura: sua caixa é o símbolo da história, suas cordas esticadas fazem aparecer o sentido místico dos acontecimentos.

O duplo tetracórdio é símbolo de Cristo.

O primeiro tetracórdio representa sua Humanidade santíssima: pelos sons graves nos fala de sua vida oculta, pelos sons agudos nos fala de sua Paixão e Morte.

O segundo tetracórdio é a imagem da harmonia divina realizada na Ressurreição e na glória eterna.

A sinfonia é a imagem do Universo unificado em Deus.

Guilherme de Auvergne vê nas notas mais altas a harmonia das criaturas mais sublimes. Para ele os sons graves são signo dos seres materiais.

Todo concerto é o símbolo da harmonia cósmica, da fabulosa unidade do universo estruturado com hierarquia e proporção.

(Fonte: excertos de Edgar de Bruyne, “Études d’esthétique médiévale”, tomo 2, Albin Michel, Paris).

Download Católico

sexta-feira, 28 de junho de 2013

O Melhor do Canto Gregoriano.


MOTU PROPRIO
TRA LE SOLLICITUDEDO SUMO PONTÍFICE
PIO X
SOBRE A MÚSICA SACRA

INTRODUÇÃO
Entre os cuidados do ofício pastoral, não somente desta Suprema Cátedra, que por imperscrutável disposição da Providência, ainda que indigno, ocupamos, mas também de todas as Igrejas particulares, é, sem dúvida, um dos principais o de manter e promover o decoro da Casa de Deus, onde se celebram os augustos mistérios da religião e o povo cristão se reúne, para receber a graça dos Sacramentos, assistir ao Santo Sacrifício do altar, adorar o augustíssimo Sacramento do Corpo do Senhor e unir-se à oração comum da Igreja na celebração pública e solene dos ofícios litúrgicos.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Papa Bento XVI e a Liturgia.

Prezados irmãos e irmãs, a Paz de Cristo!

Hoje gostaria de deixar para vocês meditarem, um trecho de um texto que faz parte da "Introdução ao Espírito da Liturgia", escrito pelo então Papa Bento XVI, quando este ainda era Cardeal. Segue o texto: "É totalmente absurdo, na tentativa de tornar a Liturgia 'mais atraente', recorrer a espetáculos de pantomimas de dança, possivelmente com grupos profissionais, que muitas vezes, terminam em aplausos. Sempre que haja aplausos pelos aspectos humanos na Liturgia, é sinal de que a sua natureza se perdeu inteiramente, tendo sido substituída por diversão de gênero religioso." (Cardeal Joseph Ratzinger, Introdução ao Espírito da Liturgia)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

O padre de "ontem" é o mesmo de "hoje"?



Por Rodrigo de Luna



Quando falamos na palavra "padre" qual é o primeiro pensamento que nos vem em mente?

Um homem de batina preta? 
Um homem rezando uma Missa com uma "túnica branca"? 
- Um homem comum como todos os outros?

Nos dias de hoje o termo mais adequado é o da última opção, não por apelação, mas sim por que os próprios padres buscam isto!

Vejamos esta foto:

Algumas pessoas perguntariam: "Em mil novecentos e quanto foi tirada esta foto?", já outras que possuem um pouco mais de conhecimento poderiam até ironizar: "Isso foi no Concílio de Trento?" e tendo as chances de várias outras perguntas e afirmações mirabolantes. Vemos nada mais que dois padres caminhando em uma calçada vestindo suas respectivas batinas que eram tão comuns na época, quanto a famosa "camisa clerical" dos dias de hoje.

A foto foi tirada em um tempo onde era perfeitamente normal os padres usarem batina, saturno ou barrete, seminaristas vestidos da mesma forma, andando por aí sem "vergonha" alguma. São imagens como estas que, infelizmente, são raríssimas atualmente. É triste não apenas nós, simples leigos, mas também para os próprios padres, verem aos poucos a maioria dos padres abandonarem a veste que é e continuará sendo tão importante até o fim dos dias para os padres do mundo inteiro, pois a batina é um sinal, um sinal de consagração. Quantos não morreram por apenas a usarem?

Nos dias de hoje, a grande maioria dos padres optaram por usarem roupas que os façam parecer mais com os leigos, mas apenas tendo uma pequena característica que os distinguem dos mesmos: Uma pequena palheta branca que se usa entre as duas golas da camisa, fazendo então a camisa clerical, como vemos na foto:

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Abaixo-assinado Pela permanência do Mosteiro Carmelita Tradicional em Atibaia e em favor do Frei Tiago de São José.


Em face à expulsão do Mosteiro Carmelita Tradicional de Atibaia-SP e do Pe. Christian Augusto Spinola Montandon, conhecido como Frei Tiago de São José, em 20 de Novembro de 2012, por razões "obscuras" por parte de sua Excelência Dom Sérgio Aparecido Colombo, Bispo de Bragança Paulista, pedimos a revogação da atitude tomada e a conseqüente autorização da permanência do Mosteiro e do Frei, sem alterações sobre o modo como ele funcionou durante os últimos anos.

Os signatários

Clique aqui e assine o abaixo assinado

terça-feira, 19 de junho de 2012

Papa Bento XVI, sobre a reforma litúrgica conciliar: Houve muitos equívocos e irregularidades.

“Com base numa apreciação cada vez mais profunda das fontes da Liturgia, o Concílio promoveu a participação plena e ativa dos fiéis no Sacrifício Eucarístico. Hoje, olhando os desejos então expressos pelos Padres Conciliares sobre a renovação litúrgica à luz da experiência da Igreja universal no período transcorrido, é claro que uma grande parte foi alcançada; mas vê-se igualmente que houve muitos equívocos e irregularidades. A renovação das formas externas, desejada pelos Padres Conciliares, visava tornar mais fácil a penetração na profundidade íntima do mistério; o seu verdadeiro objetivo era levar as pessoas a um encontro pessoal com o Senhor presente na Eucaristia, e portanto com o Deus vivo, de modo que, através deste contato com o amor de Cristo, o amor mútuo dos seus irmãos e irmãs também pudesse crescer. Todavia, não raro, a revisão das formas litúrgicas manteve-se a um nível exterior e a ‘participação ativa’ foi confundida com o agitar-se externamente. Por isso, ainda há muito a fazer na senda duma real renovação litúrgica. Num mundo em mudança, obcecado cada vez mais com as coisas materiais, precisamos de aprender a reconhecer de novo a presença misteriosa do Senhor Ressuscitado, o único que pode dar respiração e profundidade à nossa vida.”
“A Eucaristia é o culto da Igreja inteira, mas requer também pleno empenho de cada cristão na missão da Igreja; encerra um apelo a sermos o povo santo de Deus, mas chama também cada um à santidade individual; deve ser celebrada com grande alegria e simplicidade, mas também de forma quanto possível digna e reverente; convida-nos a arrepender dos nossos pecados, mas também a perdoar aos nossos irmãos e irmãs; une-nos a todos no Espírito, mas também nos ordena, no mesmo Espírito, de levar a boa nova da salvação aos outros.”

O que pode o que não se pode fazer em termos de liturgia.

"Os abusos, sem dúvida, «contribuem para obscurecer a reta fé e a doutrina católica sobre este admirável Sacramento». Desta forma, também se impede que possam «os fieis reviver de algum modo a experiência dos discípulos de Emaús: Então se lhes abriram os olhos e o reconheceram»... Não é estranho que os abusos tenham sua origem em um falso conceito de liberdade. Posto que Deus nos tem concedido, em Cristo, não uma falsa liberdade para fazer o que queremos, mas sim a liberdade para que possamos realizar o que é digno e justo. Isto é válido não só para os preceitos que provêm diretamente de Deus, mas sim também, de acordo com a valorização conveniente de cada norma, para as leis promulgadas pela Igreja. Por isso, todos devem se ajustar às disposições estabelecidas pela legítima autoridade eclesiástica" (Redemptionis Sacramentum).

Abusos litúrgicos: o que são e o que se deve fazer para combatê-los

O abuso litúrgico é antes de tudo uma falsificação da liturgia católica, no dizer da Instrução Redemptionis Sacramentum. Todo católico tem o direito de ver celebrada a sagrada liturgia sem improvisações, sem experimentação, de acordo com as normas estabelecidas pela Santa Sé. Esse direito reclama dos presbíteros e também dos demais fieis o dever de observar rigorosamente as regras litúrgicas. Todo católico deve, portanto, instruir-se a respeito do assunto e lutar, com maturidade e serenidade, para que os Santos Mistérios sejam celebrados segundo a liturgia determinada pela Igreja.
Selecionamos nesta página alguns equívocos infelizmente frequentes em termos de liturgia. Lembramos, mais uma vez, que a leitura da Instrução Redemptionis Sacramentumé importantíssima, quase obrigatória. Também recomendamos a leitura da Instrução Geral do Missal Romano, nos tópicos de interesse.
Por fim, um convite à prudência. A premissa com que se deve trabalhar é: sem caridade, melhor não agir. O dano de uma correção feita sem caridade pode ser maior que o próprio abuso. O fiel deve, portanto, apoiar-se, primeiro, na caridade, segundo, na caridade, terceiro, na caridade, ao tomar a iniciativa de apontar um abuso litúrgico. A título de sugestão, recomendaríamos o engajamento nas equipes pastorais responsáveis pelo auxílio à liturgia, como forma de melhor educar a comunidade. Se o equívoco for feito pelo próprio sacerdote, deve-se conversar diretamente com ele, sem antecipar o assunto com outros fieis, o que seria um desrespeito ao ministro de Deus. É claro que nos casos mais graves (vide "Graviora delicta" na Redemptionis Sacramentum), o assunto poderá exigir uma comunicação ao bispo.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Padre Paulo Ricardo: É proibido ajoelhar-se durante a consagração?

Assim está escrito: “para que, ao nome de Jesus, se dobre todo joelho dos seres celestes, dos terrestres e dos que vivem sob a terra, e, para glória de Deus, o Pai, toda língua confesse: Jesus é o Senhor.” (Fl 2,10) Ora, o momento da consagração eucarística é o mais solene, o mais importante da vida do cristão. Ele faz memória, ou seja, traz para o presente, o sacrifício de Jesus. A imolação do Cordeiro. A Nova Aliança. A remissão dos pecados. Nada há de mais importante na vida do cristão católico que a celebração da Santa Missa e, por conseguinte, a consagração. Portanto, ajoelhar-se nesse momento e adorar Aquele que é, deveria ser tão natural quanto respirar.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

"Carnaval com Cristo" é um ato profano. Associar o Santo nome de Cristo ao carnaval é uma heresia.

O que podemos dizer sobre o dito "Carnaval com Cristo", onde muitos protestantes e carismáticos fazem questão de associar o nome Santo de Cristo com a festa pagã e profana que é o carnaval. É uma verdadeira blasfêmia e heresia, muitas paróquias católicas dedicarem seus ditos ministérios para danças e encenações.

O VERDADEIRO CATÓLICO, faz do carnaval, uma preparação para a Quaresma que deve ser realizada com muita oração, penitência e caridade.

O carnaval não é uma festa católica. Era uma festa pagã que os romanos realizavam em fevereiro, as februália.

Como os cristãos iam passar quarenta dias sem comer carne, o nome carnaval se entendeu como "carne vale", isto é, os últimos dias em que se podia comer carne antes da Quaresma.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Cardeal Cañizares: É recomendável comungar na boca e de joelhos.

REDAÇÃO CENTRAL, 27 Jul. 11 / 01:27 pm (ACI/EWTN Noticias)

Em entrevista concedida à agência ACI Prensa, o Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos no Vaticano, Cardeal Antonio Cañizares Llovera, assinalou que é recomendável que os católicos comunguem na boca e de joelhos.

Assim indicou o Cardeal espanhol que serve na Santa Sé como máximo responsável, depois do Papa, pela liturgia e os sacramentos na Igreja Católica, ao responder se considerava recomendável que os fiéis comunguem ou não na mão.

A resposta do Cardeal foi breve e singela: "é recomendável que os fiéis comunguem na boca e de joelhos".

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Perguntas & Respostas: Palmas na Missa II.



 Palmas na Missa
PERGUNTA
Nome:Edu
Enviada em:11/12/2000
Local:MG,

Prezado Prof. Orlando.
Minha pergunta pode até parecer tola, mas estou com essa duvida: A partir desse ano em minha paróquia, a assembléia começou a bater palmas após a leitura do evangelho, está prática está correta?

Edu.MG 



RESPOSTA

Perguntas & Respostas: Palmas na Missa.



 Palmas na missa
PERGUNTA
Nome:André
Enviada em:08/10/2003
Local:Brasília - DF,
Religião:Católica
Idade:23 anos
Escolaridade:2.o grau concluído

Bem, li o comentário de vocês em relação a palmas na missa.Temos que difenrenciar bem, palmas de aplausos.O próprio Sacrosanctum Concilium e seu número 30 diz que deve-se incentivar as ações gestos, o porte do corpo.Ãplausos sim são um abuso.Outra coisa é dizer que a missa é em si triste.A missa é sim a renovação do do sacrificio de Jesus mas a sua dinamica conduz partes de alegria.Como não se alegrar ao ouvri a palavra de Deus ou ao Cantar o Hino de Louvor.Como naõ se alegrar ao nos juntarmos aos anjos e santos para dizermos santo, santo , santo.Também não devemos deixar a missa com carater de pessoalidade.Estamos nima celebração comunitária e não pessoal e intimista.As