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segunda-feira, 27 de junho de 2016
sábado, 17 de outubro de 2015
Pobreza e Riqueza
Fonte: Montfort
Idade: 35
Localizaçao: Itapetinga – BA – Brasil
Religião: Católica
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Viva Cristo Rei! Viva a Virgem de Guadalupe!
Wagner Herbet Alves Costa
Itapetinga-BA
Prezado Prof. Orlando Fedeli
Quantos absurdos se escuta, hodiernamente, em pregações e homilias sobre a questão da pobreza… Eu já testemunhei até padre, em missa dominical, ensinar como sendo o projeto do nosso Divino Redentor por fim à pobreza; que não era para existir (no mundo) ricos. Obviamente, esse irreverente ensinamento é devido aos influentes maus e nauseabundos ares duma “teologia” satânica que se diz libertador (tão em voga, depois do Vaticano II), a qual, visivelmente, está eivada do ranço socialista.
PERGUNTA:
Viva Cristo Rei! Viva a Virgem de Guadalupe!
Wagner Herbet Alves Costa
Itapetinga-BA
Prezado Prof. Orlando Fedeli
Quantos absurdos se escuta, hodiernamente, em pregações e homilias sobre a questão da pobreza… Eu já testemunhei até padre, em missa dominical, ensinar como sendo o projeto do nosso Divino Redentor por fim à pobreza; que não era para existir (no mundo) ricos. Obviamente, esse irreverente ensinamento é devido aos influentes maus e nauseabundos ares duma “teologia” satânica que se diz libertador (tão em voga, depois do Vaticano II), a qual, visivelmente, está eivada do ranço socialista.
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Porque a Igreja condenou o estilo de música
PERGUNTA
Nome: Luiz
Enviada em: 28/04/2002
Local: São José dos Campos - SP ,
Religião: Católica
Idade: 16 anos
Escolaridade: 2.o grau em andamento
___________________________________________________________________________
Salve Maria!
Porque a Igreja condenou o estilo de música "valsa"?
Parabenizo o site de vocês, além de agradecer a paciência que vocês têm em responder tantos e-mails com dúvidas (este, por exemplo, é o quarto e-mail que envio a vocês).
Gostaria de fazer ainda um pedido: seria interessante e até mesmo necessário que vcs escrevessem dois cadernos a respeito das Cruzadas e da Santa Inquisição. É grande o número de asneiras que escrevem por aí (meus livros de escola estão recheados deles, e ai de mim se escrever outra coisa nas provas!) é enorme e as poucas informações corretas que podemos encontrar são muito pingadas. Estes cadernos poderiam refutar essas baboseiras que andam soltas por aí.
Orem por mim, para que nunca siga nada contrário à fé católica.
Obrigado,
Luiz Fernando
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Nome: Luiz
Enviada em: 28/04/2002
Local: São José dos Campos - SP ,
Religião: Católica
Idade: 16 anos
Escolaridade: 2.o grau em andamento
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Salve Maria!
Porque a Igreja condenou o estilo de música "valsa"?
Parabenizo o site de vocês, além de agradecer a paciência que vocês têm em responder tantos e-mails com dúvidas (este, por exemplo, é o quarto e-mail que envio a vocês).
Gostaria de fazer ainda um pedido: seria interessante e até mesmo necessário que vcs escrevessem dois cadernos a respeito das Cruzadas e da Santa Inquisição. É grande o número de asneiras que escrevem por aí (meus livros de escola estão recheados deles, e ai de mim se escrever outra coisa nas provas!) é enorme e as poucas informações corretas que podemos encontrar são muito pingadas. Estes cadernos poderiam refutar essas baboseiras que andam soltas por aí.
Orem por mim, para que nunca siga nada contrário à fé católica.
Obrigado,
Luiz Fernando
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domingo, 26 de julho de 2015
Estende tanto os ramos, que as aves do Céu se podem abrigar à Sua Sombra.
Como diz Cristo, o Reino de Deus é como um grão de mostarda. […] Cristo é o Reino: como um grão de mostarda, foi deitado à terra num jardim, o corpo da Virgem. Cresceu e tornou-Se a árvore da cruz que cobre toda a terra. […] Cristo é o Reino, pois nele reside toda a glória do seu reino. E Cristo é o homem, pois o homem na sua totalidade é renovado nele. Cristo é o grão de mostarda, o instrumento de que Deus Se serve para fazer descer toda a sua grandeza em toda a pequenez do homem. Ele próprio Se tornou todas as coisas, para renovar todos os homens nele. Enquanto homem, Cristo recebeu o grão de mostarda que é o Reino de Deus […]; enquanto Deus, possuía-o desde sempre. Ele deitou a semente à terra no seu jardim. […]
O jardim é esta terra cultivada que se estendeu por todo o mundo, lavrada pela charrua da Boa Nova, encerrada pelos limites da sabedoria; os Apóstolos penaram para arrancar todas as ervas daninhas. Dá gosto contemplar as jovens plantas que são os crentes, os lírios que são as virgens e as rosas que são os mártires: flores que dão constantemente o seu perfume.
Cristo semeou, pois, o grão de mostarda no seu jardim. A semente criou raízes quando Ele prometeu o seu Reino aos patriarcas, germinou com os profetas, cresceu com os Apóstolos e tornou-se a árvore imensa que estende os seus longos ramos sobre a Igreja, e lhe prodiga os seus dons. […] Toma as asas de prata da pomba de que fala o Profeta (Sl 67,14). […] Levanta voo para usufruir de um repouso sem fim, fora do alcance dos laços (Sl 90,3), por entre folhagens magníficas. Sê suficientemente forte para assim levantares voo, e vai habitar em segurança nesta vasta morada.
São Pedro Crisólogo (c. 406-450), bispo
Sermão 98; CCL 24A, 602
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O jardim é esta terra cultivada que se estendeu por todo o mundo, lavrada pela charrua da Boa Nova, encerrada pelos limites da sabedoria; os Apóstolos penaram para arrancar todas as ervas daninhas. Dá gosto contemplar as jovens plantas que são os crentes, os lírios que são as virgens e as rosas que são os mártires: flores que dão constantemente o seu perfume.
Cristo semeou, pois, o grão de mostarda no seu jardim. A semente criou raízes quando Ele prometeu o seu Reino aos patriarcas, germinou com os profetas, cresceu com os Apóstolos e tornou-se a árvore imensa que estende os seus longos ramos sobre a Igreja, e lhe prodiga os seus dons. […] Toma as asas de prata da pomba de que fala o Profeta (Sl 67,14). […] Levanta voo para usufruir de um repouso sem fim, fora do alcance dos laços (Sl 90,3), por entre folhagens magníficas. Sê suficientemente forte para assim levantares voo, e vai habitar em segurança nesta vasta morada.
São Pedro Crisólogo (c. 406-450), bispo
Sermão 98; CCL 24A, 602
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quinta-feira, 16 de julho de 2015
Padre Paulo Ricardo - Crise econômica e vida espiritual.
Desemprego, arrocho salarial, inflação, carga tributária sufocante... Se você está sofrendo com a atual crise econômica, saiba como enfrentar espiritualmente estas dificuldades. Saiba como transformar este momento difícil numa oportunidade maravilhosa de sua família crescer espiritualmente.
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Filme “Caso 39” e a materialização dos demônios (Vídeo).
Crux sancta sit mihi lux / Non draco sit mihi dux
Vade retro satana / Numquam suade mihi vana
Sunt mala quae libas / Ipse venena bibas
Vade retro satana / Numquam suade mihi vana
Sunt mala quae libas / Ipse venena bibas
Apenas para registro, não existe, não há, não tem, não rola, não é verossímil a existência de nenhuma proibição a assistir um filme, quiçá um filme que possui aspectos concernentes ao Catolicismo evidentes. Nada de puritanismo ou consciência escrupulosa ao ler o artigo.
No filme, Lilith é um demônio materializado responsável por uma sequência de mortes em sua família. A Sã Doutrina ensina que os anjos podem mover o corpo contra a vontade da alma, ou seja, forçando seus movimentos e controlando-os. É nisso que consistiria a possessão e não no fato do anjo assumir o corpo no lugar da alma, o que não pode se dar.
Os anjos de Deus formaram corpos para aparecerem a Abraão, Jacó (a ponto de Jacó ter-lhe resistido fisicamente e ele ter-lhe deslocado a articulação da coxa) Josué, à Santíssima Virgem. Os demônios têm esse mesmo poder.
No filme, Lilith é um demônio materializado responsável por uma sequência de mortes em sua família. A Sã Doutrina ensina que os anjos podem mover o corpo contra a vontade da alma, ou seja, forçando seus movimentos e controlando-os. É nisso que consistiria a possessão e não no fato do anjo assumir o corpo no lugar da alma, o que não pode se dar.
Os anjos de Deus formaram corpos para aparecerem a Abraão, Jacó (a ponto de Jacó ter-lhe resistido fisicamente e ele ter-lhe deslocado a articulação da coxa) Josué, à Santíssima Virgem. Os demônios têm esse mesmo poder.
terça-feira, 14 de julho de 2015
O que é a Maçonaria?
HISTÓRIA
PERGUNTE E RESPONDEREMOS
HELENO (Maringá): “Que é a Maçonaria? Quais as suas relações com as escolas de sabedoria antigas? Poderá um católico ser maçom?”
A Maçonaria vem a ser uma sociedade secreta, de caráter internacional, que visa remodelar a vida dos povos dentro de moldes estritamente humanitários e leigos. Exporemos sucessivamente as origens da Maçonaria hoje existente, as principais teses doutrinárias que a orientam e, por fim, a atitude que perante ela compete ao católico.
domingo, 28 de junho de 2015
Terça Livre: Hangout com o Prof. Luiz Astorga, Doutor em Filosofia Tomista.
Hangout com o Prof. Luiz Astorga, Doutor em Filosofia Tomista pela Pontificia Universidad Católica de Chile.
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segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Por que proíbe a Igreja a cremação dos cadáveres?
A Igreja não proibe a “cremação dos cadáveres”, porque seja intrinsecamente mau, mas porque vai contra a tradição dos judeus, continuada desde o princípio pelos cristãos; e porque a sua origem e o seu fim são mais que suspeitos: deram-lhe começo os anticristãos, com o sacrílego intuito de destruir a crença na imortalidade da alma e na ressurreição do corpo.
Roma publicou 3 “decretos” contra a “cremação”.
No 1° a 16 de Maio de 1886, proíbe aos católicos, que se filiem em “sociedades de cremação” e que ordenem que seus corpos sejam queimados.
No 20, a 15 de Dezembro do mesmo ano de 1886, priva de enterro religioso o católico que o faça.
No 30, a 27 de Julho de 1892, proíbe aos sacerdotes administrar-lhes os últimos sacramentos.
O “Santo Ofício” proibiu por estes 3 “decretos” a “cremação”, não porque ela seja contrária à lei natural 011 divina, mas “como prática pagã detestável introduzida por homens de fé duvidosa”, para desfazer na reverência que os católicos têm aos mortos.
Era prática constante dos judeus enterrar os seus mortos na terra, ou em túmulos de pedra (Gen. 15, 15; 23, 19).
Olharam sempre a “cremação” com horror (Amos, 2, 1), e só a prescreviam como pena, em certos casos flagrantes de imoralidade (Gen. 28, 24) ou de saques privados, em tempo de guerra (Jos. 7, 15).
A Igreja Católica adotou este costume judaico desde os seus primórdios, e denunciou “a cremação como costume cruel e atroz” (Tertul.: De Anima, 51; Min. Felix: Octavius, 11; Orig.: Contra Cels. 5, 23).
Os Santos Padres baseavam o costume judaico e cristão de enterrar os mortos no dogma da ressurreição do corpo e no respeito que se lhe deve, por ter sido templo do Espírito Santo (I Cor. 3, 16; 6, 19).
A primeira tentativa, nos tempos modernos, para ressuscitar a “cremação”, f01 feita pelos neopagãos do “Diretório Francês” no quinto ano da República.
O projeto não teve acolhimento favorável, apesar de fazer parte do programa revolucionário contra a doutrina, leis e costumes cristãos.
Alguns, depois de terem lavado já as mãos no sangue de sacerdotes, abolido a Missa e o Domingo, inventado o novo culto da Razão, advogaram a “cremação”, para mais facilmente destruir as “superstições” da imortalidade da alma e da ressurreição do corpo.
O mundo teve de esperar mais cerca de 75 anos por uma segunda tentativa para introduzir a “cremação”.
Era mister que a incredulidade aprofundasse mais as suas raízes na Europa.
Esta segunda tentativa teve mais êxito, do que a primeira.
Começou em Pádua em 1872.
Em seguida às primeiras “cremações” os anticatólicos começaram a fundar “sociedades de cremação” em toda a parte e a defender a sua prática em centenas de livros e folhetos.
A razão deu-a Ghisleri no seu “AImanacco dei Liberi Muratori”; Os católicos têm muita razão em se oporem à “cremação”. Esta purificação dos mortos pelo fogo abala o predomínio das suas fundações, baseado no terror de que cercam a morte.
Outro maçom anticatólico, Gorini, escreveu no seu livro “Purificazione dei Morti”: “A nossa tarefa não termina com a cremação do corpo; queremos destruir e queimar também a própria superstição”.
E depois de advogar ou propor que se vendam as cinzas aos lavradores, acrescenta: “O resultado seria que este material reencarnaria parcialmente nos corpos dos milaneses. É a única ressurreição do corpo que a ciência reconhece”.
Frases semelhantes apareceram com frequência durante 15 anos na imprensa italiana, como que provocando a Igreja a condená-la.
Se a “cremação” fosse adotada, não teriam mais razão de ser nos funerais religiosos muitas orações e cerimónias muito belas e muito significativas.
Absolutamente falando, a Igreja podia alterar o seu “Ritual Funerário”, adaptando-o à “cremação”; podemos estar certos, porém, de que o não fará.
Fá-lo-ia, talvez, como opinam alguns canonistas, se o Estado a tornasse obrigatória.
Não faltam também juristas, médicos e membros de “sociedades de seguros” que se oponham à “cremação”, porque com ela desapareceriam os vestígios de muitos crimes.
Hoffman chamou a atenção para este lado da questão num artigo que publicou no “Sanitarian” em 1901.
De 528 pessoas que foram queimadas em S. Luís do Missuri, de 1895 a 1899, 64 tinham morrido de acidentes, violência ou suicídio.
Ora, autópsias, feitas 3 meses depois de mortas, demonstraram que o defunto tinha sido envenenado e forneceram provas — bastantes para que o autor do crime fosse condenado à morte.
A ciência moderna nega que os cemitérios infeccionem o ar, os poços ou os rios (C. E., 4, 483).
As pestes e epidemias de que reza a história têm sido atribuídas aos vivos, e não aos mortos.
A “cremação” aumentou de 1872 a 1900; todavia, mesmo então, a média anual, nos Estados Unidos, foi de 13.230.
Não há, pois, grande perigo de que se generalize no mundo moderno, porque vai contra o sentimento profundamente enraizado no coração humano e consolidado pela prática universal de muitos e muitos séculos.
Não é, pois, de presumir o arranque do sopro da pseudociência, nem a algazarra da descrença e impiedade.
Fonte: Livro “Caixa de Perguntas” do Pe. Bertrand L. Conway, C.S.P.
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sábado, 8 de novembro de 2014
O papel da Igreja no mundo político (Vídeo).
“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” [1], ensinou Nosso Senhor. A separação entre Igreja e Estado é uma das contribuições mais importantes da religião cristã para a história da humanidade. Mas, como promover uma justa laicidade do Estado, sem cair no perigo do “laicismo”? O que se pode esperar politicamente da Igreja, seja qual for o contexto histórico e geográfico em que o mundo se encontre?
Download Católico (Áudio)
Nos últimos anos, de fato, os Papas têm insistido em que a Igreja tem um papel bem específico para dar à política, qual seja – importa que se diga, desde o começo – o de converter os corações a Cristo. Para mostrar de modo bem concreto como isso acontece, é importante resgatar uma história que se passou na Europa, no século XI, à época do grande Papa São Gregório VII.
Nos anos 1000, a Igreja tinha diante de si a difícil questão das investiduras, em que líderes políticos – senhores feudais, reis e príncipes – tomavam para si o encargo de escolher os cargos eclesiásticos. Essa ingerência política, que afetava desde abades e sacerdotes a bispos e Papas, teve como consequência uma grande decadência moral. Pouco preocupados com o bem espiritual dos fiéis, os poderosos deste mundo colocavam à frente da Igreja pastores verdadeiramente indignos do ofício eclesiástico. Nesses tempos difíceis – com razão associados à imagem das “trevas” –, tinha-se o celibato em pouca conta e, de acordo com a veemente denúncia de São Pedro Damião, em seu Liber Gomorrhianus [2],era preocupante o número de homossexuais no clero.
Para reformar a Igreja, São Gregório VII, eleito ao sólio pontifício em 1057, tinha de enfrentar Henrique IV, o petulante príncipe do Sacro Império Romano Germânico que mandava e desmandava na Igreja da Alemanha. Após um decreto de 1075, em que se condenava toda a investidura laica, a obstinação de Henrique fez Gregório pronunciar contra ele a sentença de excomunhão e depô-lo do trono imperial: “Proíbo o rei Henrique, que, com um orgulho insensato, se levantou contra a Igreja, de governar o reino da Alemanha e da Itália; desligo todos os cristãos do juramento que lhe tenham prestado e proíbo quem quer que seja de reconhecê-lo como rei” [3]. Roma locuta, causa finita. Para recuperar o poder perdido, o soberano do Império Germânico se dirige, então, a Canossa, onde residia o Papa, com uma pequena escolta e sob o inverno rigoroso dos Alpes, em busca do perdão do sucessor de Pedro. Uma cena pitoresca, sem dúvida: o poderoso imperador da Alemanha deposto por um bispo inerme e sem exército, a quem ele agora acorria, prostrado.
Com efeito, como a Igreja conseguiu isso? Como foi capaz de uma influência política de tal monta?
O segredo está num silencioso mosteiro fundado no interior da França, na cidade de Cluny, em 910. Favorecido pela dispensa da jurisdição dos bispos locais e submissão direta ao Romano Pontífice, o mosteiro de Cluny, ao qual se ligou, rapidamente, uma constelação de outras abadias em toda a Europa, tornou-se, em pouco tempo, uma verdadeira escola de santidade. Enquanto o século X passava por uma dolorosa crise do papado, essa Ordem empreendia uma autêntica renovação espiritual em todo o continente, chegando, no início do século XII – momento da sua máxima expansão –, ao impressionante número de 1200 casas. Esse trabalho foi sem dúvida determinante para o fim de questão das investiduras – e para muitos outros problemas com que se deparava a Igreja medieval.
A primeira grande lição de Cluny é que a Igreja produz padres, monges e bispos mais santos quando estes não são frutos de escolhas políticas, mas são eleitos de acordo com suas virtudes. Em muitos lugares e em diferentes épocas, o poder político tentou – e tenta – infiltrar-se na Igreja, submetendo-a às suas rédeas. Esta, no entanto, só é fiel quando serve ao Senhor e rompe seus “votos de vassalagem” com os senhores do mundo. Foi o que ensinaram os monges de Cluny – não sem muito trabalho e combate, é verdade. Afinal, mesmo durante o período em que o monge Hildebrando – futuro Papa Gregório VII – procurou desvincular a eleição do Papa de influências políticas, Henrique III – pai de Henrique IV, de que já se falou –, descontente com as escolhas dos cardeais, depôs três pontífices, em uma amostra clara de como as ingerências mundanas causavam dano à Igreja.
Na verdade, São Gregório VII só conseguiu a submissão de Henrique IV depois de convencer os seus “príncipes eleitores” – que sustentavam o seu poder – a ficarem do seu lado. Ou seja, o poder do Papa só foi efetivo porque suas palavras foram acolhidas por alguns indivíduos. Se, no abismo do século X, Deus enviasse à Igreja um Papa santo, isso pouco efeito concreto teria para solucionar o problema das investiduras, porque os apelos pontifícios certamente não seriam obedecidos. Por isso era necessário Cluny, para civilizar as pessoas, ensiná-las a estudar e meditar sobre a Verdade, de modo que, quando um bom Papa se sentasse no trono de Pedro, seus comandos fossem seguidos na Igreja.
O fato é que, após a peregrinação penitencial de Henrique IV, o imperador voltou a mostrar as suas garras, indicando que não se tinha convertido de verdade. Quando Gregório VII o excomungou novamente, os príncipes eleitores se puseram contra o Papa, que morreu exilado, em 1085.
A lição histórica de Cluny, no entanto, permanece. Da Igreja, não se deve esperar que deponha presidentes e monarcas, como fazia na Idade Média; mas sim, que cumpra a sua missão evangelizadora. Hoje, por exemplo, é urgente lembrar que existe, na Criação, uma estrutura da realidade, uma razão à qual todos os homens – não só os católicos – devem submeter-se. Infelizmente, tem-se substituído cada vez mais a noção de direito natural por uma “ditadura do relativismo”, já denunciada pelo Papa Bento XVI [4], na qual nada é reconhecido como certo e tudo pode ser manipulado ao bel-prazer das pessoas.
O fato de o Estado ser laico não impede esse trabalho profético da Igreja. O termo “Estado laico” significa, simplesmente, que quem deve mandar e decidir as coisas na sociedade civil são os cidadãos, não os Papas e bispos. Mesmo os membros da sociedade civil podem ser evangelizados e, uma vez convertidos, oferecer a sua contribuição para o bem comum e para a política.
Referências
Mt 22, 21
Petrus Damianus, Liber Gomorrhianus, in Documenta Catholica Omnia
Henri Daniel-Rops, A Igreja das Catedrais e das Cruzadas, São Paulo: Quadrante, 2011, p. 204
Cardeal Joseph Ratzinger, Homilia na Missa “pro Eligendo Romano Pontifice”, 18 de abril de 2005
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Nos últimos anos, de fato, os Papas têm insistido em que a Igreja tem um papel bem específico para dar à política, qual seja – importa que se diga, desde o começo – o de converter os corações a Cristo. Para mostrar de modo bem concreto como isso acontece, é importante resgatar uma história que se passou na Europa, no século XI, à época do grande Papa São Gregório VII.
Nos anos 1000, a Igreja tinha diante de si a difícil questão das investiduras, em que líderes políticos – senhores feudais, reis e príncipes – tomavam para si o encargo de escolher os cargos eclesiásticos. Essa ingerência política, que afetava desde abades e sacerdotes a bispos e Papas, teve como consequência uma grande decadência moral. Pouco preocupados com o bem espiritual dos fiéis, os poderosos deste mundo colocavam à frente da Igreja pastores verdadeiramente indignos do ofício eclesiástico. Nesses tempos difíceis – com razão associados à imagem das “trevas” –, tinha-se o celibato em pouca conta e, de acordo com a veemente denúncia de São Pedro Damião, em seu Liber Gomorrhianus [2],era preocupante o número de homossexuais no clero.
Para reformar a Igreja, São Gregório VII, eleito ao sólio pontifício em 1057, tinha de enfrentar Henrique IV, o petulante príncipe do Sacro Império Romano Germânico que mandava e desmandava na Igreja da Alemanha. Após um decreto de 1075, em que se condenava toda a investidura laica, a obstinação de Henrique fez Gregório pronunciar contra ele a sentença de excomunhão e depô-lo do trono imperial: “Proíbo o rei Henrique, que, com um orgulho insensato, se levantou contra a Igreja, de governar o reino da Alemanha e da Itália; desligo todos os cristãos do juramento que lhe tenham prestado e proíbo quem quer que seja de reconhecê-lo como rei” [3]. Roma locuta, causa finita. Para recuperar o poder perdido, o soberano do Império Germânico se dirige, então, a Canossa, onde residia o Papa, com uma pequena escolta e sob o inverno rigoroso dos Alpes, em busca do perdão do sucessor de Pedro. Uma cena pitoresca, sem dúvida: o poderoso imperador da Alemanha deposto por um bispo inerme e sem exército, a quem ele agora acorria, prostrado.
Com efeito, como a Igreja conseguiu isso? Como foi capaz de uma influência política de tal monta?
O segredo está num silencioso mosteiro fundado no interior da França, na cidade de Cluny, em 910. Favorecido pela dispensa da jurisdição dos bispos locais e submissão direta ao Romano Pontífice, o mosteiro de Cluny, ao qual se ligou, rapidamente, uma constelação de outras abadias em toda a Europa, tornou-se, em pouco tempo, uma verdadeira escola de santidade. Enquanto o século X passava por uma dolorosa crise do papado, essa Ordem empreendia uma autêntica renovação espiritual em todo o continente, chegando, no início do século XII – momento da sua máxima expansão –, ao impressionante número de 1200 casas. Esse trabalho foi sem dúvida determinante para o fim de questão das investiduras – e para muitos outros problemas com que se deparava a Igreja medieval.
A primeira grande lição de Cluny é que a Igreja produz padres, monges e bispos mais santos quando estes não são frutos de escolhas políticas, mas são eleitos de acordo com suas virtudes. Em muitos lugares e em diferentes épocas, o poder político tentou – e tenta – infiltrar-se na Igreja, submetendo-a às suas rédeas. Esta, no entanto, só é fiel quando serve ao Senhor e rompe seus “votos de vassalagem” com os senhores do mundo. Foi o que ensinaram os monges de Cluny – não sem muito trabalho e combate, é verdade. Afinal, mesmo durante o período em que o monge Hildebrando – futuro Papa Gregório VII – procurou desvincular a eleição do Papa de influências políticas, Henrique III – pai de Henrique IV, de que já se falou –, descontente com as escolhas dos cardeais, depôs três pontífices, em uma amostra clara de como as ingerências mundanas causavam dano à Igreja.
Na verdade, São Gregório VII só conseguiu a submissão de Henrique IV depois de convencer os seus “príncipes eleitores” – que sustentavam o seu poder – a ficarem do seu lado. Ou seja, o poder do Papa só foi efetivo porque suas palavras foram acolhidas por alguns indivíduos. Se, no abismo do século X, Deus enviasse à Igreja um Papa santo, isso pouco efeito concreto teria para solucionar o problema das investiduras, porque os apelos pontifícios certamente não seriam obedecidos. Por isso era necessário Cluny, para civilizar as pessoas, ensiná-las a estudar e meditar sobre a Verdade, de modo que, quando um bom Papa se sentasse no trono de Pedro, seus comandos fossem seguidos na Igreja.
O fato é que, após a peregrinação penitencial de Henrique IV, o imperador voltou a mostrar as suas garras, indicando que não se tinha convertido de verdade. Quando Gregório VII o excomungou novamente, os príncipes eleitores se puseram contra o Papa, que morreu exilado, em 1085.
A lição histórica de Cluny, no entanto, permanece. Da Igreja, não se deve esperar que deponha presidentes e monarcas, como fazia na Idade Média; mas sim, que cumpra a sua missão evangelizadora. Hoje, por exemplo, é urgente lembrar que existe, na Criação, uma estrutura da realidade, uma razão à qual todos os homens – não só os católicos – devem submeter-se. Infelizmente, tem-se substituído cada vez mais a noção de direito natural por uma “ditadura do relativismo”, já denunciada pelo Papa Bento XVI [4], na qual nada é reconhecido como certo e tudo pode ser manipulado ao bel-prazer das pessoas.
O fato de o Estado ser laico não impede esse trabalho profético da Igreja. O termo “Estado laico” significa, simplesmente, que quem deve mandar e decidir as coisas na sociedade civil são os cidadãos, não os Papas e bispos. Mesmo os membros da sociedade civil podem ser evangelizados e, uma vez convertidos, oferecer a sua contribuição para o bem comum e para a política.
Referências
Mt 22, 21
Petrus Damianus, Liber Gomorrhianus, in Documenta Catholica Omnia
Henri Daniel-Rops, A Igreja das Catedrais e das Cruzadas, São Paulo: Quadrante, 2011, p. 204
Cardeal Joseph Ratzinger, Homilia na Missa “pro Eligendo Romano Pontifice”, 18 de abril de 2005
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sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Ateísmo ou idolatria?

Em síntese: Há quem diga que o mundo de hoje não conhece o ateísmo propriamente dito, mas a idolatria ou o culto exagerado de certos bens materiais como se fossem portadores da resposta cabal às inspirações do homem. O consumismo, o despudor, a sexomania… seriam modalidades dessa idolatria. O artigo que se segue apresenta diversos tópicos de um panfleto que, com boa autoridade, analisa a temática.
* * *
A Editora “Mundo e Missão” publicou um panfleto que analisa as tendências de pessoas que não se dizem religiosas, mas transferem sua religiosidade para bens materiais como se estes pudessem satisfazer às grandes aspirações do ser humano. Vamos, a seguir, pôr em destaque alguns dos tópicos desse panfleto:
1. Ateísmo ou religiosidade idolátrica?
Por duas vezes é expressa a tese do panfleto:
- “Não é verdade que na nossa sociedade o sagrado desapareceu, mas é verdade que passou para outras coisas (ídolos)”.
- “A diferença não é mais entre pessoas religiosas e pessoas ateias, mas entre idólatras e não idólatras” (Enzo Bianchi, monge).
2. Vícios capitais
Umberto Galimberti enumera sete novos pecados capitais, mais pujantes ainda do que os clássicos pecados capitais (soberba, avareza, luxúria, ira, gula, inveja e preguiça), porque não são apenas pecados pessoais, mas são tendências coletivas, às quais o indivíduo não pode opor resistência eficaz sem sofrer a exclusão por parte da sociedade. Tais seriam consumismo, conformismo, despudor, sexomania, sociopatia, denegação, vazio. Ver a obra do autor intitulada “Os vícios capitais e os novos vícios”, São Paulo, ed. Paulus2004.
Desses novos vícios, os quatro primeiros são um convite à idolatria ou à adoração coletiva de algo imposto pela sociedade ou pela mentalidade do mundo contemporâneo. Veja-se:
a) consumismo: cria uma mentalidade niilista que leva o indivíduo a acreditar que somente o consumo de objetos lhe pode garantir um status na sociedade e o bem-estar.
b) conformismo: é a conformação da consciência individual a uma ondacoletiva, que sufoca a liberdade pessoal. Exige do indivíduo colaboração com certas tendências cegas e passageiras ou ilusórias da sociedade.
c) despudor: é a “ex-posição” do privado e a mercantilização do corpo. Algumas pessoas têm a impressão de que só podem existir propriamente se se colocam à mostra como mercadoria.
d) sexomania: é a saturação das manifestações sexuais em busca do prazer através da pornografia em revistas, no cinema, na televisão, na internet e na solidão onanista.
Tais vícios, em vez de promoverem a plena realização do indivíduo, tiram-lhe a liberdade e o escravizam. Quem adora um dos ídolos modernos paga um preço muito alto, que é a renúncia à própria liberdade.
3. Generalização da idolatria
Na modernidade, a divindade perdeu espaço. O coração humano substituiu o divino pelo humano, o anseio da eternidade pelo desejo de perpetuação na terra, a satisfação dos sentidos e as necessidades do ter, do poder e do prazer. Os ídolos se colocam na dimensão do “ter”; Deus na do “ser”. São vários os tipos de “ter” com que o homem se ilude realizar-se, construir sua personalidade: os bens econômicos, o poder, o possuir uma mulher (ou um homem), o saber, o pertencer a determinada religião, o ter alcançado alto nível moral, etc. São roupagens que podem esconder a sublime nudez que constitui a pessoa na sua dignidade essencial, ou disfarçar uma falta profunda do ser. É essa armadilha mentirosa da sociedade de consumo, que promete às pessoas fazê-las realizadas e felizes com os bens que lhes oferece, mas as devora por dentro, deixando-as como manequins sem coração. (Eles, os excluídos, de Costanzo Donegana, Cidade Nova, São Paulo, 1995).
4. Os pecados capitais e Satanismo
É notório que o culto a Satã se tem propagado de maneira surpreendente. Aqueles que cultuam o demônio – e não são poucos - alegam freqüentementeque ele não é um adversário de Deus, mas uma força oculta na natureza. Tais pessoas estimulam os pecados capitais pois “são virtudes que levam a consumação dos nossos desejos”. Os respectivos rituais consistem em uma grosseira terapia psicológica misturada com altares, gongos, velas, e nudez; estes são acessórios necessários, pois o ser humano precisa de cerimônias e ritos, fantasias e encantamento que as religiões forneciam no passado”. Ver a obra de Carlos Nogueira “O Diabo no Imaginário cristão”. Edusc, 2000, p.112).
5. A vaidade em números
O cultivo do corpo ligado à sexomania foi objeto de inquérito do Instituto de Pesquisas Ipsos, que entrevistou 43.734 pessoas, de ambos os sexos, em nove capitais brasileiras, entre abril de 2005 a março de 2006 sobre a relação da população com a aparência pessoal. Chegou aos seguintes resultados:
- 78% da população preocupa-se muito com a aparência pessoal.
- 31% dos homens e 34% das mulheres gostam que sua aparência seja impecável.
- 38% dos adolescentes entre 13 e 17 anos se preocupam demais com ela, por se tratar de uma fase de crescimento e aceitação no grupo.
- A maior preocupação é dos cariocas (37%), seguidos pelos baianos (36%) e paulistas (33%).
6. O Papa e os jovens
Perante as seduções da moderna idolatria, o Papa Bento XVI dizia aos jovens em Colônia (2005):
“Jovens, não cedam às falsas ilusões e modas efêmeras que comumente deixam um trágico vazio espiritual! Rejeitem as seduções do dinheiro, do consumismo e da violência que por vezes praticam os meios de comunicação.[...] Pelo contrário, façam escolhas corajosas, se necessário heróicas, para seguir Cristo rumo á santidade, porque a Igreja precisa de testemunhas do amor contemplado em Cristo, que saibam mostrá-Lo a quem ainda O troca por coisas insignificantes” (Bento XVI, Mensagem para o 20- Dia Mundial da Juventude, Colônia, na Alemanha, de 16 a 21 de agosto de 2005).
Pensamentos Católicos contra os hereges.
Cristão é meu nome e Católico é meu sobrenome. Um me designa, enquanto o outro me especifica. Um me distingue, o outro me designa. É por este sobrenome que nosso povo é distinguido dos que são chamados heréticos.”
São Paciano de Barcelona, Carta a Sympronian, 375 D.C.
Mantenha-se sempre do lado da Igreja Católica, porque só Ela pode lhe dar paz verdadeira, posto que só Ela possui Jesus no Santíssimo Sacramento, o verdadeiro Príncipe da Paz.” Santo Padre Pio…
“A Igreja Católica compreende seus antagonistas, seus antagonistas não entendem a Igreja Católica” Hilaire Belloc, As Grandes Heresias…
“Guias cegos! Filtrais um mosquito e engolis um camelo.” Mateus 23,24…
“A Fé Católica não ensina o que pensávamos que ensinava e A acusávamos inutilmente de fazê-lo”. Santo Agostinho, Confissões, 6,11, 400 A.D.
“Os heréticos condenam-se a si mesmos já que por própria opção abandonam a Igreja, um abandono que, sendo consciente, torna-se sua condenação .” São Jerônimo Comentários acerca de Titus, 3,10 386 A.D.
“Aonde está Pedro, aí está a Igreja.” Santo Ambrósio de Milão, Nos doze Salmos 381 A.D.
“Um homem Cristão é Católico enquanto vive no corpo; decepado deste, torna-se um herege. O Espírito não segue um membro amputado.” Santo Agostinho.
“A Igreja Católica sempre tem o que falta ao mundo” G.K. Chesterton…
“Quando o mundo está errado, prova que a Igreja está certa.” G.K. Chesterton…
“É contraditório que um Protestante aceite a Bíblia e rejeite a autoridade da Igreja Católica que lha deu.” Anônimo…
“Ao atacar a Igreja Católica, Protestantes estão cortando suas próprias raízes.” Autor Desconhecido…
“As Igrejas Protestantes têm canções e orações. As Igrejas Católicas têm canções, orações e sacrifício.” Dr. Scott Hahn…
“Nenhum Protestante deveria citar a Escritura, porque ele não tem meios de saber quais são os livros inspirados; a menos que, é claro, queira aceitar a autoridade da Igreja Católica com relação à essa questão.” Fr. William Most…
“Graças a Igreja Católica, a autoridade e a integridade da Bíblia se manteve intacta.” Autor Desconhecido…
“A Igreja Católica tem a Verdade em plenitude.”
“Todo vocês devem seguir a liderança do bispo, como Jesus Cristo seguiu a do Pai; seguir o presbitério como seguiriam os Apóstolos; reverenciar os diáconos como reverenciariam os mandamentos de Deus. Não permitam que ninguém toque na Igreja, a não ser o bispo ou alguém enviado por ele. Onde está o bispo, é onde o povo deve estar, assim como onde Jesus Cristo está, igualmente está a Igreja Católica. Sem a autorização do bispo, não é permitido batizar ou organizar um culto; mas tudo que ele aprova é também agradável a Deus. Se agirem assim, tudo que fizerem será isento de perigo e válido.”
Santo Inácio de Antioquia, Carta aos Cristãos de Esmirna, 107 A.D..
“Pelo que foi dito, então, parece-me claro que a verdadeira Igreja, aquela que é realmente antiga, é uma só; e dela participam aqueles que, em acordo com o que foi determinado, são justos… Dessa forma dizemos que em substância, conceito, origem e imanência, antiga, Igreja Católica está só, juntando como o faz na unidade de uma fé que resulta de alianças familiares, – ou melhor dizendo, de uma aliança em eras distintas, pela vontade do DEUS uno e através de um Senhor, – aqueles que já foram escolhidos, aqueles predestinados por DEUS, que sabia desde a criação do mundo que eles seriam justos.San Clemente de Alexandria, Estromata (Miscelânia), 202 A.D..
“Portanto, a Igreja Católica é a única que retém o verdadeiro culto. Esta é a fonte da verdade; esta, o domicílio da fé; o templo de DEUS. Quem quer que não entre nela ou não saia daqui é um alienado em termos de esperança de vida e salvação… Porque, , ao contrário disso, todos os vários grupos de hereges têm confiança de que são os Cristãos, e pensam que a Igreja Católica é deles. Que se saiba que a verdadeira Igreja é na qual há confissão e penitência, e que cuida de maneira salutar dos pecados e das mágoas aos quais os fracos na carne estão sujeitos. Lactantius, As Instituições Divinas, 304 A.D..
“Levemos em conta que a própria tradição, ensinamento e fé da Igreja Católica, desde o princípio, dadas pelo Senhor, foi pregada pelos Apóstolos e foi preservada pelos Pais. Nisto foi fundada a Igreja; e se alguém se afasta dela, não é e nem deve mais ser chamado Cristão.” Santo Atanásio, Carta a Serapião de Thmuis, 359 D.C..
“Eu não deveria acreditar no Evangelho a não ser que este seja movido pela autoridade da Igreja Católica.” Santo Agostinho de Hipona, Contra a Carta de Mani, 397 D.C.
“A Igreja é Santa, a Única Igreja, a Verdadeira Igreja, a Igreja Católica, lutando sempre contra todas as heresias. Ela pode lutar, mas não pode ser derrotada. Todas as heresias são expulsas por Ela, como os galhos pendentes são arrancados de uma vinha. Ela permanece presa à sua raiz, em Sua vinha, em Seu amor. As portas do inferno não prevalecerão contra ela”
Santo Agostinho de Hipona, Sermão aos Catecúmenos sobre o Credo, 6,14, 395 D.C.
São Paciano de Barcelona, Carta a Sympronian, 375 D.C.
Mantenha-se sempre do lado da Igreja Católica, porque só Ela pode lhe dar paz verdadeira, posto que só Ela possui Jesus no Santíssimo Sacramento, o verdadeiro Príncipe da Paz.” Santo Padre Pio…
“A Igreja Católica compreende seus antagonistas, seus antagonistas não entendem a Igreja Católica” Hilaire Belloc, As Grandes Heresias…
“Guias cegos! Filtrais um mosquito e engolis um camelo.” Mateus 23,24…
“A Fé Católica não ensina o que pensávamos que ensinava e A acusávamos inutilmente de fazê-lo”. Santo Agostinho, Confissões, 6,11, 400 A.D.
“Os heréticos condenam-se a si mesmos já que por própria opção abandonam a Igreja, um abandono que, sendo consciente, torna-se sua condenação .” São Jerônimo Comentários acerca de Titus, 3,10 386 A.D.
“Aonde está Pedro, aí está a Igreja.” Santo Ambrósio de Milão, Nos doze Salmos 381 A.D.
“Um homem Cristão é Católico enquanto vive no corpo; decepado deste, torna-se um herege. O Espírito não segue um membro amputado.” Santo Agostinho.
“A Igreja Católica sempre tem o que falta ao mundo” G.K. Chesterton…
“Quando o mundo está errado, prova que a Igreja está certa.” G.K. Chesterton…
“É contraditório que um Protestante aceite a Bíblia e rejeite a autoridade da Igreja Católica que lha deu.” Anônimo…
“Ao atacar a Igreja Católica, Protestantes estão cortando suas próprias raízes.” Autor Desconhecido…
“As Igrejas Protestantes têm canções e orações. As Igrejas Católicas têm canções, orações e sacrifício.” Dr. Scott Hahn…
“Nenhum Protestante deveria citar a Escritura, porque ele não tem meios de saber quais são os livros inspirados; a menos que, é claro, queira aceitar a autoridade da Igreja Católica com relação à essa questão.” Fr. William Most…
“Graças a Igreja Católica, a autoridade e a integridade da Bíblia se manteve intacta.” Autor Desconhecido…
“A Igreja Católica tem a Verdade em plenitude.”
“Todo vocês devem seguir a liderança do bispo, como Jesus Cristo seguiu a do Pai; seguir o presbitério como seguiriam os Apóstolos; reverenciar os diáconos como reverenciariam os mandamentos de Deus. Não permitam que ninguém toque na Igreja, a não ser o bispo ou alguém enviado por ele. Onde está o bispo, é onde o povo deve estar, assim como onde Jesus Cristo está, igualmente está a Igreja Católica. Sem a autorização do bispo, não é permitido batizar ou organizar um culto; mas tudo que ele aprova é também agradável a Deus. Se agirem assim, tudo que fizerem será isento de perigo e válido.”
Santo Inácio de Antioquia, Carta aos Cristãos de Esmirna, 107 A.D..
“Pelo que foi dito, então, parece-me claro que a verdadeira Igreja, aquela que é realmente antiga, é uma só; e dela participam aqueles que, em acordo com o que foi determinado, são justos… Dessa forma dizemos que em substância, conceito, origem e imanência, antiga, Igreja Católica está só, juntando como o faz na unidade de uma fé que resulta de alianças familiares, – ou melhor dizendo, de uma aliança em eras distintas, pela vontade do DEUS uno e através de um Senhor, – aqueles que já foram escolhidos, aqueles predestinados por DEUS, que sabia desde a criação do mundo que eles seriam justos.San Clemente de Alexandria, Estromata (Miscelânia), 202 A.D..
“Portanto, a Igreja Católica é a única que retém o verdadeiro culto. Esta é a fonte da verdade; esta, o domicílio da fé; o templo de DEUS. Quem quer que não entre nela ou não saia daqui é um alienado em termos de esperança de vida e salvação… Porque, , ao contrário disso, todos os vários grupos de hereges têm confiança de que são os Cristãos, e pensam que a Igreja Católica é deles. Que se saiba que a verdadeira Igreja é na qual há confissão e penitência, e que cuida de maneira salutar dos pecados e das mágoas aos quais os fracos na carne estão sujeitos. Lactantius, As Instituições Divinas, 304 A.D..
“Levemos em conta que a própria tradição, ensinamento e fé da Igreja Católica, desde o princípio, dadas pelo Senhor, foi pregada pelos Apóstolos e foi preservada pelos Pais. Nisto foi fundada a Igreja; e se alguém se afasta dela, não é e nem deve mais ser chamado Cristão.” Santo Atanásio, Carta a Serapião de Thmuis, 359 D.C..
“Eu não deveria acreditar no Evangelho a não ser que este seja movido pela autoridade da Igreja Católica.” Santo Agostinho de Hipona, Contra a Carta de Mani, 397 D.C.
“A Igreja é Santa, a Única Igreja, a Verdadeira Igreja, a Igreja Católica, lutando sempre contra todas as heresias. Ela pode lutar, mas não pode ser derrotada. Todas as heresias são expulsas por Ela, como os galhos pendentes são arrancados de uma vinha. Ela permanece presa à sua raiz, em Sua vinha, em Seu amor. As portas do inferno não prevalecerão contra ela”
Santo Agostinho de Hipona, Sermão aos Catecúmenos sobre o Credo, 6,14, 395 D.C.
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Catecismo de São Pio X (Áudio).
O Catecismo de São Pio X é um pequeno e simples catecismo, escrito pelo Papa São Pio X em 1905, com o importante objectivo de popularizar o ensino do catecismo na Igreja Católica e tornar os católicos mais informados e conhecedores da sua fé e doutrina. Este catecismo tinha também a função de resumir o Catecismo Romano, que foi um produto importante do Concílio de Trento.
Características
Este catecismo, publicado inicialmente em italiano, adopta o clássico "método dialógico de perguntas e respostas" 3 para expôr o essencial da doutrina católica, fornecendo por isso um conhecimento teológico básico para todos os católicos 1 . Este método, aliado à sua "linguagem clara e concisa", tornou-se mais adequado à formação dos jovens e adultos católicos do que o Catecismo Romano.
Em 2003, o então cardeal Joseph Ratzinger (mais tarde, Papa Bento XVI), afirmou que o Catecismo de São Pio X "tinha como características a simplicidade de exposição e a profundidade de conteúdos".
Estrutura
Este catecismo, com cerca de 1000 perguntas e respostas, é estruturado da seguinte maneira:
Características
Este catecismo, publicado inicialmente em italiano, adopta o clássico "método dialógico de perguntas e respostas" 3 para expôr o essencial da doutrina católica, fornecendo por isso um conhecimento teológico básico para todos os católicos 1 . Este método, aliado à sua "linguagem clara e concisa", tornou-se mais adequado à formação dos jovens e adultos católicos do que o Catecismo Romano.
Em 2003, o então cardeal Joseph Ratzinger (mais tarde, Papa Bento XVI), afirmou que o Catecismo de São Pio X "tinha como características a simplicidade de exposição e a profundidade de conteúdos".
Estrutura
Este catecismo, com cerca de 1000 perguntas e respostas, é estruturado da seguinte maneira:
segunda-feira, 16 de junho de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Eucaristia: mastigar ou não?
Quando
o povo mais idoso se preparava para fazer a 1ª comunhão, década de 70
para trás, não podiam mastigar a eucaristia. Esperavam se dissolver.
Talvez excesso de cuidado, não sei! Repare no pessoal mais velho quando
comunga. Dificilmente (não quer dizer nunca!) você irá ver alguém mastigando a hóstia.
Na época deles não se questionava nem se desrespeitava um catequista, professor ou alguém de mais idade.
Mas e aí? Podemos ou não mastigar a hóstia?
A doutrina da conversão eucarística está no Evangelho. Claro que o nome “transubstanciação” não
está, pois este é uma denominação técnica da Teologia. A Teologia é
como um lapidador que trabalha em cima do diamante bruto da Revelação.
Jesus diz: ego
sum panis vivus qui de cælo descendi, si quis manducaverit ex hoc pane
vivet in æternum et panis quem ego dabo caro mea est pro mundi vita São João, 6, 51.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Formação Espiritual da criança: Quem é o responsável?
Coluna de orientação catequética aos cuidados de Rachel Lemos Abdalla
O Catecismo da Igreja Católica afirma que os pais são os primeiros responsáveis pela educação de seus filhos (2222). Mas, qual é a melhor forma de orientá-los? Sendo exemplo dando testemunho ao formar um lar onde a ternura, o perdão, o respeito, a fidelidade e o serviço desinteressado são as regras que permeiam o dia a dia do casal.
Respeitar os filhos é a única forma de eles aprenderem a respeitar os pais, e isso não quer dizer que o respeito dos pais para com os filhos irá prejudicar ou diminuir a autoridade que têm sobre eles, pelo contrário. Aliás, os pais nunca devem se esquecer de que, por mais difícil que seja a educação, a formação e a criação dos filhos, eles nunca perdem a autoridade que lhes é concedida por Deus e que deve ser usada como uma ferramenta do amor que se coloca à frente, como um escudo, como uma proteção junto aos filhos.
Respeitar os filhos é a única forma de eles aprenderem a respeitar os pais, e isso não quer dizer que o respeito dos pais para com os filhos irá prejudicar ou diminuir a autoridade que têm sobre eles, pelo contrário. Aliás, os pais nunca devem se esquecer de que, por mais difícil que seja a educação, a formação e a criação dos filhos, eles nunca perdem a autoridade que lhes é concedida por Deus e que deve ser usada como uma ferramenta do amor que se coloca à frente, como um escudo, como uma proteção junto aos filhos.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
O inferno? Quase ninguém mais acredita nele!
A razão por que muitos em nossos tempos
não acreditam no inferno, é que nunca tiveram explicação exata do que
ele significa: é frequente conceber-se o inferno como castigo que Deus
inflige de maneira mais ou menos arbitrária, como se desejasse impor-se
vingativamente como Soberano Senhor; o réprobo seria atormentado
maldosamente por demônios de chifres horrendos, em meio a um incêndio de
chamas, etc. — Não admira que muitos julguem tais concepções inventadas
apenas para incutir medo ; não seriam compatíveis com a noção de um
Deus Bom.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Santo Tomás de Aquino - Cinco provas da existência de Deus.
Segundo Tomás de Aquino é a revelação divina que possibilita formularmos enunciados sobre a condição humana e sobre o mundo em que vivemos, é por isso que a preocupação inicial do pensamento do filósofo e teólogo é Deus e posteriormente o homem e o mundo. A filosofia por si só não consegue esgotar os conhecimentos que podemos ter do mundo e de nós mesmos. Para que possamos explorar de maneira mais abrangente a compreensão e a percepção do mundo e dos homens, necessitamos da sacra doutrina revelada por Deus. A fé aperfeiçoa a condição de entendimento da razão e a razão é o argumento aceito por todos os homens para esclarecer os assuntos da fé.
Cinco provas da existência de Deus:
01 - Tomás, seguindo argumentações lógicas, busca provar a existência de Deus através de cinco raciocínios de causa e conseqüência. O primeiro raciocínio é o da modificação e é o que ele considera ser o mais evidente. Os nossos sentidos nos mostram que as coisas do mundo modificam, ora qualquer coisa que modifica é porque sofreu ação de outra coisa. As coisas não podem ser causa das próprias mudanças, tudo que foi modificado foi modificado por outra coisa. Se as modificações que ocorrem no mundo foram ligadas em forma de causa e efeito, deve existir uma causa última que desencadeou todos os outros movimentos, todas as outras modificações e essa causa última de todas as modificações é Deus, pois ele é imutável, não se modifica e é único.
Cinco provas da existência de Deus:
01 - Tomás, seguindo argumentações lógicas, busca provar a existência de Deus através de cinco raciocínios de causa e conseqüência. O primeiro raciocínio é o da modificação e é o que ele considera ser o mais evidente. Os nossos sentidos nos mostram que as coisas do mundo modificam, ora qualquer coisa que modifica é porque sofreu ação de outra coisa. As coisas não podem ser causa das próprias mudanças, tudo que foi modificado foi modificado por outra coisa. Se as modificações que ocorrem no mundo foram ligadas em forma de causa e efeito, deve existir uma causa última que desencadeou todos os outros movimentos, todas as outras modificações e essa causa última de todas as modificações é Deus, pois ele é imutável, não se modifica e é único.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
As Sete Chaves para ler, conhecer e viver a Palavra de Deus.
A Bíblia Sagrada
As Sete Chaves para ler, conhecer e viver a Palavra de Deus
Pe. Lucas
Primeiro passo para conhecer a Bíblia é ler a própria Bíblia.
Você tem Sete Chaves que abrem o seu coração para ler a Bíblia de forma libertadora, agradável e correta. Estas chaves são fáceis de se encontrar, pois elas estão simbolizadas em seu próprio corpo.
Com as "Sete Chaves" você encontra a Palavra de Deus que está na Bíblia e na vida e entenderá melhor o sentido escondido atrás das palavras.
Veja só:
Eclesiastes ou Qohélet.
ECLESIASTES OU QOHELET
FELICIDADE E TRABALHO
Rafael Lopez Villasenor
CONTEXTO
Eclesiastes ou Qohelet é um escrito sapiencial cuja preocupação central é a vida do ser humano sobre diversos aspectos. O aparente pessimismo do Eclesiastes ou Qohelet pode desconcertar o leitor. Ele questiona tudo, analisa e se posiciona. Critica a cultura e a opressão. O livro aparece como uma “gozação” popular da sabedoria dos grandes do tempo, inchados com a novidade do Império Grego que dominava. Eclesiastes empreende grandes esforços para entender o sentido da vida e apresentar uma proposta para o ser humano viver e alcançar a felicidade. Trata-se de um livro profundamente crítico, lúcido e realista sobre a condição do povo na Palestina, por volta do século III a.C. A.
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