Mostrando postagens com marcador Missa Tridentina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Missa Tridentina. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

O Grande Milagre (Legendado).


A animação El gran milagro (O grande milagre) é uma proposta interessante porque elucida parte a parte a Santa Missa, numa proposta envolvente que poderia atrair toda a família: desde a criança de cinco anos (afinal, é uma animação) aos mais velhos.

Todo o filme é baseado e feito a partir do Testemunho da Missionária Leiga do Coração Misericordioso de Jesus, Catalina Rivas, transcrito no livro "A Santa Missa", que tem o "Imprima-se!" do Bispo Ordinário:

Imprimatur de Mons. José Oscar Barahona C., Bispo de San Vicente (El Salvador)
"Li atentamente o impresso A Santa Missa, Testemunho de Catalina, Missionária leiga do Coração Misericordioso de Jesus, e não encontro nele nada contrário à Sagrada Escritura nem à doutrina da Igreja; pelo contrário, creio sinceramente que é um testemunho de sublime ensinamento sobre o mistério da Santa Missa. Recomendo vivamente sua leitura e meditação a sacerdotes e leigos para uma melhor compreensão e vivência do Santo Sacrifício do Altar."
San Vicente, 2 de março de 2004
Antes de falarmos do filme, é interessante termos em conta o posicionamento da Igreja quanto às "Aparições e Revelações Particulares", contido no documento homônimo, quando se refere aos critérios de discernimento das mesmas:
"O conteúdo da aparição não pode contradizer nem à razão humana, por falso, maldoso ou imoral, nem à Revelação divina, aos dogmas e a doutrina magisterial da Igreja." (Nº 2, b)

Analogamente, em 1996, o Serviço de Animação Mariana, de Anápolis-GO, lançou o livro do Padre Francisco Rudroff  "Santa missa Mistério da nossa fé - Meditações em Palavras e Imagem", buscando aproximar-nos de tão grande Mistério, pelo que não se vê, com as belíssimas gravuras, uma forma atual de adentrar no conhecimento da "Beleza tão antiga e tão nova", como dizia Santo Agostinho.

*******

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Por que retornar à Missa de São Pio V?

APRESENTAMOS A SEGUNDA CARTA

Do Rev. Padre Louis Demornex a seus paroquianos em CASERTA, ITÁLIA.


Reflexões e comparações entre as duas Missas.


1- A Missa Católica (do Catecismo de São Pio X).

A santa Missa é o sacrifício do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo que, sob as espécies do pão e do vinho, se oferece por mãos do sacerdote a Deus sobre o altar, memória e renovação do sacrifício da Cruz.

- Se trata de um verdadeiro sacrifício ou imolação do Corpo e do Sangue do Senhor Jesus.

- O sacerdote é o sacrificador da vítima oferecida pelos pecados do mundo. É Cristo que na pessoa do sacerdote, se oferece a Deus Pai para expiar pelos nossos pecados e livrar-nos do mal.

- A presença do Senhor é real, substancial e física sob as espécies eucarísticas, prescindindo da presença do povo.


Praticamente:


- Afirmação da presença do Corpo, Sangue, Alma e Divindade de nosso Senhor Jesus Cristo sob as aparências do pão e do vinho, isto é, a substância do pão e do vinho é transformada na substância do Corpo e Sangue do Senhor.

- Afirmação do sacerdócio ministerial, isto é, o sacerdote é consagrado com um caráter indelével para ser em eterno um outro Cristo, para permitir que Cristo na sua pessoa e através da sua pessoa, abençoe, perdoe os pecados e consagre o pão e o vinho.

- A Missa é válida e justificada ainda que esteja presente apenas o sacerdote, porque Cristo no sacerdote consagra a Si mesmo nas espécies eucarísticas e se oferece ao Pai como vítima pelos nossos pecados renovando o sacrifício do Calvário, onde sozinho e abandonado se imolava por todos nós.



2- Na nova Missa - (Instituição Geral do Missal Romano, nE° 7)

A ceia do Senhor, ou Missa, é a santa assembléia ou reunião do povo de Deus que se reúne sob a presidência do sacerdote para celebrar o memorial do Senhor. Portanto, no que diz respeito à reunião local da santa Igreja, vale de modo eminente a promessa de Cristo: "Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estou no meio deles" (Mt., 18, 20).

- Se trata de uma reunião do povo.

- O sacerdote é o presidente de uma assembléia para dirigir o encontro. Ele é em tudo igual aos fiéis ( ato penitencial inicial e rito de comunhão comum ao sacerdote e aos fiéis).

- A presença do Senhor é puramente espiritual, e se faz possível através da reunião do povo, portanto inexistente sem o povo.


Praticamente:


- Negação implícita da presença real do Senhor nas espécies eucarísticas. Afirmação de uma mera presença espiritual no povo.

- Negação do sacerdócio ministerial, relegando-o a uma função de presidência para dirigir uma assembléia ( na nova linguagem o sacerdote preside a Missa, não mais celebra a Missa).

- Não tem sentido uma Missa sem a presença do povo, o qual é necessário para garantir a presença espiritual do Senhor.

#    #   #

Se as palavras possuem algum sentido, é impossível não constatar à primeira vista essas diferenças.

Se por outro lado não era intenção do Redator dar esse significado às suas palavras, ou seja, modificar totalmente a doutrina católica sobre a santa Missa, então que ele volte à escola primária para aprender a se expressar.

Mas como o redator era inteligente, é claro que ele quis exprimir o seu pensamento e a sua fé em termos inequívocos.

Depois, foi redigida uma outra definição da Missa, menos herética, mas isso não mudou a realidade do novo rito.

É como se um arquiteto desenhasse a planta de uma casa e depois da sua construção ele percebesse que a casa não se sustenta de pé, aí então ele se contentasse em mudar a planta sem no entanto modificar a casa.

Ouçamos a voz dos protestantes, neste caso, bem mais iluminados do que os Católicos:

Lutero, a respeito do rito católico:
"Eu declaro que todos os bordéis, os homicídios, os furtos, os assassinatos e os adultérios não são nada em comparação com aquela abominação que é a missa papista.".

Os protestantes de hoje a propósito do novo rito:

Max Thurian (da Comunidade de taizé, um dos seis pastores que participaram na redação do novo rito - La Croix, 30.5.1969): "Um dos frutos do Novus Ordo será que talvez as comunidades não Católicas poderão celebrar a santa ceia com as mesmas orações da Igreja Católica. Teologicamente é possível."

Siegevalt (professor na Faculdade protestante de Strasburgo - Le Monde, 22.11.1969): " Agora, na missa renovada, não há nada que possa perturbar o cristão evangélico"

S. A. Teinone (teólogo luterano - La Croix, 5.5.1972): " A maior parte das reformas desejadas por Lutero existem de agora em diante no próprio interior da Igreja Católica...então por que não reunirmo-nos?"

- A este ponto quem não quer ver e compreender é no mínimo desonesto.

- Não interessa o que agrada e o que não agrada, o importante é a Verdade, isto é, a comunhão com Deus.

- Criar um rito que agrada, mas que é falso e herético é o mesmo que dar murros ao vento com a ilusão de amassar o pão.

- Além do mais é uma injúria contra Deus e uma traição aos fiéis católicos.

Fala-se de obediência.

Mas se alguém me apresentar uma pedra e me disser que por obediência devo acreditar que é um pão, posso até crer por ignorância, por medo, por comodismo, mas nada disso diminui o fato de que uma pedra é uma pedra.

A obediência na Igreja é uma arma mortífera se mal interpretada, porque toda a vida da Igreja está baseada na obediência, sendo a Igreja uma sociedade monolítica construída sobre Pedro.

Portanto o primeiro obediente deve ser o Papa, que não pode afastar-se da verdade:

" O Espírito Santo não foi prometido aos sucessores de Pedro, para que por sua revelação, ensinassem uma nova doutrina, mas para que por sua assistência, guardassem santamente e expusessem fielmente a revelação transmitida pelos Apóstolos, ou seja, o depósito da Fé." (Concilio Vaticano I).

Se por hipótese o Papa se afastasse da verdade, dada a mentalidade Católica, ele arrastaria com muita facilidade toda a Igreja para fora da verdade.

Ora, através das duas diferentes definições de Missa e do comentário dos protestantes, torna-se claro que o novo rito se afastou da doutrina católica a respeito da Missa.

Não se julga as intenções, olha-se para os fatos e contra fatos os argumentos e as intenções nada valem. Não interessa as justificativas dos inovadores sobre uma presunta "maior riqueza contida nos novos livros litúrgicos".

Por obediência, se passou de uma realidade da Missa, católica, dogmática, canonizada, para uma realidade protestante.

Será que eu posso chamar uma pedra de pão só por obediência?

Posso por acaso seguir um rito reformado só porque assim me ordenou a Autoridade? Muito cômodo! Peçamos então aos protestantes que se tornem novamente Católicos em nome da obediência!

Posso por acaso chamar a Missa Católica, "nova missa", tão longínqua das definições do Concílio dogmático de Trento e tão aplaudida pelos protestantes, usando o pretexto de que esta foi imposta do "Alto"?

A primeira regra da obediência é a vontade divina, assim diz São Tomás de Aquino, e a segunda regra é a vontade dos superiores na medida em que esses aderem a Cristo. Pelo qual é um dever repreender os superiores caso esteja em jogo um perigo para a fé. Neste caso os superiores deveriam ser repreendidos pelos seus inferiores e até mesmo publicamente. Esse foi o modo como agiu São Paulo em relação a São Pedro (Summa Theologiae, II-II, q. 33, a. 4, ad 2m).

Dizem que basta rezar com devoção.

Mas muitos protestantes, muçulmanos ou budistas rezam com sincera devoção, e nem por isso podemos dizer que seus cultos são verdadeiros.

"Os deuses dos pagãos são demônios" (Salmo 95).

Dizem que todos agem assim.

Por ter afirmado a verdade, Jesus ficou só diante de Pilatos e isso não diminui o fato de que apenas Ele tinha razão.

Em suma, quando se diz que o novo rito da Missa representa, seja no seu todo como nos seus detalhes, um impressionante afastamento da teologia Católica da Santa Missa, tal qual essa foi formulada na sessão XXII do Concílio Tridentino, de forma alguma se trata de opinião pessoal de qualquer cardeal tradicionalista retrógrado, mas sim da fé de toda a Igreja expressa naquele Concílio Dogmático. Se depois de tudo isso alguém quisesse se afastar, teria toda a liberdade, mas que não continuasse usando o nome de Católico para não confundir os filhos da Igreja.

Não interessa quem escreveu aquela definição, interessa a verdade sobre a Missa.


Há alguns que alegam que os dois ritos são equivalentes.

É como se me dissessem que o violino e a guitarra são iguais. Por que não experimentam pedir ao grande Paganini para tocar o IV concerto brandeburguês com o arco sobre as cordas de uma guitarra? Depois me dêem notícias dessa obra prima!

Peçam a um sacerdote sério pra celebrar o sacrifício do Calvário com este instrumento protestante que é o novo rito (anglicano-calvinista), forjado para recordar unicamente a ceia do Senhor, e provavelmente vocês terão uma Missa, mas verdadeiramente deturpada.

Por outro lado, se fossem equivalentes (e o nega seja a teologia católica, seja a protestante), por que motivo inventar um rito todo novo quando já temos um belíssimo, feito e aprovado por toda a história e teologia da Igreja?

Seguindo a nova definição da Missa - e até mesmo os teólogos protestantes confirmam que o conteúdo corresponde à definição - não se faz mais aquilo que antes fazia a Igreja Católica. Será então que deveríamos concluir que o sacrifício perpétuo foi abolido?

Em suma:

- se para a validade da Missa é necessário fazer aquilo que faz a Igreja;

- e se a Igreja de hoje não faz mais o que fazia a Igreja de ontem e de sempre;

Seria necessário concluir que a Missa de hoje não tem validade?

A validade da Missa depende então da fé pessoal do "presidente", e muitos "presidentes", por causa dos defeitos já elencados, demonstram uma clara diminuição de sua fé e alguns nem mesmo crêem mais (40% na França), sobretudo os jovens educados dentro dessa nova mentalidade.

Que há uma diminuição da fé, esse é um fato evidente:

- o Santíssimo Sacramento, no tabernáculo, ficava no centro de nossas igrejas, entronizado sobre o altar principal, objeto de imediata adoração para quem ali entrava. Hoje na maioria das igrejas foi removido e muitas vezes nem mesmo se sabe onde o colocaram. Isso quando não é arrumado de modo verdadeiramente indecoroso! (eu mesmo tive oportunidade de vê-lo em meio a trastes velhos, numa caixa de papelão dentro de um depósito). O lugar central agora é reservado à mesa;

- A tal mesa não é mais um altar onde antes se guardava as relíquias dos mártires, mas simplesmente uma mesa;

- Se reza a Missa voltado para o povo, à moda dos calvinistas e anglicanos e não mais voltados para o oriente ( na direção de onde surge o sol, símbolo do Cristo ressuscitado) ou o tabernáculo;

- Incensa-se o Santíssimo da mesma forma que se incensa as estátuas ou o povo: 3X2 ao invés de 3X3 como se fazia antes;

- Durante a Consagração não mais se incensa enquanto se incensa a mesa, as estátuas e o povo (quando se usa o incenso!);

- Não se faz mais a genuflexão depois das palavras da Consagração, antes da elevação. Será que há dúvidas de que essas palavras ditas pelo sacerdote são realmente eficazes? Apresenta-se a hóstia ao povo e o povo consagra junto com o sacerdote (sacerdócio comum do "presidente" e dos batizados?);

- Existe ainda a tendência de se querer diminuir o número das missas durante a semana, substituindo-as talvez pela leitura da Bíblia, enquanto antes a Missa era obrigatória todos os dias, em todas as paróquias;

- A comunhão é dada na mão dos comungantes, ao passo que até 1989 era considerado um sacrilégio tocar o Santíssimo;

- A comunhão é recebida em pé ou sentado, enquanto antes se recebia de joelhos com uma geneflexão antes e depois ao se levantar;

- Todos os homens e mulheres, podem tocar o Santíssimo e até mesmo distribuí-Lo,enquanto antes era um privilégio único dos sacerdotes ou diáconos;

- Não se usa mais a pátena, por isso os Fragmentos caem pelo chão e são pisados (Lúcifer deve invejar este pecado que ele jamais conseguiu cometer);

- Se joga fora a água das abluções logo depois da comunhão (isso quando fazem abluções!), enquanto antes o sacerdote, depois de ter lavado os dedos com o vinho e com a água, bebia tudo;

- Supressão geral da bênção eucarística.

Sobre esses pontos, os sacerdotes mais devotos se encontram num conflito constante e devem lutar continuamente contra as perversões advindas desta novidade, ou então devem se adequar mesmo violando suas consciências.


Outros fenômenos concomitantes:


- Nos anos 70, cerca de cem mil sacerdotes abandonaram o sacerdócio, e não por motivos fúteis ou vulgares, mas devido à crise religiosa e de identidade. Desculpem-me, mas se uma doutrina (sobre o sacerdócio e a Missa) que lhe foi ensinada como verdadeira, num golpe só, lhe é declarada como equivocada, é natural que você resolva mandar tudo pelos ares;

- Existe uma proibição insidiosa contra o verdadeiro rito católico, como se fosse um terror sacro, uma antipatia visceral inexplicável, um ódio sobrenatural só de pensá-lo (Lutero não está muito longe!);

- Pela primeira vez na história, as reformas das ordens religiosas não provocaram um retorno ao rigor dos fundadores, mas uma adaptação e uma abertura maior à mentalidade do mundo, da qual os religiosos antes eram desapegados e afastados. E tudo isso estranhamente organizado pelos próprios Superiores Maiores, enquanto semeia-se a suspeita, o desprezo e a marginalização por aqueles religiosos que quiseram manter sua fidelidade ao hábito, aos votos e às suas regras religiosas;

- Os sacerdotes e muitos religiosos se secularizaram (hábito e estilo de vida);

- Os leigos passaram a fazer parte do clero, com a introdução do diaconato permanente para homens casados;

- Os seminários e conventos de fecham ou se adaptam à mentalidade do mundo;

- Cada vez mais os "católicos" se "consagram" às chamadas "comunidades eclesiais", fundadas por mestres dúbios, espécie de gurus, formando assim espécies de guetos separados, superiores à comunidade dos fiéis, com seus ritos floridos e multicoloridos e sua própria hierarquia;

- Variações infinitas no que diz respeito ao dogma, à moral, à Sagrada escritura, à liturgia;

- Entre os fiéis, cada vez mais, ganha terreno a idéia de que todas as religiões são boas, desde que o homem seja bom.

As chagas são incontáveis, a confusão é total, a Igreja tornou-se uma Babel.

E então se faz necessário retornar à alma da Igreja: a santa Missa autêntica, não reformada, na espera de tempos melhores.

E uma vez que, como diz o provérbio latino: "Lex orandi, lex credenti" (a lei da oração estabelece a lei da Fé), ou seja, assim como se reza, assim se crê, da verdadeira Missa Católica desabrocha a fé católica necessária para a salvação.

A Santa Missa não é uma invenção do Papa São Pio V, mas a compilação da Missa romana antiga da qual foram tirados alguns acréscimos introduzidos no decorrer dos séculos: em suma, esse é o rito romano antigo retornado à sua simplicidade primitiva e tornado obrigatório depois de apenas seis meses de trabalho em todo o orbe católico e até o fim do mundo, com ameaças para quem ousasse retocá-lo.

Não é como a nova Missa, que depois de trinta anos ainda está em fase de pesquisa e de modificações, sujeita ao capricho desse ou daquele "presidente" ou de qualquer liturgista de plantão, os quais não sabem o que querem e nem pra onde vão, todavia se acham infalíveis e investidos de poderes absolutos, de autoridade drástica. Cheios de ciência, competência, eles sabem de tudo!

"Orgulho é sem dúvida aquela confiança em si mesmo pelo qual se erguem como regra universal. Orgulho é aquela vanglória que ali se apresenta fazendo os dizer, altivos e inchados: nós não somos como o resto da humanidade! E que para não os fazerem entrar em confronto com os demais, lhes empurra para as mais absurdas novidades." (São Pio X).

"Virá um tempo em que não suportarão mais a sã doutrina e levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si, afastarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas" (2 Tim., 4, 3-4).

"Se o sal perder o sabor, não serve senão para ser jogado fora e pisoteado pelo povo" (Mt, 5, 13).

“Resisti-lhe fortes na fé.” (I Ped 5, 9.)


Padre Louis Demornex.


terça-feira, 18 de novembro de 2014

Palestras de Dom Athanasius sobre seu novo livro “A Sagrada Comunhão e a Renovação da Igreja”.

Dom Athanasius Schneider convida para as palestras de lançamento de seu novo livro “A Sagrada Comunhão e a Renovação da Igreja”

Dia 27 de novembro, às 19:30, no Mosteiro de São Bento, em São Paulo.

Dia 29 de novembro, às 19:00, na Paróquia da Trindade, em Belém.



Dom Athanasius Schneider - Missa Pontifical na Catedral de Belém (2012).


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Assine a petição para que o Papa Bento XVI Celebre a Missa Tridentina em intenção ao Clero.

Clique na Imagem e assine o pedido para que o Papa celebre a Missa Tridentina em intenção ao Clero.
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Mensagem do criador da petição:

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

André Marie: O que é um tradicionalista?

Uma das coisas mais importantes que uma pessoa tem é a identidade. Isso explica porque os nomes são tão importantes para nós. Adão recebeu poder para designar as coisas no Jardim do Édem, mostrando que ele tinha domínio sobre o restante da criação, incluindo Eva, a quem nomeou. Quando uma criança descobre que um grande animal de olhar estranho tem um nome, ela encontra conforto neste fato, e se o papai pode identificá-lo, a coisa não deve ser tão terrível. Ela é conhecida.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Entrevista com o Pe. Michel Rosa sobre a Missa de Sempre.

Padre Michel Rosa, Frei Márcio Henrique e Dr. Alexandre Oliveira de Franca, deram entrevista à TV local sobre a Missa de Sempre.


Assistam:

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

São Pio X - Terceiro Catecismo da Doutrina Cristã.


São Pio X

O Catecismo de São Pio X é um excelente resumo do Catecismo Romano, mais adequado à formação dos jovens e adultos. Em linguagem clara e concisa, suas perguntas e respostas ajudam a reter a essência da doutrina católica de todos os tempos.



------------------------------------------------------------------------------------------



Introdução

Persignar-se
Pelo sinal + da santa cruz, livrai-nos, Deus + nosso Senhor, dos nossos + inimigos.
Em nome do Pai +, e do Filho + e do Espírito Santo +. Amém.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Por que retornar à Missa de São Pio V?

Por que retornar à Missa de São Pio V?


APRESENTAMOS A SEGUNDA CARTA



Do Rev. Padre Louis Demornex a seus paroquianos em CASERTA, ITÁLIA.




Reflexões e comparações entre as duas Missas.



1- A Missa Católica (do Catecismo de São Pio X).


A santa Missa é o sacrifício do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo que, sob as espécies do pão e do vinho, se oferece por mãos do sacerdote a Deus sobre o altar, memória e renovação do sacrifício da Cruz.

domingo, 15 de março de 2009

Missa Tridentina.




Um Pouco de sua História


A Missa Católica é a mais perfeita representação do irrevogável ato de salvação do Nosso Senhor Jesus Cristo, Seu sacrifício na Cruz. Cada Missa deve manifestar perfeitamente essa doutrina católica através de suas orações e rituais. A liturgia autêntica deve honrar e glorificar a Deus, expiar os homens de seus pecados, e agradecer a Deus pelas graças que Ele concedeu ao mundo.


Porque a Missa é as vezes chamada de Missa “Tridentina”?


“Tridentino” se refere ao Concílio de Trento (1545-1563), que unificou a prática litúrgica na Igreja Ocidental. O Papa São Pio V alcançou esta meta em 1570 quando emitiu a restauração do Missal Romano após o Concilio. A Missa Tridentina foi baseada nas mais antigas e veneráveis fontes litúrgicas Ocidentais. São Pio V decretou na Bula Papal conhecida como Quo Primum que seu único rito de Missa fosse usado por todos na Santa Igreja. No entanto, exceções foram feitas para os ritos que tinham estado em uso contínuo por pelo menos 200 anos. 

Por que o Latim?



O latim continua sendo a língua oficial da Igreja Católica Romana e tem sido usado como a língua litúrgica no Ocidente desde o século III. A natureza imutável do latim tem conservado a doutrina ortodoxa da Missa, que nos foi herdada dos pais da Santa Igreja. O uso do latim na Missa e em documentos oficiais da Igreja tem sido fundamental em apoiar a universalidade e unidade da Igreja. O papa Bento XVI indicou o uso de latim e o canto Gregoriano na liturgia na sua Exortação Papal de 2007 sobre a Eucaristia Sacramentum Caritatis. (http://www.saotomas.com/documentos/exortacao/SacramentumCaritatis.htm) Embora a Missa Tradicional seja dita ou cantada em latim, a maioria dos fiéis que participam na liturgia usam seus próprios livros de oração (missais), que contém o texto em latim acompanhado por sua tradução no vernáculo. As regras que explicam como tal participação deve ocorrer estão na encíclica Mediador Dei do Papa São Pio XII, par. 106. (http://www.saotomas.com/documentos/enciclicas/MEDIATORDEI.htm)


O que esperar da Missa Tradicional?


A princípio, a formalidade e o elaborado rito da Missa Tradicional pode nos parecer um pouco desconhecido. Há uma atmosfera de oração e reverência entre as pessoas nos bancos. Antes da Missa, o silêncio é mantido na igreja demonstrando o respeito à Presença Real de Jesus no Santíssimo Sacramento, que é reservado no tabernáculo no centro do altar. Para criar um espaço sagrado, o altar é separado do corpo principal da igreja por uma barra, que indica o local aonde os fiéis se ajoelham para receber a comunhão, somente na língua. O crucifixo acima do altar relembra o fiel que o Sacrifício da Cruz e o Sacrifício da Missa são os mesmos. As seis velas acessas no altar simbolizam Cristo como a luz do mundo. O sacerdote e a congregação juntos ficam de frente para o tabernáculo e o altar aonde o Sacrifício Sagrado é oferecido. O altar normalmente é colocado na direção oriental da igreja, na direção do sol nascente, simbolizando Cristo Ressuscitado. A comunhão é dada sob uma única espécie, com as palavras "o Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo guarde tua alma para a vida eterna. Amém." O sacerdote diz a oração completa. Há duas formas principais de Missa, Solene (cantada), e rezada. Uma Missa rezada é uma que é simplesmente recitada pelo sacerdote; é menos cerimonial que uma Missa solene. Uma Missa solene é cantada usando várias formas do canto Gregoriano ou polifônico. E o incenso é usado somente na Missa solene. Mais detalhes sobre a Missa Tradicional


Author: Edward Snyder


Download Católico